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Aniversário Want a Miracle: Inquérito + Sorteio

O dia de Reis, 6 de Janeiro, é dia de comemorar da visita dos Reis Magos ao menino Jesus e é também o dia de aniversário para o nosso blog.

A 6 de Janeiro de 2011, o blog dedicado ao milagre que é a gestação e a vida, faz 2 anos e, para comemorar, estaremos a oferecer 2 agendas da Fernanda Botelho:

http://malvasilvestre.blogspot.com/2010/09/agenda-de-cursos-e-palestras.html

Muitas são as pessoas que nos acompanham e chegou a altura de nos conhecermos.

Para participar nesta oferta, basta responder a este post até 6 de Janeiro, especificando:
  • Nacionalidade;
  • Cidade de residência;
  • Idade;
  • Link para blog(s) e/ou site(s) pessoal, caso exista;

O sorteio será realizado no dia 7 de Janeiro, de forma aleatória, através de http://www.random.org/

Os resultados serão anunciados neste blog.

Desejamos a tod@s um feliz Natal e um excelente Ano Novo.

wish list 2011

Para 2011 peço:

Muita saúde, alegria e paz

Tempo de descanso

Alimentos nutritivos, saborosos e biológicos

Trabalho remunerado que dê para conciliar com o S.

Formação de aconselhamento em aleitamento materno

Formação em Permacultura

Rainbow gathering

Uns livritos aqui e aqui



Super alimentos: http://www.biosamara.pt/index.php



Máquina de sumos incluindo os de legumes e massas frescas: http://www.energiseyourlife.com/Samson-6-in-1-Juicer-pr-265.html


(to be updated)

Manifestação de blogs pelo direito de educar sem escolarizar

Home schooling is not legal, rules Spanish Constitutional Court




O caso dos dois casais que educam os filhos fora da escola contra a vontade dos serviços sociais fracassou depois do Tribunal Constitucional ter decidido que na lei espanhola a educação em casa não é um direito e que as crianças têm que submeter-se a um sistema formal de ensino.



O Tribunal Constitucional (TC) declarou que a Constituição permite ao legislador estabelecer um sistema de educação básica obrigatória e não reconhece o direito dos pais de educar os filhos em casa.



Numa sentença que acaba de ser publicada, o Tribunal Constitucional ignorou os argumentos apresentados pelos dois casais de homeschoolers que estavam sendo pressionados pelos serviços sociais para enviarem os filhos à escola.



Sob a lei da Protecção de Menores, o Ministério Público pediu ao Tribunal que ordenasse a matrícula imediata das crianças na escola. Os pais argumentaram que "a Constituição não ordena a escolaridade obrigatória no sistema público" e salientaram que os seus filhos recebem uma educação mais adequada do que a educação proporcionada nas "salas de aula, públicas ou privadas, com 30 ou 40 alunos." Os seus filhos falam cinco línguas, tocam instrumentos musicais e aprendem matemática, ciências, línguas e ética.



Todos os argumentos dos pais foram rejeitados. O Tribunal (em Málaga) respondeu ao pedido do Ministério Público e ordenou a frequência escolar para os menores. O juiz argumentou que a Constituição espanhola "não permite que os pais neguem às crianças o direito e a obrigação de participar no sistema de educação formal."



O tribunal acrescentou que a exclusão do sistema formal pode criar aos menores "sérios problemas no seu futuro desenvolvimento", tanto academicamente (em referência às dificuldades de acesso à universidade) como em termos sociais e de integração com outras crianças da mesma idade.



A decisão foi protegida pelo Tribunal Provincial de Málaga. O Tribunal Constitucional rejeitou hoje o pedido dos pais.



A decisão afirma que "o direito dos pais de escolher para os filhos uma educação fora do sistema de ensino obrigatório por razões de pedagogia não se enquadra em nenhuma das reconhecidas liberdades constitucionais".



Também indica que a Constituição não proíbe ao legislador [o poder] de estabelecer um sistema de ensino básico obrigatório "como um período de matrícula", durante o qual "é excluída a possibilidade" de ensinar os filhos em casa em vez de na escola.



No entanto, observa que a opção da escolaridade obrigatória não é exigida pela Constituição, mas é uma opção legislativa que a Constituição não proíbe e, portanto, "não pode descartar outras opções legislativas para incorporar alguma flexibilidade no sistema de ensino e, em particular, na educação básica. "


http://aprendersemescola.blogspot.com/2010/12/manifestacao-de-blogs-pelo-direito-de.html

Amar só se aprende amando

"E também me surpreende e angustia aquela pessoa que tem um filho e, mesmo podendo ficar com ele nos dois primeiros anos, não o faz, não o amamenta, inventa compromissos que não precisa só porque não sabia que a maternidade implica em compromisso e em deveres complexos. Não discuto a mãe que trabalha para sobreviver porque o pai, sozinho, não consegue pagar as contas da casa. Mas discuto com as famílias que têm dois carros, quatro celulares, cinco aparelhos de televisão etc., mas não podem ficar com seus filhos nem um instante, saem de casa às 7 horas da manhã e voltam às 8 da noite. Isso é uma realidade muito triste."

"eu não culpo jamais as mulheres, principalmente as mães. O problema está em uma sociedade hedônica, narcisista, consumista, em que as pessoas vivem para gastar, comprar, pagar contas, às vezes para sobreviver porque não têm escolhas. Mas muitas vezes porque não param para pensar onde e como querem chegar a essa correria do dia a dia. O que proponho é uma tomada de consciência, um diagnóstico para que as pessoas possam pensar um pouco melhor na vida, no dia a dia e para que trabalhem, sim, se precisam, mas priorizem a vida com seus filhos. Pois o futuro deles tem muito a ver com tudo isso. Mas não é o que eu digo que pesa nos ombros das mães. É a situação de uma sociedade injusta e problemática, que aceitamos e não denunciamos."
"Trabalhar é possível. O que é preciso é priorizar a questão da criança, é dar prioridade mesmo. Se ela está doente e com febre, acompanhe-a ao médico, fique com ela, peça um atestado, queira progredir mais na carreira do afeto e do amor com seus filhos do que na carreira pessoal no trabalho. É difícil, eu sei, mas me angustia ver na mídia anúncios, como um que acabo de receber, de creches que se oferecem para cuidar 24 horas das crianças, ficar com bebês de 1 ano ou 2, enquanto as mães viajam e ficam um mês fora. Uma dona de creche me contou que há mães que dizem “olha, quero pegar meu filho à noite, de banho tomado, pijaminha, já jantado e melhor se já estiver dormindo”. Será que essas pessoas sabem o que estão fazendo? Afeto faz crescer, desenvolve o corpo e o espírito. Ter filhos é uma coisa séria e de responsabilidade. Por que então ter filhos se não se pode cuidar deles? Claro que há exceções, mas vamos fazer o possível para colocar as coisas no devido lugar e entender o que estamos fazendo com nossos pequenos porque nenhuma outra mãe na natureza deixa de cuidar pessoalmente de seus filhos até que eles cresçam e se desenvolvam para a independência. "


José Martins Filho, professor de pediatria da Unicamp, médico há mais de quatro décadas. autor do livro A Criança Terceirizada, editora Papirus.

Entrevista na íntegra aqui

Via Doula Sofia Carvalho

Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!



Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!
"eu não culpo jamais as mulheres, principalmente as mães. O problema está em uma sociedade hedônica, narcisista, consumista, em que as pessoas vivem para gastar, comprar, pagar contas, às vezes para sobreviver porque não têm escolhas. Mas muitas vezes porque não param para pensar onde e como querem chegar a essa correria do dia a dia. O que proponho é uma tomada de consciência, um diagnóstico para que as pessoas possam pensar um pouco melhor na vida, no dia a dia e para que trabalhem, sim, se precisam, mas priorizem a vida com seus filhos. Pois o futuro deles tem muito a ver com tudo isso. Mas não é o que eu digo que pesa nos ombros das mães. É a situação de uma sociedade injusta e problemática, que aceitamos e não denunciamos."

José Martins Filho, professor de pediatria da Unicamp, médico há mais de quatro décadas. autor do livro A Criança Terceirizada, editora Papirus.

Entrevista na íntegra aqui

Via Doula Sofia Carvalho

Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!

Este Mmomento #6

{this moment} - Um ritual de Sexta-feira. Uma foto captura o momento da semana. Um momento simples, especial, extraordinário. Um momento para parar, relaxar, relembrar.

(imagem removida)



Esta semana estou grata:

- pelo sol e calor de inverno que permitem banhos inesperados;
- pelos almoços em família;
- pela alegria do S.;
- pela fé.


Desejamos-te um fim-de-semana maravilhoso!

Inspirado por http://www.soulemama.com/

Natal sem compras


Mais imagens e outros aqui

Teria coragem de viver um Natal sem compras?

2009-12-13

CLÁUDIA LUÍS

Renunciar ao consumo para ganhar tempo para a família ou para quem precisa pode implicar a revisão de relações pessoais, sociais e dos valores individuais. Reaver o espírito natalício é um projecto para ousados.

O orçamento dos portugueses para o Natal de 2009 é inferior ao do ano passado em 3,7%. Mas a falta de disponibilidade financeira não trava o imperativo das compras da época. Na prática, têm um duplo desafio: gerir a conta bancária e os níveis de ansiedade. Menos pessimismo e mais razão. O consumidor português do Natal de 2009 está diferente em relação ao de 2008. Um estudo recente da Deloitte conclui que a crise económica ensinou as pessoas a comprar melhor e que uma nova geração de consumidores está em evolução.

Fugir da compra impulsiva, comparar preços, estar atento à inovação dos produtos são comportamentos do novo consumidor. "Dá preferência à utilidade e à durabilidade dos bens adquiridos e é cuidadoso na tomada de decisões. A crise tem sido uma experiência de aprendizagem para os consumidores. Este comportamento mais racional e cuidadoso veio para ficar, independentemente da diminuição da intensidade da crise", afirma Luís Belo, da Deloitte Portugal.

Ao analisar as intenções de compra dos europeus para este Natal, o estudo Xmas Survey 2009 revela que, em Portugal, há uma subida de confiança na recuperação económica. Apenas 59% dos inquiridos considera que a economia está em recessão, percentagem que contrasta com os 93% que pensavam o mesmo no Natal de 2008. Da mesma forma, enquanto que 77% dos inquiridos dizia, no ano passado, que o seu poder de compra havia reduzido, agora só 49% respondem da mesma forma. Contudo, este optimismo vem acompanhado de um sentimento de angústia. Os portugueses inquiridos acreditam na recuperação da economia, mas ainda têm um orçamento limitado para as últimas compras do ano. Então, como sobreviver às compras de Natal?

O medo da rejeição social, a explosão da sociedade de consumo, a entrada das mulheres-mães-avós no mercado de trabalho e a competição profissional empurram-nos lojas adentro. Não há tempo. É obrigatório não falhar: as crianças querem a mais recente consola, os adultos não perdoam um presente disfarçado de caro, sob pena de se sentirem desvalorizados. São valores virados do avesso. Somos mais vazios hoje e, por isso, compramos mais. Eis o Natal contemporâneo.

"O que compraria Jesus?" Frase provocatória, coloca o dedo na ferida dos cristãos que enchem as superfícies comerciais para celebrar o aniversário do nascimento de Cristo com uma espectacular troca de presentes. A frase deambula pelas lojas de um centro comercial de Michigan, Estados Unidos da América, numa das acções da campanha "Dia sem compras" que o movimento Adbusters conseguiu instalar em pontos estratégicos do planeta. E para todos a partir da Web.

Reza o manifesto on-line da Adbusters Media Foundation que "só há uma forma de evitar o colapso desta nossa experimentação humana no Planeta Terra: consumir menos". O movimento ganha a forma de uma rede global composta por "artistas, activistas, escritores, travessos, estudantes, educadores e empresários que querem avançar com o novo movimento de activismo social da Era da Informação". O objectivo é "abalar as estruturas de poder instaladas" e provocar uma "mudança radical na forma como vivemos no século XXI".

Este núcleo de activistas encontra no Natal a sua época alta. O momento de ataque da ideologia anti-consumista acontece agora. Recorrendo ao próprio marketing para servir o seu oposto, pode dizer-se que o 'especial de Natal' do "Dia sem compras" é o "Natal sem compras". E, tal como numa campanha publicitária regular, há criativos que desenham estratégias para mover pessoas. A diferença é que o objectivo é fazê-las resistir aos comportamentos consumistas mais descontrolados.

"Talvez o Natal não esteja numa loja, talvez o Natal signifique mais do que isso". "Tu não és aquilo que compras". Frases como estas não aparecem na televisão, na rádio, nem nas revistas. São plantadas nos locais mais procurados pelos consumidores para os confrontar. Fazer pensar.

Em Portugal, O GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, que organiza iniciativas como o "Dia sem compras", ainda não tem um plano para o seu "especial de Natal". Mas tem sugestões para compras com consciência. "Evitar grandes superfícies e marcas suportadas por trabalho infantil e exploração de trabalhadores", avança Pedro Gonçalves, da delegação do Porto daquele grupo. A alternativa passa pelo consumo de "produtos locais, o que elimina o problema do transporte; de produtos biológicos, que dispensam os químicos; e optar pelo comércio justo para comprar produtos que não tenhamos localmente, mas que sabemos que foram feitos com respeito pelos Direitos Humanos".

O problema adensa-se quando não há tempo para concretizar intenções. A psicóloga clínica Ana Queiroz aponta a falta de tempo como uma das razões para a perda do sentido de família do Natal a favor do Natal do consumo frenético. "Hoje a família inteira já não pode reunir-se durante 15 dias, cozinhar os doces em casa, fazer os próprios postais".

Perdeu-se a receita tradicional das rabanadas, há torres empilhadas de bolos-rei nos supermercados, os presentes que já estiverem embrulhados e prontos a levar têm prioridade, há gente sem fim a acotovelar-se junto às caixas registadoras. Em suma, "perdeu-se o verdadeiro espírito natalício - estar disponível para as pessoas, ser solidário", lembra Ana Queiroz.

O enigma de toda esta trama comercial está na convivência do consumo e do desemprego, que hoje apresenta o mais elevado nível de sempre. O orçamento é menor do que o do ano passado, indica o estudo da Deloitte. Falta a coragem para assumir um Natal sem compras. "O medo de ser excluído dos grupos sociais, o medo da rejeição", explica a psicóloga clínica, empurra as pessoas para as compras de obrigação. Na família, no grupo de amigos, no trabalho ou, simplesmente, em público, "hoje vivemos com a pressão de não sermos eliminados".

Segundo o mesmo estudo, tanto em Portugal como no resto da Europa, os livros são os presentes mais procurados para oferecer este Natal, reunindo 54% das intenções. Seguem-se prendas úteis como roupas e sapatos (53%) e, em terceiro lugar, 48% dos inquiridos diz que irá oferecer dinheiro.

Para Ana Queiroz, "os presentes deixaram de ser mimos, passaram a ser afirmações de estatuto social". Numa espiral de pressão, solicitações publicitárias e expectativas sobrevalorizadas, como escapar ao Natal dos cartões de crédito e manter ilesas as relações com os amigos, a família e as crianças? Simples: educar-se para educar.

"A pressão que se sente depende muito do tipo de ligação que temos com os outros. Se os amigos não entendem que este Natal não há dinheiro para presentes, então será preciso rever a relação com esses amigos", diz a terapeuta. Por sua vez, quando se trata do universo das crianças, "elas serão menos materialistas se os pais e os outros elementos da família valorizarem mais o que é criado por elas próprias", continua.

Se aquilo que as crianças observam à sua volta são pais que compram sem critério, que se subjugam à sedução do marketing e que deixam de entender quais são as suas reais necessidades de consumo, então será isso que as crianças tomarão como modelo de comportamento. "É errado receber um desenho que uma criança fez para nós e arrumá-lo na gaveta. Devemos expô-lo num lugar visível na casa. Isso vai valorizar e aumentar a auto-estima da criança. Dessa forma, ela será menos materialista", sustenta Ana Queiroz.


in:

http://jn.sapo.pt/Domingo/Interior.aspx?content_id=1446126



Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!

Da ruptura à acção.

Há umas semanas escrevi sobre a minha visão negra do mundo. Nesse dia, tudo me parecia errado, negro, sem saída. Necessitava tanto de alento e palavras motivadoras, que espalhei o "grito de alerta" aos 4 ventos.

Em retorno, recebi mais do que ânimo recebi dicas e estratégias para a acção, muitas delas que já faziam parte dos meus dias, muitas outras que comecei agora a implementar para que a energia que me move para a crítica possa ser canalizada para algo mais construtivo.

Pensei que estas dicas seriam úteis para mais gente e por isso, com a devida autorização, aqui estão:


Estás a começar a exteriorizar o "Grito do Ipiranga" que há já algum tempo tens entalado no âmago dos teus pensamentos.

Sem dúvida que os "primeiros passos", após atingir determinado grau de consciência e depois de sofrer vários embates entre as expectativas e a realidade, são na direcção do desconforto e da rotura.

Sem dúvida que todos passámos pela etapa existencialmente angustiante de tomada de consciência da insustentabilidade do status quo, dos vários sistemas e finalmente do "sistema" que ainda domina os procedimentos e marca as posturas dominantes na aldeia global.

No entanto, como já foi referido anteriormente, estás de parabéns, por várias e boas razões.
1º - Porque estás suficientemente farta, para a qualquer momento carregares no botão "format" e re-escreveres todo o "programa".
2º - Porque encontraste aqui um "fórum" de pessoas que estão em diferentes estágios de "mudança" bio-psico-funcional que, através dos seus testemunhos e transferência de conhecimentos, poderão dar-te as pistas, dicas e exemplos de como não existe UMA via para a Transição, mas tantas quantas as pessoas que nela decidiram embarcar.
3º - Porque já existe um conjunto de "software" para poderes instalar no teu "disco rígido", o que permitirá que inicies desde já, hoje, aqui e agora, os primeiros passos para projectares e desenhares o teu caminho para um futuro de maior equilíbrio, saúde física e mental e felicidade.

Permito-me, com a maior humildade e o mais sincero desejo de "te ajudar", dar-te algumas pequenas sugestões que poderão fazer uma grande diferença:

1º - Tenta avaliar com honestidade e abertura os teus "recursos energéticos".

2º - Sem perder o teu espírito crítico e lucidez, que devem cada vez mais agudos, selectivos e acutilantes, tenta gerir essa tua "energia" de forma a canalizar cada vez menos dela para a crítica do sistema.
Deixa que te explique:
* Quando canalizamos demasiados recursos para a crítica, a constatação e a verbalização (por vezes necessária) daquilo que encontramos de mau e negativo ao nosso redor, somos emocionalmente assolados por vagas de ira, ódio, rancor, animosidade e toda a sorte de emoções carregadas de um veneno letal que nos contamina e envolve.
* Uma grande parte da humanidade está absolutamente enclausurada nessa armadilha que é a crítica sistémica, a insatisfação, a dor e a manifestação e exteriorização dos conflitos gerados por vivências dissonantes, agressivas e daninhas. Há um número cada vez maior de pessoas nessa situação.
* Infelizmente há também um número cada vez maior de oportunistas que descobriram formas de canalizar essas energias e de as explorar em seu benefício pessoal.
* Se não soubermos manter um rigoroso controle do tempo e da energia que colocamos ao dispor da "crítica", gastaremos uma parte substancial da energia que temos disponível e pouco nos restará para sequer nos mantermos. Sempre que isso ocorre, o défice energético traduz-se no desenvolvimento de patologias e ficamos literalmente doentes, física e emocionalmente.

3º Dedica uma parcela cada vez mais consistente e substancial da tua energia/tempo ao estudo e à colocação em prática de todas as ideias alternativas que são veiculadas pelos grupos de Transição e coloca em marcha a tua própria experiência prática de Permacultura.

Sabemos que é bem mais fácil escrever estas linhas que interiorizar tudo o que elas referem e colocar em prática, mas o essencial é não perdermos a noção da orientação no mapa das nossas vidas e sabermos em cada momento qual o trilho que devemos percorrer em cada um das encruzilhadas que todos os dias se apresentam à nossa frente.

Força amiga Cátia Maciel!
Sugiro que deixes oficialmente o Estado de Rotura...
Entra definitivamente em Transição!
(


Partilhado por Luís Amaral, na rede Permacultura e Transição. Disponível aqui: http://permaculturaportugal.ning.com/profiles/blogs/estou-oficialmente-em-ruptura?xg_source=activity

Mais duas sugestões importantes (na mesma rede):


  • Sorrir sempre - "se sorrires mesmo sem obteres retorno, estás a mudar a energia das suas vidas e da tua. Se lhes transmitires amor e compreensao estás a mudar a energia do planeta!" (Neuron)

  • Aceitar a polaridade - "pensa que essas dicotomias são como a noite e o dia ...... o frio e o calor.... o masculino e o feminino.... é o que é .... love what is.... nada disso é estático.... nem assim tão real.... é um processo em evolução.... " (Ana Marreiro)


Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!

Celebrar a luz interior




É noite de Stª Lucia. A noite mais longa do ano. Apaguem-se as luzes electricas, as tv, rádios e computadores, apaguem-se as luzes dos pinheiros e acendam-se as velas. Celebremos a chama que aquece no inverno, a paz e abundância que representa a quadra natalícia.

Foto de: http://www.waldorfmama.typepad.com/

Os filhos do fim do mundo - Capítulo 13 - A habitação e a energia

Quando compras um automóvel, que custa 20.000 euros, estás preocupado com o seu consumo. Quando compras uma casa, que custa 10x mais, é bom que esta tenha tecnologias de poupança de energia.

Habitas a casa por muitos anos, por muitos anos deves gastar porque consomes energia. Todas as intervenções (para a eficiência energética) pagam-se sozinhas .- mesmo que sejas pobre - porque com os anos, amortiza-se tudo.

A crise financeira pode-nos ajudar a pensar mais.


Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!

Os filhos do fim do mundo - capítulo 11 - Agricultura a preços justos


Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!

Os filhos do fim do mundo - Capítulo 10 - Supermercado verde


Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!

Os filhos do fim do mundo - Capítulos 6, 7, 8 e 9 - Portugal

As crianças




Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!

Os filhos do fim do mundo - Capítulo 5 - Máquina de lavar roupa a pedal

Tenho que me despir e tenho que me entregar ao barro e à vida.




Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!

Os filhos do fim do mundo - Capítulos 3 e 4 - A cidade

Na cidade, um espaço onde as crianças podem aprender que o tomate não vem do supermercado. Um espaço de partilha!





Se é verdade que os taxistas do aeroporto de Barcelona fizeram uma horta, eu tenho que ver! Isso significa que este não é um movimento de revolucionários, é um movimento de toda a gente!

Aqui, memso sem ter fdinheiro, não vivemos uma vida precária. Temos as vantagens da vidae em comunidade, pomos os recursoe em comum e isso reduz a luta diária de cada um na selva capitalista.

Irrealista é a ideia de viver hipotecado ou de crescer até ao infinito com a economia de crescimento.



Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!

Os filhos do fim do mundo - Capítulo 2 - A habitação e a eco-aldeia

Não é necessário muito para viver no campo. Isso é uma ideia da cidade, onde nos dizem que é necessário trabalhar muito para ter muitas coisas das quais não necessitamos.




Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!

Os filhos do fim do mundo

Geraldine e Emiliano,

estão a filmar um documentário, viajando pelo mundo, procurando formas alternativas de viver.

Ela é "Directora de cine, comunicadora, fotógrafa, poeta, diseñadora."

Ele é "Director de cine y teatro, actor, guionista, comunicador"

Podemos segui-los (quase em directo) no seu

blogue - http://loshijosdelfindelmundo.blogspot.com/

site - http://www.loshijosdelfindelmundo.com/

Já vão em 15 capítulos.

Agradeço-lhes aqui publicamente a riqueza de informação.

Recomendo vivamente, pelo conteúdo tão interessante, pela qualidade do trabalho e pela sua atitute de partilha desinteressada, etc, etc,...

:-)

Um abraço

Paulo Silva

de Pombal

in: http://permaculturaportugal.ning.com/profiles/blogs/os-filhos-do-fim-do-mundo-que

Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!

Aniversários e prendas

Depois de ler e reler muitos dos artigos na página e blog Rhythm of the Home, não resisti ao apelo do "Winter Giveaway" que começava assim:

"Há medida que se aproxima o inverno, a vontade de hibernar surge tanto pata animais, que se refugiam nas cavernas e no subsolo, como para as famílias e pequeninos que procuram formas inspiradoras de passar os meses de frio."


Inscrevi-me e escolhi o livro "The Temperaments and the Adult-Child Relationship" e uma consulta com a autora do livro.



O trabalho da Kristie é impressionante e pode ser visto no site The BEarth Institute

As consultas com a Kristie são de naturopatia, herbal healing, interpretação dos sonhos, earthschooling, homeschooling, cura nutricional, Integrated Energy Therapy, iridologia, reflexologia, typology & temperament, homeopatia, Podem-se combinar várias áreas em apenas uma sessão desde que esta não ultrapasse uma hora.

Fomos seleccionados. Fiquei surpresa e contente. Tal como o Rhythm of the Home, o nosso blog - Want a miracle - faz agora 2 anos. Em forma de celebração e agradecimento, vamos também nós fazer um "Giveaway". Mais pormenores em breve.

Esta semana, em visita ao hospital, fui parar à sala de espera e de brincadeiras, do serviço de oncologia pediatria. Enquanto o S. explorava todos aqueles brinquedos, @s menin@s iam e vinham para as consultas.

Uma das famílias chamou-me a atenção pois o menino, de bomba de respiração (não sei como lhe chamar) na mão, ia respirando para o aparelho enquanto brincava tranquilamente.

De cada vez que o S. fazia um movimento mais ruidoso, a mãe do menino - que tinha uns 5 anos - gritava algo como "Para quieto!"; "Não faças asneiras!"; "olha que eu bato-te!"; "Olha que levas!", "Já aqui à minha beira, imediatamente!";

Eu, constrangida, lá me levantei e disse que o menino estava muito tranquilo, era o meu filho que andava a atirar com as coisas.

A mãe, com um ar muito piedoso, olhou-me e disse "não faz mal, é normal, ele é pequenino!" e continuou aos gritos com o filho "já te avisei, põe isso no lugar"; "quando chegares a casa, vais apanhar!"

Fiquei a olhar e a imaginar que perguntava a esta mãe "Porque é que não atira este ao lixo e manda vir outro?"

Quando contei ao pai do S. o sucedido, ele deu a mesma resposta sem sequer saber que esta me tinha passado pela cabeça.

PARTE 2

Esta manhã, na loja do meu pai entrou uma menina de 6 anos para tirar fotografias.

Logo à chegada a mãe da menina diz, com um tom de voz muito irritado: "já chegamos tarde porque esta miúda está doente, passou a semana toda sem ir à escola. Nem fomos à piscina!"

Durante os minutos que estiveram na loja, repetiram-se as reprimendas "porta-te bem"; "está quieta", "não vás para aí!"; "fica aqui quietinha"; "ai a rapariga, não para quieta, já não chegou estares a semana toda doente e eu em casa a aturar?".

Com uma gargalhada, o meu pai perguntou:

- Vocês, ao virem para aqui, não passaram pelo Rio Leça?
- Passamos - respondeu a mãe meio confusa.
- Então porque que é não a atirou da ponte? Assim já ficava quietinha.

Não tenho a mesma tranquilidade que o meu pai para dizer estas coisas, mas que me passam pela cabeça, lá isso passam. Quem sabe a idade me dá alguma sabedoria para consegui intervir em defesa de crianças que estejam nestas situações e ao mesmo tempo mostrar empatia para com a mãe/pai que estão a dar o seu melhor?

No site Natural Chil Project há reflexões muito interessantes sobre o que em inglês se chama de "advocate fo children". Agora não tenho tempo para pesquisar quais são os artigos mas fica o link para quem desejar saber mais: http://www.naturalchild.org/

Se conhecerem outras referências sobre este tema, enviem que serão muito bem vindas.


P.S. O S. está cheio de vitalidade e saúde, a visita foi mesmo só visita.

Este momento #5

{this moment} - Um ritual de Sexta-feira. Uma foto captura o momento da semana. Um momento simples, especial, extraordinário. Um momento para parar, relaxar, relembrar.




Esta semana estou grata:

- por ter iniciado este ritual semanal de agradecimento;
- pela paz interior que surge nos momentos mais difíceis;
- pelo companheiro que o universo me trouxe para a caminhada;
- pelo sol que voltou depois de 5 dias de céu cerrado.

Desejamos-te um fim-de-semana maravilhoso!

Inspirado por http://www.soulemama.com/

Este momento #4

{this moment} - Um ritual de Sexta-feira. Uma foto captura o momento da semana. Um momento simples, especial, extraordinário. Um momento para parar, relaxar, relembrar.

(imagem removida)

 
Esta semana estou grata:
- pelos planos, projectos e sonhos;
- pelas palavras sábias que chegam quando menos e de onde menos se espera;
- pelos acontecimentos tristes que nos ensinam a ser mais simples e a ultrapassar o superficial;

- pela capacidade de ver o bom e o belo quando e onde estes parecem estar ausentes.


Desejamos-te um fim-de-semana maravilhoso!

Inspirado por http://www.soulemama.com/

Os livros da minha infância

estive a ver os meus livros de infância para os dar ao meu filho e encontrei a colecção Pequerrucha das Edições Majora.

Dei uma olhadela e percebi que não podem passar para o pequeno porque a qualidade das histórias é sofrível, cheias de estereótipos de cor, género e quase todas elas tem por base o paradigma de educação baseada no castigo/recompensa.

Vim á net procurar algumas imagens sobre a colecção para poder este texto e fiquei a perceber que é coisa de coleccionador, que se vendem e compram exemplares destes livrinhos como se de joias se tratasse.

A minha colecção tem 24 volumes. os primeiros 12 elencados no blog A Nossa Infância

1- As Aventuras do Urso Felpudo
2- O Palhaço Ambrósio e o Tareco
3- Os Anos de Nani
4- Laila e o Leão Bebé
5- O Sonho do Tomás
6- A Casinha Colorida
7- O Cachorro e a Boneca (perdido)
8- O Cavalinho de Borracha
9- "Mia" o Porquinho-Mealheiro
10- A Bagagem
11- O Palhaço Faustino e a Caixa Mágica (perdido)
12- A História do Chouriço

e mais 12:

13 - O Galo Catavento
14 - O pequeno Quinzinho
15 - Cristovão e o Balão
16 - Rani e o Seu amigo
17 - Du-du e os seus 3 amiguinhos
18 - A Gansinha toleirona (perdido)
19 - O pequeno moquinhas procura amigos (perdido)
20 - príncipe Pedro da porcelânea
21 - O rato da casa da floresta
22 - O misterioso caderno de desenho de Quim
23 - O casamento dos pássaros (perdido)
24 - O rei leão e os seus animais

É impressionante como me recordo de todas as histórias. Não sei quantas vezes terei lido cada uma nem em que situações o fiz mas recordo-me de todas elas, mesmo daquelas cujos livros perdi. Mais impressionante ainda é como a minha criança interior sente a vibração de outrora ao ver as personagens que sofrem, as que estão tristes etc... Isto faz-me pensar na importância que um simples livro pode ter para os nossos filhos.

Quando era pequena, sonhava muitas vezes que ia para a escola de pijama. Isso também acontecia com vocês? Claro que era mais um pesadelo do que um sonho, com os meninos e meninas todos a rir de mim e a apontar o dedo. Qual não foi o meu espanto quando começo a ler o primeiro livrito que me vem à mão - O Sonho do Tomás - e descubro que o Tomás, por ser mandrião e não se querer levantar de manhã, vai para a escola de pijama sob o escárnio não só de toda a escola como de toda a cidade? Virá daqui o meu repetido pesadelo?



Continuo a gostar das rimas e da sonoridade destas histórias.

Inspiração Dezembro 2010 | Lua Fria




http://www.warrenleecohen.com/luciana/2009/11/advent/

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O Ritmo da Casa

Desde que o S. nasceu, dei-me conta da importância que a celebração e os pequenos rituais assumem no nosso desenvolvimento percebi também a importância das rotinas para a construção de um dia-a-dia harmonioso.

Vale a pena espreitar:

Outono, tempo de introspecção e de deixar fluir

Estamos quase, quase no fim do Outono, a estação do desapego, de deixar fluir. Todos os anos, assim que se revela a primeira brisa de Outono, sinto necessidade de recolher, de fazer um balanço e de planear o futuro.

O Inverno é a Estação da Reflexão, a Primavera do Renascimento, o Verão da Celebração e o Outono é estação da Transição, a estação e que nos perguntamos "O que é que necessito de deixar partir?"  Pode ser os nossos habituais pensamentos de preocupação e ansiedade; pode ser a nossa tendência para criticar o nosso parceiro; ou de nos zangarmos com os nossos filhos; ou aquela voz que nos diz constantemente que não somos suficientemente boas pessoas. Seja o que for que necessite de ser libertado, temos agora a oportunidade de deixar cair, juntamente com as folhas de Outono e deixar que se decomponha, se transforme em terra. 

O Outono é também a altura em que nos damos conta da passagem do tempo: mais um verão que terminou, mais um ano escolar... Se as memórias forem positivas, ficaremos inundados pelas boas sensações que nos trazem. Se as memórias nos trouxerem tristeza, é uma oportunidade para permitir que os sentimentos tristes aflorem e até que se transformem em lágrimas, rolem e caiam o chão como as folhas de Outono.
 
Será este o momento para deixar partir velhos hábitos? Vale a pena perguntar: "Qual é para mim o melhor momento para deixar ir o velho hábito, o pensamento X ou Y?" e, quando sentirmos que esse momento chegou, deixar partir com as folhas de Outono.


 Tradução e adaptação livre de Autumn ~ The Season of Letting Go

Porque é que a nossa felicidade depende do afecto?

"The expression of love is also very important at the time of birth. Since the very first thing we do is suck milk from our mothers’ breast, we naturally feel close to her, and she must feel love for us in order to feed us properly; if she feels anger or resentment, her milk may not flow freely. Then there is the critical period of brain development from the time of birth up to at least the age of three or four, during which time loving physical contact is the single most important factor for the normal growth of the child. If the child is not held, hugged, cuddled, or loved, its development will be impaired and its brain will not mature properly."

Sua Santidade o Dalai Lama

Fonte:
www.healyourlife.com
http://www.healyourlife.com/author-his-holiness-the-dalai-lama/2010/11/wisdom/inspiration/our-need-for-love

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