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O fim e o início - Último post


No outro dia citei Wayne Dyer para expressar a minha vontade me focar no conhecimento em vez da conquista, na serenidade em vez da realização.
Hoje complemento com as palavras de Pema Chodron

"Podemos descobrir o processo de deixar fluir e relaxar durante a nossa vida. Na verdade, esta é a forma de viver: pára de lutar com o facto de que nada é suficientemente sólido para se iniciar e com o facto de que as coisas não perduram (...) relaxa em vez de lutar com isso. Prepara-te para morrer vezes e vezes sem conta. (...) Dá espaço para que algo novo surja. (...) A cada respiração, deixa que seja o fim desse momento e o nascimento de algo novo"

e de John Travels,

" Até então, eu vivi uma vida de pressão, de prazos (auto-impostos) utilizando a adrenalina para me fazer realizar coisas, sentindo sempre que algo desconhecido, mas temido, me iria ganhar se eu não tivesse algo concreto para mostrar, a mim mesmo, no final de cada dia. Tentei deixar esta forma de estar para passar focar-me no amor e nos relacionamentos como sendo os meus valores mais elevados mas, fui guiado pela minha necessidade de mostrar, a mim mesmo, que posso fazer algo (...). Isto continua a ser mais verdadeiro do que eu gostaria."

para constatar o quanto é grande a minha lista de "realizações"... a começar por este blog, passando pelas várias listas e rede sociais em que estou inscrita.

Termino, este post e este blog, citando António Aleixo,

"Não, não. Tudo se transforma e nada desaparece"

menos uma...

... o que se segue? É aqui que suplanto o meu principal medo, relaxar no vazio e não ter medo de o descobrir.

Se eu tivesse só 1 conselho a dar aos papás e futuros papás, seria este.

Ocupa-te da tua mulher e deixa que ela se ocupe do vosso bebé. Se ela estiver feliz, o bebé estará feliz; se ela estiver tranquila, o bebé estará tranquilo; se ela for amada, estimada, nutrida, o bebé será estimado, amado, nutrido; se ela estiver alegre, o teu bebé sorrirá, se ela se sentir segura e em paz, o bebé sentir-se-à seguro e em paz com ela e através dela.

Nos dias em que, perante a tua mulher, com o vosso bebé nos braços, te sentires incapaz transmitir amor, segurança, paz, carinho, tranquilidade, alegria, talvez não estejas sozinho, talvez não seja por incapacidade e culpa tua. Nesses dias, ou nos dias bons em que podes preparar os menos bons, lê o texto que se segue. Quem sabe encontras aqui algumas respostas?

http://www.corecreatives.com/chapters/MSS_2Travis.pdf

Será que há homens a ler isto?

Audio Dharma Talks - John M. Travis - Gratuito

http://www.johntravis.org/audio.html

Sociedade das Mães

Olá amigas,

convido-vos a entrar no grupo Sociedade de Mães, uma rede que está a nascer para unir as mães que estão em Transição para um mundo melhor.
Deixo o email da criadora do projecto (Sofia Passos) com as os links para conhecerem melhor o projecto!

PORQUE UNIDAS SOMOS MAIS FORTES!
Beijinho
Cátia Maciel


Mães em Transição ( e pais e todos)

A primeira coisa de que uma rede precisa é de ser uma rede e para isso precisa de uma malha de pessoas tão consistente quanto possível. Para isto a quantidade conta.

Para pôr a maquineta a rodar foi criado o site:
http://maesdetransicao.webnode.pt para juntar a biblioteca, os recursos e toda a informação que se vai juntando. Este é um trabalho nunca acabo e que nos permite chegar facilmente a cursos online de permacultura, a cursos de resiliência, a biografias das pessoas que sistematizaram aquilo que hoje nos inspira. ( a vossa participação faz toda a diferença)

temos também o grupo de Mães de Transição no facebook, para que quem tenha um perfil possa divulgar facilmente.

Pesquisem por Mães de Transição e que a divulgação comece. O grupo tem toda a base da Transição e dos princípios que nos movem, para que entre quem tem alguma coisa a ver.

Temos ainda o Fórum. Está em fase teste, precisamos muito de feedback.
Peço que visitem http://maesdetransicao.forumgoo.com/index.php
e verifiquem tudo. Feedback é indispensável.

Muito importante não esquecer que embora todas estas ferramentas sejam virtuais, o nosso objectivo não é virtual. Apenas a internet é inegavelmente uma forma estupenda de chegar às mais improváveis pessoas e conhecimentos.

E pronto. Quem queria ajudar tem agora uma oportunidade. Divulgar.
Qualquer dúvida é só entrar em contacto.


Abraço amigo
Sofia
--

'Foco-me no que é importante na vida. Qualidade em vez de aparência, ética em vez de regras, integridade em vez de dominação, conhecimento em vez de conquista, serenidade em vez de realização" Wayne Dyer

Psychiatry Labeling Kids with Bogus Mental Disorders - CCHR - NaturalNews.tv

Psychiatry Labeling Kids with Bogus Mental Disorders - CCHR - NaturalNews.tv

Este Momento 14# a 16#

{this moment} - Um ritual de Segunda-feira. Uma foto captura um momento simples, especial, extraordinário. Um momento para parar, relaxar, relembrar. Um momento de agradecimento, de aceitação e de paz.



 Esta semana estou grata:
- pelo amor;
- pelo pão integral com canela, maçã, passas e mel. 



Porque são mais os "dias-de-semana" do que os de "fim-de-semana", resolvi mudar e passar a desejar-te uma Semana Maravilhosa!

Inspirado por soule mama e waldof mama

O meu Corpo é o meu Templo: Benção da Mulher

O meu Corpo é o meu Templo: Benção da Mulher:

"
Tocando o chakra da coroa (topo da cabeça), diga:

"Abençoa-me Mãe porque sou Tua Filha "

Tocando o chakra da terceira visão (entre a as sobrancelhas), diga:

"Abençoa a minha Visão, para que eu veja a Ti na minha vida."

Tocando chakra da garganta, diga:

"Abençoa minha voz, para que ela propague o Teu amor por todos''

Tocando o chakra do coração (entre os seios), diga:

"Abençoa meu coração, para que ele se abra e se encha de amor por todos."

Tocando o plexo solar (na altura das costelas inferiores), diga:
"Abençoa minha energia vital que vem de Ti."

Tocando o chakra da barriga (abaixo do umbigo), diga:

"Abençoa o meu útero e ovários, para que eu pratique sexo com amor."

Tocando o chakra base (genitais), diga:

"Abençoa os meus genitais, Portal da vida e da morte."
Tocando a sola dos pés, diga:

"Abençoa os meus pés, para que possam trilhar Teu caminho e o meu."

Tocando a palma de ambas as mãos, diga:

"Abençoa as minhas mãos, para que elas façam Teu trabalho , que é o meu trabalho neste mundo."

Tocando novamente o chakra da coroa, diga:

"Abençoa-me, Mãe porque sou Tua Filha e sou uma parte de Ti.
"

Essa cura produz milagres e abre o caminho para todas as curas subsequentes.
"


Obrigada Teresa

vacinas

Há quem diga que são muito más e quem defenda que são muito boas. A maioria das pessoas não pensa no assunto.

Redes sociais e blogosfera agravam déficit democrático

Enquanto cidadãos de um país democrático dispomos de, pelo menos, duas formas efectivas de participação às quais se convencionou chamar de democracia representativa e democracia participativa.Concluo depois de muita estrada percorrida que a maioria da população desconhece os mecanismos que permitem, quer numa, quer noutra, dar voz às suas necessidades e objectivos.

Por ser tendencialmente (re)activa e gostar mais de fazer do que de delegar, tendo a seguir e iniciar movimentos que impliquem participação activa e espero sempre, com isso, construir um mundo melhor para mim e para quem me rodeia.

Desde a adolescência que participo em acções de recolha de assinaturas, manifestações por e contra as causas que, a cada ano, me foram parecendo as mais importantes ou urgentes. Sempre foram grupos pequenos, com poucas pessoas realmente empenhadas em participar e trabalhar para o bem comum e com resultados em concordância com o número de pessoas e recursos mobilizado, i.e., igualmente pequenos mas bons.

Passei por uma fase (se é que podemos chamar fase a uma década inteira) em que a frustração gerada pelas  acções falhadas e o descrédito em tudo o que implicasse participar, partilhar e criar comunidade, fez com que me afastasse e me dedicasse à alienação maior do trabalho/dinheiro seguida da não menos individualista empreitada de desenvolvimento pessoal e espiritual. Passada a década de experimentação hedonista, eis que o acesso fácil à internet e a banalização dos grupos de discussão, plataformas, blogs, sites e redes sociais dedicadas às mais diversas causas, fazem ressurgir uma nova centelha que veio aquecer os meus sonhos democráticos.


Foi via internet que, na última década, encontrei grupos de interesse, conversei com pares, aceitei e lancei desafios, assinei petições, apoiei causas, comentei notícias de imprensa escrita, divulguei  tudo o que me pareceu importante ou urgente, fiz perguntas, dei respostas, li, analisei, reflecti, aprendi e acreditei estar a fazer a diferença.


Já passou tempo suficiente para perceber que, ao nível dos resultados, a aderência em massa a uma dada causa não é o garante de resultados maiores do que os auferidos pelo pequeno grupo de outrora. Pelo contrário, percebi haver aqui uma dupla perversidade: por um lado, a utilização em massa da internet - especialmente das redes sociais - enquanto meio de participação, veio encher as medidas de uma cultura de base catolicista onde o que se aparenta é mais importante do que aquilo que realmente se faz (ou empreende) pelo que, um "gosto" no facebook ou um comentário de apoio e/ou, por exemplo, demonstração de intenção de voto na causa X ou Y, são entendidos, por quem o faz e por quem o lê, como "dever cumprido"; por outro lado, a própria utilização do computador e da internet encerra cada vez mais os indivíduos sobre si, permite levar à exaustão teórica os mais variados temas sem que exista qualquer repercussão na acção e rouba o tempo de interacção física que é essencial à verdadeira participação e construcção conjunta.

Assim sendo, em termos de resultados, a folia participativa mediada pelo computador tende a gerar acções tão nulas e tão vazias como a própria democracia em que vivemos.


(nota: e nem falo dos gastos de energia para a fabricação e utilização dos computadores, do espaço em servidor que todas estas páginas de Internet ocupam com o consequente gasto de recursos para os alimentar e das consequências das horas passadas em frente ao computador em termos de saúde/doença. O quanto se poderia verdadeiramente fazer com todos os recursos assim desperdiçados?).

imagem retirada daqui
"A cidade não é uma causa, é uma consequência!"

E com esta veio o questionamento de toda uma estrutura de pensamento e (re)acção. O castelo de cartas desmoronou-se. 

Cooperativas de jantares


Em tempos escrevi um post onde falava na necessidade que sentia de os vizinhos se entre-ajudarem e de como seria interessante juntar-mo-nos para, por exemplo, confeccionar o jantar para a vizinhança nem que fosse uma vez por mês. Já vivi numa casa onde cada um dos seus 23 habitantes, de 23 em 23 dias, era responsável pelo jantar de todos os comensais e quem bem se jantava nessa altura. Nem vale a pena referir o bem que sabia não ter que pegar em panelas durante quase um mês.

Ja pensei em propôr isso cá no prédio mas desisti da ideia, tenho ainda muito terreno a preparar antes disso. Mas, porquê encarar a vizinhança de uma forma tão retsrita? Porque não alargar a vizinhança a todas as pessoas e famílias que queiram comportar-se como verdadeiros vizinhos? Ora bem, foi o que fizeram estas mães e venham que bons resultados:

" LOVE the dinner co-op! Love it! Once a week, I get to cook a meal that I'm really excited about--and prepared for. Then twice a week, a delicious hot dinner magically arrives at my doorstep. I rarely need to cook on Tuesdays and Thursdays, because we often have leftovers. And on weekends, Eric can cook. Dinnertime has turned from the bane of my existence into something I really look forward to--both the days I cook and the days I receive meals. "

Quem alinha em mais esta aventura? Depois digam-me como estão a correr os vossos jantares cooperativos!



A minha inspiração: 
http://rixarixa.blogspot.com/2010/11/dinner-co-ops.html via Grupo de apoio "Entre Mães"

Outros:

http://dinersjournal.blogs.nytimes.com/2010/06/22/how-to-create-a-dinner-co-op/

“Não procuro um corpo perfeito ou uma forma perfeita de o alimentar. Procuro uma relação com a comida que me traga saúde, paz de espírito e que me permita sentir-me bem na minha pele" – Dayna Macy
You can Heal Your Life

Imagem e dicas sobre super alimentos aqui