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A felicidade e o trabalho

"Fazer dinheiro é uma invenção relativamente recente, algo em que os senhores feudais tropeçaram há oitocentos anos, quando descobriram, mesmo por acaso, que os seus servos preguiçosos pareciam muito mais felizes quando tinham menos tempo livre, mais trabalho para fazer e a expectativa de algumas moedas douradas como recompensa.

É um triste comentário sobre a natureza humana, mas as pessoas em geral preferem labutar das nove às cinco, em vez de se ocuparem de vez em quando, com periodos de descanso entretanto.

A nova economia do dinheiro do século XII anunciou o início dos tempos modernos e o fim da era dos meandros.

Não deixe actividades mercenárias tomarem conta da sua vida. Vadie, de vez em quando. Mostre ao sistema feudal que na busca da felicidade existe mais do que um emprego certoi, um horário rígido e um cheque de ordenado chorudo."

In, A arte de não fazer nada
É imperativo difundir este vídeo. Ponham nos vossos blogs, murais, mandem o link por mail, façam download. Primeiro caiu a Grécia, depois caiu a Irlanda, Portugal acabou de cair e a seguir é a Espanha. Para entender qual é o verdadeiro objectivo da consequência da entrada do FMI, é essencial ver este filme.


A Doutrina do Choque from Muito Aterrorizado on Vimeo.

Este momento


Estou grata:
- pelo amor que sempre se renova;
- pelo sorriso do S.;
- pela família que está presente;
- pela amizade de tod@s quando fazem parte dos nossos dias;
- pelo sol quente de primavera;
- pelas refeições;
- pelo sol de primavera;,
- pelo leito da infância que continua quente e confortável;
- pelo ar limpo;



Desejo-te uma Primavera Maravilhosa!

Inspirado por soule mama e waldof mama
As palavras que não dizes em voz alta podem ser sentidas

A(s) escola(s)

http://sudval.org/ 

 http://clonlara.org/ 

http://www.clonlaracampus.org/

http://secondfoundationschool.wordpress.com/

http://www.homeschoolers.org/

Crafty mama

http://www.flickr.com/groups/kidscraftweekly/pool/with/5652089995/


http://www.kidscraftweekly.com/newsletters.html

http://sandradodd.com/strew/deblist

Do trabalho aos filhos | Dos filhos ao trabalho

"I have developed certain habits for helping myself over
those transition moments from *focused on kids* to *focused on writing* and vice versa. I usually transition from kids-to-writing by writing *about* the kids for 15 or 20 minutes---that's how my blog came into being 6 years ago.
The writing-to-kids transition takes more mental effort, if I've been deep into the work--it can be a bit like when you wake up from a vivid dream and you're groggy and distracted for a few minutes. Lately my favorite way to make the transition is to visit your Just Add Light and Stir blog. It's like a little shot of mental mom-espresso for my brain, a stimulant for the part of me that wants to be present and attentive and cheerful when I walk back
out into this houseful of kids.
"


Obrigada Lissa. 

AlwaysLearning

Sobre a vida, sobre o unschooling

http://justaddlightandstir.blogspot.com/

"Unschooling doesn't need to be done during school hours. It does need 
parent involvement but it can be done any time of the day."

 AlwaysLearning - Joyce Fetteroll

Activismo contra o excesso de intervenções no parto.

http://gehspace.com

é curioso que o youtube considerou um vídeo onde se faz uma manobra de kristeller como traumático mas, milhões de mulheres são, todos os dias, vítimas destes e de outros abusos mas tem que ficar caladas.

Nem sequer outras mulheres (tendo ou não passado por intervenções desnecessárias e traumáticas no parto) se solidarizam com quem discute, divulga e procura alternativas Às práticas institucionalizadas e generalizadas.

Não digo que não existam manobras necessárias e que salvam vidas.O argumento de que os médicos salvam vidas e que antigamente se morria mais no parto do que agora, não pode ser responsável pelos abusos obstétricos que todos os dias são cometidos.

Não podemos, simplesmente, deixar de questionar a medicina porque os médicos, quando necessário, nos permitem continuar vivos.

Sem questionamento nada evolui e não me venham dizer que os médicos e a medicina já tudo descobriu e não tem mais nada a aperfeiçoar. Nem sequer eles próprios tem soberba suficiente para pensar isto.

Já perdi a conta ao número de vezes que a minha tentativa de informar e alertar para os erros que se cometem durante o parto e trabalho de parto foram vistos, por familiares, amigos/as, conhecido/as e desconhecidos/as como "frescura", "teimosia", "irresponsabilidade", "discurso anti-sistema", "esoterismo", "parvoíce", "pessimismo" e sei lá mais o quê que possa andar da cabeça de muitos/as dos/as que me lêem e ouvem.

Eu sei que esta conversa sobre os abusos obstétricos vos incomoda mas o vosso incómodo não retira a verdade aos meus argumentos, não esvazia de significado as minhas acções e não é motivo suficiente para me manter calada. Ou será motivo suficiente para eu não me manter calada?

Querida mulher e mãe, se no teu trabalho de parto, parto e pós parto aconteceu algo ue na altura não questionaste mas que agora ouves descrever como sendo errado e desnecessário; se ler e ouvir falar sobre estas coisas te faz reagir negativamente, sentir tensa ou ficar defensiva/ofendida com quem aponta o dedo ao abuso obstétrico; se tiveste paciência de ler este post até aqui: para, sente o que o teu corpo te está a dizer, permite-te sofrer a dor do abuso, se tal for necessário. tens esse direito. Ninguém te vai condenar por isso. Nem mesmo os/as médicos/as e enfermeiros/as que te magoaram e magoaram o teu bebé virão acertar contas contigo. Não sejas tu a primeira infligir-te essa condenação ao não te permitires sentir.

Querida amiga, conta a tua história, procura informações sobre o que te aconteceu, deixa que a compreensão e a partilha te guiem no processo de cura. Se não o fizeres agora, de forma consciente, mais cedo ou mais tarde o teu corpo vai libertar essa dor recalcada (e que empurras cada vez mais para dentro ao negares que o erro obstétrico existe e ao te insurgires contra quem o denuncia) sob outra forma qualquer.


Aqui está o vídeo: http://www.youtube.com/verify_age?next_url=http%3A//www.youtube.com/watch%3Fgl%3DES%26feature%3Drelated%26hl%3Des%26v%3DbPW8m0_wUUk

manobra de Kristeller - ou quando te saltam para a barriga para empurrar o bebé à força!


apetece-me lá ir e bater-lhes cada vez que me lembro da médica, aos gritos de esforço, a fazer força na minha barriga. E aquela gente toda a olhar e a falar ao mesmo tempo e eu sem conseguir respirar e a tossir de falta de ar e... para o inferno com todos eles, é o mais simpático que me ocorre escrever!

Como é que não haveria de ter ficado com lesões pós parto que, até hoje, me atormentam?



Mais infos:

http://www.scielosp.org/scielo.php?pid=S1413-81232005000500023&script=sci_arttext

http://porunpartorespetado.espacioblog.com/post/2008/08/23/maniobra-kristeller

http://porunpartorespetado.espacioblog.com/post/2008/08/23/maniobra-kristeller

Efeitos secundários da epidural

Não defendo que todas as mulheres do mundo devem parir sem epidural mas acredito que todas tem o direito de conhecer os seus efeitos secundários. Não concordo que a maioria das pessoas se recuse a falar, e chegue a negar, os efeitos secundários desta anestesia.

Things To Know About Epidurals:
1. Causes longer labors with slower progress.5 6
2. Can cause fevers in mothers during childbirth. 7
3. Increase use of pitocin by as much as 3 ½ times, which causes slow and irregular
contractions. 5 8
4. Increases use of antibiotics in your baby by as much as 4 times. 4
5. Increases use of forceps by as much 4½ - 20 times.5
6. Causes neonatal jaundice due to altered red blood cells. 9
7. Increases the incidence of birth trauma due to the use of mechanically assisted
deliveries. 10 11
8. Causes adverse behavioral effects of the neonate

http://www.birthresourcenetwork.org/resources/55-the-epidural-epidemic

The Epidural Epidemic

www.birthresourcenetwork.org

San Diego Birth Network: provides various forms of support (physical and emotional) in the childbirth process

O pénis - entre mitos e tabus, prevalece a ignorância

É essencial os miúdos andarem sem fralda e poderem mexer livremente na pilinha.

A maioria dos meninos não pode mexer na pilinha por andar sempre de fralda e por ser "feito", "sujo", "pecado" e mais qualquer outra coisa má.

Isto traz duas consequências:
- em termos físicos a pele do prepúcio nunca é mexida e pode realmente colar/infectar;
- em termos emocionais, há uma relação de culpa com o pénis o que irá ter repercussões na vida sexual e na vida em geral.

Que auto-estima e sentido de auto realização constrói um homem que se sente culpado por tocar no seu próprio pénis?

Que pena que não se faziam estudos há uns séculos atrás, gostava de saber a % de meninos/homens submetidos a "circuncisão de emergência", "correcção de fimose", "esticão forçada do prepúcio" antes da generalização do tabu associado ao sexo. Deviam ser imensos!!!

Já estou a imaginar o pessoal a fazer estas pequenas cirurgias aos miúdos, nas cavernas. Ou as mães a levarem os bebés ao rio, todo o santo dia, para lhes poderem puxar pela pila ou ela colava daí a uns anos!

http://www.doctorsopposingcircumcision.org/info/info-forcedretraction.html

Parto Activo - Movimento Internacional

Por Agnes Kodama, via Apoie a Obstetrícia - USP / Support Midwifes - USP

O dia em que Janet disse pela primeira vez “parto ativo” talvez tenha sido o mais importante da história da obstetrícia na Europa... desde o dia em que o médico francês Mauriceau assumiu o comando desse evento e colocou a mulher para parir deitada.

Michel Odent, obstetra francês, na Introdução do livro “Parto Ativo: Guia Prática para o Parto Natural” (1989, Ed. Ground).

Janet Balaskas, educadora perinatal (saúde na gravidez, parto e pós-parto), é a fundadora do movimento internacional pelo Parto Ativo. Pela primeira vez Janet Balaskas está no Brasil, e virá a São Paulo discutir sobre os movimentos de mulheres pela mudança no parto, em debate promovido pela Universidade de São Paulo.

Reconhecida como um ícone do movimento pela humanização do parto e nascimento, sua visita ao país acontece em boa hora. Recentemente, a divulgação da pesquisa Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado (Fundação Perseu Abramo, 2010. Disponível em http://www.fpa.org.br/sites/default/files/pesquisaintegra.pdf) revelou que 25% das mulheres sofrem algum tipo de violência institucional durante o atendimento ao parto. A violência obstétrica foi mostrada em toda sua crueza e teve grande repercussão na mídia, no meio médico e em órgãos públicos.

Ao mesmo tempo, a ameaça de fechamento do curso de Obstetrícia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, único no país, levou centenas de mulheres às ruas de São Paulo. Obstetrizes, enfermeiras e ativistas pela humanização do parto manifestaram-se nas ruas contra a recomendação administrativa, e embasaram seus argumentos nas melhores evidências científicas disponíveis, quais sejam: as obstetrizes favorecem o parto fisiológico de mulheres saudáveis, e, comprovadamente, estão associadas aos melhores resultados maternos e neonatais.

Na próxima quarta-feira, dia 20 de abril, às 9h30, Janet Balaskas estará na Faculdade de Saúde Pública da USP para compartilhar com o público suas boas experiências com o movimento de mulheres em defesa do Parto Ativo. O início desta história nos remete à Londres de 1982, quando cerca de seis mil pessoas foram às ruas contra a imobilização das parturientes no leito, as episiotomias de rotina, e outras intervenções dolorosas e antiquadas. Há quase 30 anos, na Inglaterra, com liderança de Janet Balaskas, o movimento organizado de mulheres conseguiu acabar com práticas obsoletas e agressivas no parto (como o corte da vagina, a proibição de acompanhantes e a imobilização física das mulheres) que ainda atormentam as mulheres brasileiras, fazendo do parto um evento médico doloroso e induzindo-as para a cesárea anestesiada.
O MOVIMENTO INTERNACIONAL POR MUDANÇAS NA ASSISTÊNCIA AO PARTO
Hoje às 9:30
Faculdade de Saúde Pública - USP Av. Dr. Arnaldo, 715 - São Paulo - SP

Leite de Amêndoa

Hoje experimentei uma receita que achei na net.
ficou delicioso!

Quando um litro no Celeiro, pode chegar aos 4,9€ e um copo de amêndoas com pele no Jumbo custa só 1,29€ (e dá c. de 0,5L, não diluído): façam as contas!

Leite de amêndoas:
- 1 copo de amêndoas sem pele (eu mergulhei-as 30 seg em água a ferver e depois a pele sai pressionando)
- 1/2 copo de sultanas (opcional, para adoçar)
- 2 copos de água

Demolha-se os frutos secos na água por 8 a 12h.
Tritura-se tudo no liquidificador ou com a varinha mágica.
Coa-se com um passador de rede.
Coa-se novamente com um pano fino, de preferência branco de algodão.

O leite fica pronto a usar. Quem achar muito forte pode juntar água a gosto.
A pasta de amêndoa pode ser usada para bolos, pão, sopa, etc.

Aqui podem encontrar os nutrientes da amêndoa: http://www.nal.usda.gov/fnic/foodcomp/cgi-bin/list_nut_edit.pl
Nomeadamente, é rica em proteínas, lípidos (que favorecem o bom colesterol), e minerais como potassio, magnesio, fosforo e calcio (25% da DDR por 100g de amendoa)



Beijos!!!

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moya
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http://moyinha.blogspot.com/

Radiação

http://healthychild.org/blog/comments/japan_and_radiation_fall-out/

Curar-se

Medicina alternativa de A a Z

http://www.sunnet.com.br/biblioteca/livros-e-textos/medicina-alternativa-de-a-a-z.pdf

Sobre o unshoolong - ou como dar cabo dele

http://www.sandradodd.com/screwitup

5 semanas de cooperativas de jantares

Desculpem estar em inglês mas é a língua de comunicação entre as cooperantes.

1)

- Indian Delight: red lentil dahl, rice, raita

- Salada de Bacalhau Primavera: Pasta w/ veggies & bacalhau; oranges

- Veggie stew with sweet potatoes

2)

- Spicy veggie burgers, roasted potatoes +yucca, carrot/apples/beetroot salad; toddler muffins

- Asian noodles with kelp, tofu with seeds; oranges

- Spinach/mushroom quiche, green salad


3)

- Millet pasta with mariscos and veggies

- Pasta with lentils and aubergine; salad

- Ratatouille, rice; chocolate eggs

4)

- Asian rice noodles w/ shrimp and veggies

- Dahl for my Dahlings: red lentil dahl, rice; fruit/nut bar

- Falafel, rice, green salad

5)

- Savory brown rice: rice with veggies and nuts, green salad with avocado

- Viva Mexico: rice&black beans, lettuce, tomato,cheese, guacamole, tortillas/arepas; choc eggs

A doença como aliado

Sua doença é o seu aliado, não seu inimigo
:: Silvana Partucci ::

Este é um artigo publicado no "La Vanguardia em 27/11/2002", é uma entrevista antiga, mas de grande interesse. A Entrevistada é Ghislaine M. Victor Lactot Amela (que aparece na foto ao lado), uma ex-médica e autora de "A Máfia Médica", que desafia o atual sistema de saúde.

Tenho 61 anos e nasci em Montreal (Canadá). Fui médica e hoje sou Ghislaine Lactot, médica da alma. Divorciei-me duas vezes, tenho quatro filhos (de 37e 28 anos) e quatro netos. Política? Soberania individual! Acredite em si mesmo: você é divino e se esqueceu.
A medicina moderna promove a doença, não a saúde: a denúncia sobre isso está em meu livro "A Máfia Médica".

Estou gripado, o que você me receita?
- Nada.

Nem um pouco de Frenadol?
- Por quê? Para encobrir os sintomas? Não. Cuide de seus sintomas, ouça-se! E sua alma vai dar –lhe a receita.

Mas eu fico na cama ou não?
- Pergunte a si mesmo, e faça o que sente que lhe convém mais. Acredite em si mesmo!

Mas os vírus não se importam com o que eu acredito!
Oh, agora vejo: você escolhe o papel de vítima. A sua atitude é: "Eu peguei a gripe. Eu sou uma vítima de um vírus. Preciso de remédio"!
- Claro que sim, como todos...

Bem, aí está... A minha atitude seria: "Eu me dei uma gripe de presente. Eu sou o responsável! Devo cuidar-meum pouco". E eu gostaria de ir para a cama, repousaria, relaxaria, meditaria um pouco sobre como eu me tenhomaltratado ultimamente...
- Você se deu uma gripe de presente, diz?

Sim! A sua doença vem de você, e não de fora. A doença é um presente que você faz para se encontrar consigo mesmo.
- Mas ninguém quer uma doença...

A doença reflecte uma desarmonia interna em sua alma. A sua doença é o seu aliado, sinaliza que olhe para sua alma e veja o que acontece consigo. Agradeça, pois que lhe dá a oportunidade de fazer as pazes consigomesmo!
- Talvez o mais prático fosse um comprimido...

Fazer a guerra contra a doença? Isso é o que sugere a medicina de hoje, e as guerras matam, sempre trazem a morte.
- Não me diga agora que a medicina mata...

Um terço das pessoas hospitalizadas o são pelo efeito dos medicamentos! Nos Estados Unidos, 700.000 pessoas morrem anualmente por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos e dos tratamentos hospitalares.
- Morreriam do mesmo jeito sem medicação, ora.

Não. Não se mudarmos o foco: a medicina moderna esqueceu-se da saúde, é uma medicina da doença e da morte! Não é uma medicina da saúde e da vida.
Medicina da doença? Esclareça!...

Na China antiga, um acupunturista era demitido se o seu paciente ficasse doente. Ou seja, o médico cuidava de sua saúde! Entende? Toda nossa medicina é, portanto, um fracasso total.
- Prefere remédios alternativos, por quê?

Eles respeitam mais o corpo que a medicina industrial, é claro: a homeopatia (será a medicina do século XXI!) Acupuntura, fitoterapia, reflexoterapia, massoterapia... a prática da yoga... a meditação... são mais baratos... e bem menos perigosos.
- Mas eles não salvam ninguém do câncer.

Diga isso à medicina convencional! Ela o salvaria de um câncer?
- Pode fazer isso, sim.

O que fará com certeza é lhe envenenar com soqueteies químicos, queima-lo com radiação, mutila-lo com extirpações...
E, ainda por cima, a cada dia há mais câncer! Por quê? Porque as pessoas vivem esquecendo sua alma (que é divina): a paz de sua alma será a sua saúde, porque seu corpo é o reflexo material da sua alma. Se você se reencontrar com sua alma, se estiver em paz com ela... não haverá câncer!
- Belas palavras, mas se seu filho tivesse câncer, o que você faria?

Alimentaria sua fé em si mesmo: isso fortalece o sistema imunológico, o que afasta o câncer. O medo é o pior inimigo! O medo compromete a sua autodefesa. Nada de medo, nada de se render ao câncer! Tranquilidade, convicção, delicadeza, terapias suaves...
- Desculpe-me, mas faz mais sentido ir a um oncologista, um médico especialista.

A medicina convencional só deve ser o último recurso, o extremo mesmo... E se sua alma estiver em paz, você nunca irá precisar dela.
- Bem, tenhamos então a alma em paz... mas, se por acaso encontrarem a vacina.

Não! Elas são produzidas com células de ovário de hamster cancerizadas para multiplicá-las e cultivá-las em um soro de bezerro estabilizado com alumínio (Este da hepatite B, com seu vírus): Você injectaria seus filhos com isso?
- Já tenho feito isso várias vezes...

E eu com os meus: Eu era médica, mas ainda não sabia o que sei agora ... No entanto, hoje meus filhos já não vacinam a seus filhos!
- Acho que vou continuar com as vacinas...

Por quê? A medicina atual mata moscas com um martelo: nem sempre morre a mosca, mas sempre se quebra a mesa de cristal. Há tantos efeitos colaterais...
- Por que abominou a medicina?

Tornei-me uma médica para ajudar. Eu me concentrei em Flebologia, as veias varicosas. Cheguei a ter várias clínicas. Mas fui percebendo o poder mafioso na indústria médica, que prejudica a nossa saúde, que vive à custa de que estejamos doentes! Denunciei isso... e fui expulsa da faculdade de Medicina.
- Ou seja, você já não pode prescrever remédios...

Melhor! Os medicamentos são fabricados pensando na lógica industrial do máximo benefício económico, e não pensando em nossa saúde. Pelo contrário: se estamos doentes, a máfia médica continua fazendo dinheiro!
- E a quem interessa a "máfia médica"?

À Organização Mundial de Saúde (OMS), às multinacionais farmacêuticas que a financiam, aos governos obedientes, aos hospitais e médicos (muitos por ignorância)... O que está por trás disso? O dinheiro!
- Você não escolhe nenhum inimigo pequeno...

Eu sei, porém, se eu tivesse me calado, teria ficado doente e hoje estaria morta.
- Qual foi sua última doença?

Dois dias atrás, heheee... uma diarréia!
- E para reflectir o que em sua alma?

Oh, eu não sei, eu não analisei... simplesmente limitei-me a não comer... E já me sinto bem!
- Mas, e se ficar muito mal, hein?
Sei, sei... Se a doença for visitá-lo, acolha-a, abrace-a! Faça as pazes com ela! Não saia correndo como louco para encontrar um médico, um salvador... O seu salvador vive dentro de si. O seu salvador é você. Você é Deus!

Sobre o açucar


Inspiração Abril 2011 | Lua do Crescimento

http://condicaofeminina.blogspot.com/2011/04/exfoliante-de-cafe.html#comment-form
http://www.mimosdemae.com/?m=3&bpost=41

Procuro pais que queiram construir um projecto educativo comunitário

Não conheço, em Lisboa, nenhum projecto educativo comunitário. Sim, daqueles que existem por ai:
X nº de famílias junta-se, procuram um espaço (de preferência com fácil acesso de transportes e com jardim), pagam a renda e as despesas correntes desse espaço e constroem um projecto educativo que sirva as suas necessidades. 
Como? Ora, trabalhando para isso, dando o seu tempo e amor de forma colaborativa.
 

Melhor do que as creches e amas porque...

 - é  mais barato do que uma creche e, sem dúvida, mais barato do que uma ama (começo por estas por ser um facto importante para muita gente. Infelizmente, é o mais importante para gente demais);
-  as crianças não ficam isoladas, em casa, como acontece com as amas ao domicílio;
- as crianças não ficam aglutinadas em apartamentos, todo o dia, a palrar com crianças da mesma idade e sob a supervisão de apenas 1 (com sorte 2) adulto, como acontece com as amas profissionais que recebem até (ou é no mínimo?) 5 crianças;
- as crianças não ficam aglutinadas em espaços públicos artificiais, cobertos de linóleos e cores berrantes à mercê da bicharada, da tv...;
- as crianças não passam o dia inteiro entre pares - crianças da mesma idade;
..... (há mais mas estou com pressa LOL)

Como funciona um projecto educativo comunitário?

Como já disse acima, um conjunto da famílias junta-se, procura uma casa com jardim, paga as despesas de manutenção e abre a casa, todos os dias da semana, para aí permanecer em actividades pensadas e implementadas por pais e crianças para pais e crianças. Pais e filhos cozinham juntos, almoçam e lancham juntos e enquanto uns brincam (em brincadeiras livres ou orientadas) os outros podem trabalhar.

A gestão das actividades e as brincadeiras com as crianças, podem estar sempre a cargo dos mesmos adultos (para tal terão que ser remunerados) ou podem ser partilhadas entre pais (que, para tal, terão que dispor de tempo para o projecto).

O objectivo não é que que as crianças fiquem no projecto educativo, todo o dia, sem a presença dos seus pais (não é uma creche ou escola) mas que estejam em comunidade e com os seus pais mas, se tiver que ser, também se procura uma solução.

Para que idades?

Para todas as idades desde que os pais tenham vontade de construir em vez de se adaptarem ao que a rede "mainstream" nos oferece.

Este tipo de projecto pode ser  importante para mamãs em licença de maternidade (0 aos 2 anos e 9 meses que é o max que a lei permite, por enquanto) que ficam geralmente fechadas em casa.

Torna-se ainda mais útil para recém-mamãs com mais do que 1 filho pois podem gozar a licença de maternidade tendo os 2, ou 3, ou 5 filhos consigo sem ter que ficar isoladas num apartamento entre um bebé que dorme e mama e uma criança que se aborrece por não ter com quem brincar.

É também uma solução para as crianças em ensino doméstico/unschooling (+6) que podem assim contar com um espaço de aprendizagem comunitário, com crianças de todas as idades e vários adultos que partilham os seus saberes.

Imagino uma coisa pequena, max 10 famílias  e já estamos a falar de um projecto bem consolidado. para arrancar teriam que ser, no máximo, umas 5 famílias. 

Até agora, encontrei muita gente que adoraria contar com uma estrutura deste género mas que não está disponível para a construir.

Ninguém se quer lançar a fazer isto comigo?

Sinto uma imensa frustração por ver que as pessoas dizem necessitar condições de vida diferentes e que permitam uma vivência familiar mais confortável, mais comunitária mas não se atrevem a construir algo que responda a essas necessidades. Quantos de vocês não deseja para si e para as suas crianças:
- uma casa maior?
- uma casa com jardim?
- uma horta para os vegetais?
- uma casa quentinha no inverno e fresquinha no verão, 24 h por dia;
- uma casa perto de um jardim onde haja outras crianças?
- almoços e jantares saudáveis e feitos por outra pessoa?
- ir a uma reunião, ir trabalhar sem ter que se preocupar com quem fica o filho (ou filhos)?
- trabalhar no mesmo espaço físico que os filhos estando eles entretidos com outras crianças/pessoas?
- ter muitos brinquedos que sejam capazes de entreter os miúdos por muito tempo;
- escolher a melhor ama, a melhor creche, a melhor escola, os melhores professores.... 
..... há muito mais.. muito mais coisas que quase todos nós dizemos querer....

algumas famílias encontram soluções para tudo isto:

- compram uma casa maior e matam-se a trabalhar para a pagar. Agora cada um dos putos tem o seu quarto mas não tem pai e mãe porque estes tem que trabalhar dia e noite para os pagar;
- compram uma casa com jardim que, com sorte, é utilizado uma vez por semana;
- compram e mantém ar condicionado e aquecimento central que lhes mantém a casa quentinha no inverno e fresquinha no verão, 24 h por dia; - mandam construir (no jardim) uma horta para os vegetais mas só lá crescem ervas porque não há tempo para mais;
- compram uma casa perto de um jardim onde há parques infantis e esperam que os pais das outras crianças tenham tempo para as levar para lá. Talvez andem tão ou mais atarefados do que eles próprios. Ou talvez nem consigam decidir se ficam  no seu jardim ou neste outro jardim do bairro.... pena que não se pode comprar jardins já com crianças incorporadas. E das que não arrancam brinquedos nem empurram os nossos putos SFF;
- pagam uma empregada/ama que faz os almoços e jantares e comem, todos os dias em casa;
- pagam a ama ou babysitter que fica com os miúdos e cujas referências chegaram via tia da prima da vizinha do lado e confia-se que sim, vai correr tudo bem;
- com sorte, conseguem trabalhar no mesmo espaço físico que os filho, durante as sestas ou enfiando-os num parque a ver tv; 
- compram muitos brinquedos que nunca são cpazes de entreter os miúdos por tanto temo como o desejado porque o que entretém os miúdos são as pessoas que brincam com eles utilizando os brinquedos e não os objectos per si (chegará o dia em que os miúdos serão tão agarrados aos objectos como os seus pais mas isso são outras conversas);
- escolhem a melhor ama, a melhor creche, a melhor escola, os melhores professores.... e pagam, pagam, pagam o que só o outro, só o caro (preferencialmente com nome estrangeiro) pode fazer pelos seus filhos porque eles não são capazes ou não podem porque tem que trabalhar (o cúmulo é a educadora de infância que gana dinheiro à custa dos filos dos outros enquanto alguém ganha dinheiro à custa dos seus. Sim, é "à custa de ... mas sobre isso escrevo outro dia) 

Tudo soluções viáveis, tudo soluções dentro da norma, tudo soluções que nos trouxeram até o actual estado das coisas: O desastre da família nuclear, o isolamento, o individualismo, as crianças e jovens orientados pelos pares, a fugir a 7 pés de todos os adultos, "viciados" em tv e jogos, incompreensíveis (dizem os pais) e incompreendidos (dizem eles). 

Apesar de todas as evidências, preservaramos neste modelo falido, caduco e que nos está a pôr doentes. 

Criar um espaço conjunto que nos dê a casa, o jardim, as crianças, a alimentação, o conforto do fresco no verão, e calor no inverno, a companhia, a partilha dos cuidados e das aprendizagens? Não, isso dá muito trabalho! Trabalhar dia e noite para pagar todas as porcarias que referi antes é muito mais importante e, acima de tudo, estarei a trabalhar para mim, a minha casa, o meu jardim, a minha horta, o meu ar condicionado.... o meu isolamento, o isolamento dos meus....

E não me venham dizer que antigamente era pior. Para quem ainda não se apercebeu, existe um antigamente "mais antigo" do que o modelo social em que vivemos nos últimos 150 anos. E, nem todos os modelos sociais são iguais ao nosso. Existem outras formas de viver, é possível e desejável criar em comunidade. 
Parece simples não é? É fácil concordar que outro modelo é possível. É fácil concordar que podemos construir um projecto educativo em conjunto. Então porque é que não acontece? Porque é que ninguém quer arriscar?

Já me passaram várias hipóteses pela cabeça:
-  dizem que gostavam de ter, nos bairros, onde vivem espaços assim e assado mas é mentira;
- tem falta de auto-estima (mercê de infâncias de isolamento e restrições que nem eles próprios reconhecem terem provocado danos) e acreditam mesmo que não são capazes de empreender o que quer que seja e por isso inventam desculpas (inconscientes ou não): não vai funcionar, é difícil etc... a que eu gosto mais é "é caro" sim, porque as casas com jardins e os carros e os 1001 gadjets são grátis);
-tem preguiça e querem tudo feito por 3ªs. Como somos um país de preguiçosos, estamos todos à espera;
- gostam de se lamentar e do queixume. Se constroem as respostas já não se pode queixar;
- não se conhecem e não conhecem as suas reais necessidades e por isso continuam a tentar suprir o mal estar através do ter (comprar, comprar, comprar);
 .. (devem existir mais mas não me recordo)


Se calhar só não perguntei às pessoas certas?

eu sei que o pessoal tem que trabalhar, nestes casos, não se poderia pagar a alguém para estar no projecto educativo, com os miúdos a desenvolver actividades em vez de eles estarem sozinhos em casa com uma ama? Entre todos deve sair mais barato do que o somatório das amas e das casas com ar condicionado etc... que estão agora a pagar.

Também sei que as mães que estão em casa com os filhos não tem dinheiro para investir mas tem cabeça, braços e tempo para trabalhar, ou não? Não se consegue aproveitar esses recursos? Olhem, até podem receber o dinheiro das que trabalham todo  dia e toma conta do putos delas.

Digam-me lá a verdade, porque é que to não se faz? Porque é que existe em tantos outros países mas não em Portugal? 

Não me digam que é porque há pouca gente suficientemente altruísta para dispensar umas horas do seu dia a fazer algo mais que não seja olhar para o seu umbigo. Ainda dizem que o problema de Portugal são os políticos.





Roupa, pão, bolo e arroz!

 A Semana passada fomos a Cascais buscar umas roupas para o S. oferecidas pela Rute que contactei via grupo das Mães de Transição (MdT). Também a semana passada experimentei a receita de pão (sem trigo, sem fermento, sem amassar, sem esperas para levedar) que partilharam aqui - via blog das cores - ficou bom ma hoje estou a dobrar a quantidade, a cortar metade do sal, acrescentar maçã aos quadradinhos e troquei o mel por geleia de arroz. Meti tudo numa forma de bolo e estou a sentir o cheirinho do meu primeiro bolo sem trigo, sem açúcar e sem levedura!! A partir de agora, não necessitamos de comprar mais pão o que vai ter um enorme impacto no orçamento familiar (dado que eu não como pão de trigo branco). Próximo passo, leite de arroz na panela ja receita encontram aqui: www.mimosdemae.com
Vamos a isso!!!!

Obrigada meninas

Como no universo tudo circula e tudo se transforma, também passamos hoje roupas do S. à mamã Sara.

Sindrome Pré-Menstrual

Se não abraças agora a dor que te provoca o SPM, se não reconheces as resistências que provocam as emoções dolorosas durante o SPM, vais ter uma menopausa dolorosa.

O SPM é o momento em que nos preparamos para dar à luz algo de profundo dentro de nós. Batemo-nos durante esse tempo e não aceitamos o corpo doloroso.

O corpo doloroso é "pré-menstrual truth telling". Se durante o SPM, todos os meses, te deres tempo para descansar, fazer coisas por ti, deixar sair a emoção dolorosa, vais ultrapassar essa dor.

A 2ª metade na nossa vida tem que ser alimentada com a nossa alma mas nós fomos habituadas as fazer as coisas de forma sermos amadas pelos outros. Todo esse fazer pelos outros tem que desaparecer.

Na 2ª metade na nossa vida temos que nos amar a nós próprias e não esperar que os outro nos amem.

Nessa altura a SPM vai desaparecer.

Inspirado por
Dr. Christiane Northrup

Manifeste spontané pour la maternité libre

por Aninhas Penitencia a quinta-feira, 7 de Abril de 2011 às 23:34


...C'est à dire beaucoup de choses pratico-theoriques
dans un monde que l'exige,oubliant le parcours naturel de la vie,
où le temps est grand et magnifique.

Être mère c'est la refléxion devant d'un mirroire toujours...
et oublier l'horloge,ce -là qui limite le cicle :
allaiter, créer,
rien faire et faire l'amour.

Je réclame le droit d' être avec les enfants
et « ne pas donner la liberté »,
cet-à-dire, elle se donne pas
mais quelle soit déjà la realité.

Le monde me demande :« c'est ta fille ? »
et je répond :
« À travers de moi elle est venu, mais c'est pas
ma proprieté,non plus. »

Dès mon ventre elle a voyagée pour ce monde habiter
quelle partie de Mère-Terre vient elle être ici ?
C'est toute une adventure ,toute à fait étonnant
tant mieux quand les attants, d'origine pluriel
se mettent pas devant.

Le principe, il est clair
chaque être est né(é) bon(ne), comme les bourgeons des fleurs.
L'instinct de l'amour occupe tout les milions des coeurs.

Qu'est-ce que nous reste alors s'il n'y a pas qu'a nos enfants faire confidance ?
Se joindre, ouvrir portes et fenêtres, les oreilles et les idées faites .
le sistème injuste et ennoyant c'est fini
On va jouer, planter, danser et ce que plus nous arrive
faire des troques, inventer notre sustenabilité
On suive le ritme de la volonté.

Et que le sauvage s'endorm pas !
Qu'il soit bien reveillé !
….pour que l'espoir d'une vivance vraiment integral
peut bien pousser sans jugements inutiles,
comme la Tère, elle-même sans frontières,infinitement fertile.


E a "Rede Mundial de Cidades Amigas dos Bebés e Crianças"?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou, a “Rede Mundial de Cidades Amigas das Pessoas Idosas”. O objectivo é criar um ambiente urbano que permita que as pessoas idosas se mantenham activas, gozem de saúde e continuem a participar na vida social da sua comunidade.

O Centro Regional de Informação das Nações Unidas (UNRIC) serve a Europa Ocidental e fornece informações e documentação aos países da região. Desenvolve actividades de informação que se dirigem a todos os sectores da população e organiza projectos e actividades conjuntos com parceiros fundamentais,

Qual é a tua visão? O que queres para a tua vida?

A tua dor vai puxar por ti até que te deixes guiar pela tua visão mas, primeiro, tens que ter uma visão, tens que sentir a tua visão.

Deixa partir tudo o que não te aproxime da tua visão.

Deixa partir toda a gente que se aproxime de ti e te afaste da tua visão.

Qual é a tua visão? O que queres para a tua vida?

Se não souberes o que queres, pormenorizada e especificamente, não vais saber o que pedir, não vais poder caminhar consistentemente em direcção nenhuma.

Se falta alguma coisa na tua vida, cria uma visão que responda às tuas necessidades.
Queres um emprego diferente? Cria uma visão! Que emprego é esse? O que te vês a fazer? Que competências tens que aplicas nesse trabalho? Como te sentes quando estás nesse trabalho? Onde é? Com quem trabalhas? Como é a tua relação com os teus colegas? Quantos dias por semana traalhas? Qual o horário de trabalho? Como te sentes de manhã quando sais de casa para ir trabalhar? Quanto ganhas? O que fazes com o dinheiro?

Cria a visão e segue-a! Permite-te sonhar, sentir e estar, agora, na tua vida perfeita. Alimenta-te dessa energia e dá passos consistentes para concretizar a tua visão!

Não te podes alimentar de uma energia que cria resistência. Se a visão que estás a criar te faz sentir resistência então é porque não é isso que queres. Procura uma visão que te faça sentir em paz, motivada e feliz.

O que é que os outros pensam da tua visão? O que é que os outros pensam por seguires a tua visão? Que se lixem os outros, ninguém vai morrer por seres feliz!!!!

Inspiração: Iyanla Vanzant
http://www.hayhouseradio.com/nowplaying.php

A vida e a morte

Ontem estive aqui a procurar colocar conteúdos válidos nos tópicos "morte digna" e "reconexão com a espiritualidade dos lugares" e dei comigo a sentir um movimento para um espaço de solidão que me deixou vulnerável.
É fácil partilhar o fascínio pela simplicidade da vida rural, porque vem em antítese ao que mais nos tem oprimido, já que na cidade a loucura está mais concentrada e porque do cimento não se faz chá.
Não existe vulnerabilidade na partilha desses valores e existe alegria e de uma forma ou de outra, todos nós temos ainda memória recente dos valores da terra, bastando recuar em alguns casos uma ou duas gerações para termos sangue rural, sangue da terra, suor do trabalho árduo pela sobrevivência. Está nos valores que nos foram subtilmente transmitidos. Ainda só passou nasceu a segunda geração depois de mais de 30 anos de um tempo em que até a nossa capital era semi-rural. Muita gente tinha a sua hortinha, muita gente tinha ainda bem vivas as memórias do cheiro da terra molhada, dos fumeiros, das queimadas, da ceifa. Esses sentidos ainda estão acordados no nosso sentimento de força colectiva.
As pessoas estiveram sempre em grande medida entregues a si mesmas, precisando de trabalhar pela sua subsistência, sem contar com uma estrutura externa para resolver os seus problemas. E é relativamente recente esta noção de haver uma espécie de gigantesca mama, de subsídios e apoios externos à nossa diligência de trabalhar duramente todos os dias pelo pão na mesa. E por isso ainda sentimos uma simpatia natural pela ideia da auto-suficiência que era o sonho de qualquer lar rural, desde sempre, até há umas décadas, quando nas nossas aldeias passou a haver o lidle e o Dia e passou a ser mais barato comprar do que produzir.
Compreendemos o engodo e não queremos recuar, queremos cruzar a linha de haver apoios com a linha de sermos capazes de nos sustentarmos sem hipotecarmos a nossa dignidade e sentimento de segurança mínima que advém de controlarmos a nossa própria experiência: Educando os filhos à nossa maneira, criando as nossas estruturas de sobrevivência e alicerçando redes comunitárias centradas em novos valores.

Até aqui estamos sempre na esfera de valores partilhados. Não há vulnerabilidade. Não é preciso falar da nossa experiência pessoal, nem da nossa casa. Sentimos que de qualquer forma ninguém se interessa por isso, e defendemo-nos.
Consideramos que a morte não é assunto e que a espiritualidade é algo que cada um guarda para si.
E no entanto, não tenho a certeza de que isto seja sinal de grande saúde comunitária.
Nas comunidades humanas onde as pessoas vivem realmente em comunidade, tribos independentes e auto-sustentáveis desde tempos imemoriais, a morte é algo importante e celebrado, ritualizado e valorizado, sacralizado. A vida está sempre mais em perigo. A ligação à natureza coloca esses humanos em contacto diário com a morte. Matam o que comem, não compram empacotado. Sentem a morte perto e por isso não podem fazer de conta que não é importante e não existe.
E quanto à espiritualidade. Não se trata de religião. Trata-se de estar ligado ao nosso lado transcendente. E esse é o laço que une pessoas às pessoas. Pessoas à Terra e à Vida. Pessoas aos bichos e às plantas. Aos elementos. Aos minerais.
É através de laços de espiritualidade que respeitam em laços de profunda gratidão os predadores e as presas, e assumem o seu papel na cadeia alimentar com respeito por ambos. Os seus deuses não são mais do que simbólicas formas de gratidão, veneração e assombro, perante o que são os espíritos dos animais. Os espíritos das plantas. O espírito das flores. O espírito da água. Do fogo. E tudo isso torna as suas vidas mágicas. E as suas mortes dignas.

Assim, são duas formas de encarar o que é da esfera íntima e quais são os valores partilhados.
Se eu dizer aqui aquilo de que sou crente, eu fico vulnerável. Podem ofender-me. Ou dizer-me algo muito pior "que não têm nada a ver com isso", que "não têm nada a ver" com o espírito que me anima,me dá vida e a tudo aquilo que vivo todos os dias.
E quando eu morrer, não vão querer ver-me, vou estar horrível. Vítrea. Vazia desse sopro que me fazia brilhar o olhar.

O paradoxo da esfera individual, é que é ela que nos une.
O que torna tão sólidas as relações é o facto de partilharmos intimidades. E intimidades são tanto mais íntimas quanto mais "só dizem respeito" a cada um.
E é quanto mais entramos na intimidade de cada um, que mais podemos viver amorosidade profunda, e isso é espiritualidade.

Acho que a pétala da saúde refere "bem estar espiritual" por causa disso. Porque não chegamos a tocar uns nos outros até que laços de espiritualidade se estabeleçam por partilharmos o lado mais profundo das nossas realidades.
Não tem nada a ver com crenças. A espiritualidade pode ser vivida no silêncio com que caminhamos juntos sob um magnífico céu estrelado de Junho. Pode ser vivida quando sentimos o nosso respirar no momento em que o suor escorre e o sacho recorta a carne da terra de onde a vida irá rebentar forte e cheia de sol. Pode ser quando parimos. Pode ser quando abraçamos um amigo que perdeu um filho.
São os nossos limites.
E isso pode ser partilhado de muitas maneiras.
Apenas é riqueza pura estarmos conscientes disto, e celebrarmos isto, e transmitirmos isto às gerações vindouras através do nosso exemplo. Sem desvalorizar o íntimo espiritual profundo apenas por nos assustar parecermos sempre maluquinhos aos olhos de alguém.

Por Sofia Passos, via http://permaculturaportugal.ning.com/group/sadeebemestarespiritualumadasptalasdaflordapermacu

Pariste em casa?

Responde a ette questionário: http://blogelpartoesnuestro.com/2011/03/31/gran-encuesta-sobre-el-parto-domiciliario/

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