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O trigo

 
Alguma destas maleitas te é familiar?

Eczema;
Diabetes;
Sinusite;

Rinite;
Diarreia;
Obstipação;

Dor abdominal;
Cólicas intestinais;
Irritabilidade, humor flutuante;
Depressão;
Falta de concentração;
Cansaço extremo;
Refluxo;
Vómitos;
Ardor no exófago;
Dores articulares;
Prurido no corpo;
Deficiências vítamínicas;
Anemia;
Estômago distendido;

Dores nos ossos;
Palidês;
Corpo inchado;
Má circulação;
Colite, sindroma do cólon irritável;
Úlcera estomacal;

Fraqueza;Dificuldade em ganahr peso....
Infecções urinárias persistentes;
Candida Albicans descontrolada;
Hemorroidas

E
se te disser que tudo isst podem ser sintomas de intolerância ao trigo?  Todas estas consições melhoram com o fom do consumo de trigo.
O trigo, é o alimento existente na terra que mais foi transformado e processado. Acredita-se que já não existe nenhum trigo semeado que não tenha sofrido milhões de mutações. Foi o primeiro alimento a ser semeado, recolhido, escolhidas as sementes para voltar a semear. Não se encontra nenhuma semente em estado servagem. O pólen voa e os OGM's são mais fortes.

O nosso organismo deixou de reconhecer o trigo modificado como alimento. Não sabe para onde enviar todas as toxinas que ele contém e por isso as deixa passar através do intestino e circular na corrente sanguínea até que ficamos intoxicados.

O trigo é um alimento inflamatório. Como o nosso organismo não o reconhece a actual composição do trigo, combate-o provocando reacções alérgicas e inflamações para se ver livre da substância desconhecida.

Enquanto o nosso corpo combate este inimigo imaginário, as verdadeiras inflamações - como o são as provocadas pela anormal reprodução das células que derivam em cancro - dão-se livremente, sem serem detectadas.
 

O trigo está presente em toda a comida processada e os dias.é por nós ingerido todos

Quanto trigo comemos por dia? pão, cereais, massa, bolos, empadas, pizzas, farelo de trigo para a prisão de ventre, seitan, vários enlatados e produtos enbalados que contém trigo, yogurtes, queijos, sopas....

Quando vou a uma padaria ou pastelaria observo e conto a variedade exposta, chegam a ser mais de 30 variedades de bolos e salgados. Vejo as pessoas a fazer os pedidos "é um pastel de nata...não, olhe, hoje apetece-me um napoleão" é uma escolha entre trigo e? trigo!

O trigo é facilmente armazenável , no mundo inteiro só há uma formiga que o come. Pode ficar anos a fio em sacos e nenhum bicho lhe toca. Sai barato e por isso está em todo o lado. Tantas vezes pensamos em como os alimentos são produzidos mas muito poucas pensamos no transporte e armazenamento. O transporte e armazenamento do trigo é barato, tão barato que se tornou epidémico.

Quando passo a ponte 25 de Abril olho para os silos, do lado do Monte da Caparica. Às vezes estão lá os barcos a carregar ou descarregar. A barulheira que aquilo faz é quase insuportável - consigo ouvi-la na Graça, em Lisboa - há pessoas no Restelo com problemas sérios em termos psiquiátricos pois o vento leva-lhes o ruído dos silos até á cama, noite após noite. Dá para imaginar que é com !aquilo" que fazem as nossas massas, bolos, salgados e pizzas. "Aquilo" que circula em contentores, porões de barcos, camiões, que é despejado naquelas máquinas gigantes e barulhentas? Como é que o nosso corpo não haveria de recusar tal "alemento"?

O problema não estará no gluten porque muitos outros cereais tem gluten, nem sequer está no trigo porque também chamamos trigo à espelta e ao sarraceno. Está mesmo na manipulação excessiva de que o trigo comum foi alvo.

Saber mais:

Alterações sofridas pelo trigo ao longo da história. Relação directa entre consumo de trigo e problemas intestinais - http://www.sott.net/article/205172-The-Dark-Side-of-Wheat-New-Perspectives-on-Celiac-Disease-and-Wheat-Intolerance


Sintomas da intolerância ao trigo - http://www.humananatura.org/viewarticle.php?article=48

Intolerãncia ao trigo -  http://www.wheatintolerance.org/

Estrutra molecurar do trigo - http://paleodietlifestyle.com/11-ways-gluten-and-wheat-can-damage-your-health/

Trigo biológico também causa intolerância -  http://www2.macleans.ca/2011/09/20/on-the-evils-of-wheat-why-it-is-so-addictive-and-how-shunning-it-will-make-you-skinny/

Barriga de trigo  - http://www.wheatbellyblog.com/press-media/faqs/

10 razões para deixar de comer grãos -
http://nourishedkitchen.com/against-the-grain-10-reasons-to-give-up-grains/

O trigo é maus para si? -
http://blog.steveskojec.com/2012/03/16/is-wheat-bad-for-you/

Faz sentido deixar o trigo mesmo se parece que não sou intolerante? - http://paleohacks.com/questions/94322/does-it-make-sense-to-avoid-wheat-even-though-i-handle-it-just-fine#axzz21fUmT0CQ

Porque é que o trigo nos torna doentes - http://www.huffingtonpost.com/dr-mark-hyman/wheat-gluten_b_1274872.html


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Cordão umbilical e Vernix caseosa - a protecção que retiramos ao recém nascido

"O primeiro e único banho do dia, nascido com 38 semanas e 5 dias, na água. Permaneceu conectado pelo cordão até que o mesmo parasse de pulsar, o que demorou 15 minutos. Mamou durante esse tempo e depois dormiu.A família está muito feliz, e a doula também. Não, ele não chorou ao nascer e não, a pediatra nem encostou nele, só observou e afirmou que ele estava perfeito, deixando-o com a mãe." #humanizaçãorocks Cris Melo

"É através do cordão que o bebé respira e se este for cortado precocemente estamos a dizer ao bebé que tem que começar a respirar de rompante, pelos pulmões, ou morre. Poucos segundos depois de nascer o nosso filho já sabe o que é a escassez e o medo porque lhe retiramos abruptamente a fonte de oxigénio. Se lhe dermos tempo, os pulmões começarão a funcionar lentamente até que o cordão deixa de ser necessário e deixe naturalmente de pulsar." Andrew Weeksin, British Medical Journal (BMJ), cit in, wantamiracle Agosto 2009

"manter o cordão umbilical durante mais tempo possibilita a transferência de sangue da mãe para o recém-nascido através da placenta, o que aumenta o nível de sangue rico em oxigénio a chegar aos pulmões do bebé e enriquece a percentagem de ferro no organismo deste." Andrew Weeksin, British Medical Journal (BMJ), cit in, wantamiracle Agosto 2009


Informação sobre o corte do cordão umbilical:

O factor tempo no clampeamento do cordão umbilical . http://apps.who.int/rhl/pregnancy_childbirth/childbirth/3rd_stage/cd004074_abalose_com/en/index.html

Estudo dos efeitos do corte precoce e tardio do cordão umbilical em bebés de 4 meses - http://www.bmj.com/content/343/bmj.d7157

Esperar 3 minutos antes de cortar o cordão umbilical reduz os riscos de deficiência de ferro - http://www.medicalnewstoday.com/articles/237769.php

Cortamos o cordão umbilical cedo demais? -http://www.sciencedaily.com/releases/2010/05/100524111728.htm

Grupo de discussão facebook - https://www.facebook.com/delayedcordclamping?fref=ts

Sobre o vernix e o primeiro banho do bebé:

As qualidades anti-patogénicas do vernix (compara os atributos do líquido amniotico, vernix e leite manterno na protecção contra agentes patogénicos) - http://www.scienceandsensibility.org/?p=1704

Artigo científico sobre a morfoologia do vernix - http://web.as.uky.edu/Biology/faculty/cooper/BCTC/Vernix%20Caseosa-2.pdf

Vernix, o melhor creme para o bebé - http://gravidasemforma.blogspot.pt/2011/01/vernix-o-melhor-creme-para-o-bebe.html

Os benefícios do vernix - http://birthbliss.wordpress.com/2010/09/01/benefits-of-vernix-its-amazing-stuff/

O teu bebé necessita realmente de um banho depois de nascer? - http://community.babycenter.com/post/a22969357/vernix..._dont_bathe_it_off

Razões para não lavar os recém nascidos - http://raisingnaturalkids.com/2012/04/13/wait-dont-wash-that-newborn/


Bebés pos termo podem nascer sem vernix - http://www.birth.com.au/Induction-for-being-overdue/Overdue-babies
O S. nasceu com 42 semanas e 3 dias de gestação e ainda tinha vernix. O seu primeiro banho foi aos 30 dias.
Infelizmente, na maternidade, lavaram-lhe a cabeça e o rosto.






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O sangue curandeira

"A grande mãe a quem chamamos Innana deu à mulher um dom que não é conhecido entre os homens, e este é o segredo do sangue. O fluxo no escuro do mês, o sangue curandeiro do nascimento da lua; para os homens isto é fluxo e mau feitio, aborrecimento e dor. Eles imaginam que nós sofremos e consideram-se sortudos. Nós não os desenganamos. Na tenda vermelha, a verdade é conhecida . Na tenda vermelha, onde os dias passam como uma corrente ligeira, enquanto o dom de Innana corre por nós, limpando o corpo da morte do último mês, preparando o corpo para a vida do novo mês; as mulheres dão graças pelo repouso, pela restauração, pelo conhecimento de que a vida vem entre as nossas pernas, e de que a vida custa sangue"

Ensinamentos de Lea (mãe) a Dina (filha) sobre os segredos do sangue
In: "Tenda vermelha" de Anita Diamant

Posso disponibilizar esta obra, se assim o desejares, contacta-me.



Foto

Imagens: Art for ever - Kris Seraphin-Lange ARTWORKS

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Erros e rotinas no parto hospitalar

E, o cordão cortado antes de pulsar?


E a placenta arrancada sob gritos de dor e sofrimento em vez de nascer com contracções naturais, à medida que o bebé mama?

E as narinas dos bebés aspiradas?

E o vernix, protecção natural da pele, violentamente arrancado com bases lavantes químicas (ou será que não é uma violência enfiar um recém nascido que quer colo e mama numa bacia com água e detergente?)?

E as fraldas, roupas e demais embrulhos com que se impede que bebé e mãe se conheçam, pele com pele?

E os berços a que, insistentemente, obrigam as mães a relegar os seus bebés sob desculpa de que podem cair da cama? Senhores, adaptem as camas às necessidades dos bebés e não os bebés (o ser humano, às limitações das mentes que para aí engendraram camas tão pequenas quanto os seus conhecimentos sobre as necessidades humanas).

E a insistência para que a mãe largue o bebé sozinho, mesmo que em prantos, para actividades tão nobres como ir buscar comida ao outro lado do hospital? Motivo apontado? "Ele/ela tem que se habituar? What? no primeiro dia de vida?

E os braços esburacados por agulhas cheias de bacilos para a hepatite B? desculpem, hepatite B nas primeiras horas de vida? Só se for transmitida pelo pessoal hospitalar.

E os pés picados horas após o nascimento para um diagnóstico que pode ser feito até um mês depois de nascer?

Juntos podemos escrever uma enciclopédia sobre isto.

"poderia dissertar - vários artigos ou até preencher várias revistas - sobre as práticas obsoletas e inaceitáveis de hospitais e maternidades, muitos dos quais se afirmam «amigos dos bebés» (com amigos assim, quem precisa de inimigos!) em que as mães que estão no recobro não podem ter o bebé ao pé delas, com desculpas tão esfarrapadas como «porque incomoda as outras mães»; dos bebés que são retirados às mães quando nascem, sendo-lhes vedado um direito fundamental, que é o de mamarem na sala de partos, com base numa mentira escandalosa: o bebé «tem de ser aquecido», pretexto para o colocar debaixo de luzes quentes mas muito agressivas, quando o que ele precisa é de ser mantido quente, ou seja, precisa do enlevo dos braços e do peito da mãe, na penumbra, enquanto mama; podia lembrar a quantidade de serviços onde, numa cesariana com epidural, o pai é «corrido quase à vassourada» da sala de partos, esquecendo-se os profissionais que aquele espaço é uma sala de nascimentos e não de partos puros e duros; e até poderia mencionar o facto de só uma reduzida percentagem de puérperas de cesariana serem avisadas de que não deverão conduzir automóveis durante pelo menos seis semanas."




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* O que são e como registar momentos extraordinários?

Fim da página de facebook e reorganização de conteúdos


Porque minimizar e simplificar também se aplica ao espaço que ocupamos on-line, a nossa página no facebook foi fechada.

Os conteúdos mais  comentados ou apreciados da página "Want a Miracle - Porque os milagres acontecem todos os dias" no facebook passarão para este blog e para as contas de pinterest e youtube.






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Ao longo das próximas semanas, serão publicadas, neste blog,  fotografias e mensagens temáticas, retiradas da página de facebook que agora encerramos-

Páginas que estávamos a seguir no Facebook:

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᠅ Mandala ᠅ - Observar, sem apego, sem vontade, sem distância, observar, reconhecendo as coisas como são, porque são assim. Quanto mais aprendermos a observar, mais mandalas encontraremos.


Museu do Conhecimento



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O que posso eu ler que seja orientadaor para uma vida familiar harmoniosa?


 Recentemente perguntaram-me isto: "o que posso eu ler que me oriente? é que às vezes não tenho paciência e expludo e até já dei uma palmada à minha filha".

Fiquei alguns dias a pensar e concluí que há textos a mais, coisas para ler a mais e experiência pratica a menos. Passar muitas horas  a ler muitos livros não nos vai tornar melhores pais, não vai tornar a nossa vida familiar mais harmoniosa, pelo contrário, vai-nos tirar mais tempo para brincar com os nossos filhos, vai-nos encher de exemplos perfeitos do que deveria ser e que nos afastam cada vez mais do que somos e aumenta a frustração da mãe que, tendo dado a palmada, se fica a sentir péssima quando comparada com todas aquelas teorias. Então, o que fazer?

Eu costumo responder  algo nesta linha: "não leias nada, passa o máximo de tempo possível com a tua filha e diz-lhe sempre que sim. Quando Não for possível dizer que sim, dá-lhe uma alternativa alegre e continua lá para ela, com ela".

E recebo quase sempre como resposta uma variante de "mas ela/ele consegue enlouquecer-me" "leva-me ao limite", "consegue por-me a cabeça em água em 3 minutos", "eu já percebi que, com ela/ele, as coisas não vão à força porque ela ganha sempre"... (suspiro...) quando as relações pais/ filhos chegam a este ponto costuma ser porque há na família uma relação adversarial, uma relação de poder, um jogo de poder em que se tenta sempre ver quem vai ganhar.

Para mim, a compreensão e experimentação do estado de espírito, verbalizações e acções que nos ajudam a viver como uma equipa demoraram um par de anos. Ando há dois anos a tentar ser essa pessoa que promove o diálogo, que é proactiva de forma a garantir que a família está em harmonia, que antecipa as necessidades de todos, incluindo as suas... tem sido um caminho lento mas compensador.

Às vezes até me sinto um pouco idiota pois viver em alegria, harmonia e parceria com o meu marido, filhos, pais, amigos, familiares próximos deveria ser algo que sabemos desde crianças, sem necessidade de aprender nada. Infelizmente, não foi isso que aconteceu comigo e não é isso que vejo acontecer na grande maioria das famílias à minha volta, independentemente da idade dos seus membros.

A maioria das aprendizagens que fiz nesta área, advieram de leituras ou através de testemunhos directos de pais, mães, mulheres - portugueses/as e estrangeiros/as - com as quais comunico via facebook e yahoo groups, ou através de textos, muitos deles disponibilizados on-line. Poucas foram as interacções directas, mesmo em contexto terapêutico, em que predominasse a o foco na alegria, no amor, no companheirismo e harmonia que fosse capaz de envolver toda a família.

Foram leituras feitas no contexto do unschooling mas creio que para quem procura formas mais harmoniosas de estar em família, mesmo tendo as crianças na escola, é fácil ler os textos e aplicar o possível à sua realidade.

A ideia de que podemos ser companheiros dos nossos filhos em vez de ser seus adversários é muito revolucionária e está bem explanada aqui http://sandradodd.com/partners/child. Se tiverem abertura de espírito suficiente, verão formas de aplicar os princípios descritos no link anterior a todas as pessoas com quem se relacionam. Não estou a dizer que é fácil ou que eu tenho a mestria da coisa, estou só a dizer que é possível.

A ideia de que podemos ser parceiros dos nossos filhos leva-nos a questionar ideias feitas como a de que "para sermos pais não podemos ser amigos", "não se pode dizer sempre que sim", "as crianças necessitam de limites", "se eu deixar ele faz de mim gato sapato", "tenho que me impor porque sou mãe/pai", " ser mãe/ pai é muito difícil"... e tantas outras. Há milhares de frases feitas e expressões idiomáticas que utilizamos e que moldam a nossa forma de viver em família. Nem nos apercebemos pois utiliza-mo-las de forma acrítica. Um dia podemos fazer uma lista de expressões em português, enquanto esse dia não chega, aqui fica uma lista de expressões anglófonas http://sandradodd.com/phrases repara em quantas delas utilizas e como todas elas são depreciativas e humilhantes para os teus filhos. Estará na hora de mudares a tua vida e a relação com os teus filhos, marido, familiares e amigos começando por mudar a forma como te referes a eles?

Ser amiga do meu filho é não só possível como desejável, eu podia escrever muito sobre isso mas deixo apenas um link que podem vocês mesmas/os ler e utilizar como ponto de partida para a descoberta: http://sandradodd.com/friend

Pelo que tenho vindo a perceber, famílias muito centradas nas necessidades das crianças tendem a ter relações de casal desarmoniosas. Não será por acaso que as taxas de divórcio entre casais que aplicam os princípios AP e CC são elevadíssimas. Não sei se já repararam mas mesmo os gurus do AP são divorciados.

Pelo contrário, as famílias muito centradas na construção de relações harmoniosas entre o casal, parecem não aplicar os mesmos princípios aos filhos com os quais desenvolvem relações de "tu ou eu" e, muitas vezes "nós e tu" com noções de "tempo para mim e tempo para tí", "tempo para nós (pais) contigo de fora", "já te dei atenção durante X tempo, agora é a minha vez".

Parece que não é só em minha casa que o equilíbrio é um work in progress.

Se os links que forneci acima parecem muito complexos, tenta o www.enjoyparenting.com/dailygroove chega por mail é simples, conciso e ajuda-nos a reflectir, por é disso que se trata não é? ter material que nos ajude a reflectir sobre as nossas práticas é do que necessitamos.


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24 de Novembro | Dia sem compras | Um ano sem compras?

 Há 3 anos, quando deixei de trabalhar a tempo inteiro mas continuei com os créditos para pagar, necessitei de diminuir o consumo de produtos e serviços. Inicialmente foi muito difícil, tive crises de ansiedade e sentia-me permanentemente em escassez. Com o tempo, fui conhecendo outras formas de estar, outras formas de comprar, de receber, de viver em abundância e já me sinto mais tranquila relativamente a este modo de vida.

Curiosamente, ontem, depois de dois banhos em diferentes lagos e chafarizes do centro de Lisboa e de ter gasto as três mudas de roupa com que saí de casa, decidi ir a uma dessas gigantes lojas de roupa comprar um casaco ou camisola do homem aranha.  Foram várias as razões: a) o miúdo estava triste porque eu lhe expliquei que a consequência natural de se ter molhado tantas vezes era irmos, de taxi, para casa, mudar de roupa ou já não chegaríamos a tempo ao jantar marcado, nessa noite em Setúbal. Por causa da viagem de taxi iríamos gastar dinheiro e ele tinha que se separar mais cedo do melhor amigo; b) desde o início dos dias frios que lhe prometi uma camisola, quentinha, sem buracos e sem partes brancas, do homem aranha - só assim pode o rapaz dar descanso à t-shirt em segunda mão que lhe ofereceram este verão - claro que, agora, veste as duas; c) parecia mais lógico e alegre para toda a gente gastar dinheiro na camisola nova do que no taxi.

Fomos da Casa do Alentejo - um dos sítios do mundo onde as pessoas são mais antipáticas e o sítio que o S. escolheu para o banho o que levou a que fossemos praticamente postos na rua - até à Maioral mas não vendiam camisolas do homem aranha. Restou-nos a HM. Foi como uma descida ao inferno. Quente, muito quente, aliás, estupidamente quente, muita luz, música alta, "0" funcionários a atender para nos ajudarem a encontrar o que queremos, muita gente... um horror. Encontramos um casaco do homem aranha que custou quase 20 euros. Eu nem queria acreditar. As calças de fato de treino que lhe correspondiam custavam 15 euros e, claro, ficaram na loja. Como resultado da visita a uma das "catedrais do consumo" fiquei constipada. Ainda nem tinha saído da loja e já sentia os olhos a arder e a garganta a doer.

A verdade é que a única vez em que comprei roupa para o S. foi quando  ele tinha uns 8 meses e fomos a uma festa de família. Desde então tem vestido a roupa que nos dão amigos, amigas, familiares e vizinhos.

Muitas vezes, sinto que as pessoas oferecem a roupa de forma envergonhada, como se nos estivessem a ofender por sequer pensarem que nós poderíamos querer vestir o nosso filho com roupa que é dos outros.

Alguns familiares já nos perguntaram,. horrorizados, "mas não vai ter nem uma roupinha dele? coitadinho!" Ele tem muita roupinha dele. Tem tanta roupa e roupinha que eu até faço distribuição pelos amigos e conhecidos. Já temos roupa "dele" até aos 11 anos, temos mais sapatos do que ele seria capaz de calçar em 3 vidas, temos tantos casacos de inverno que podiamos ir viver para o Alasca e, mesmo assim, não os vestiriamos todos. Eu já dou a roupa a partir dos 4 anos a ouytras famílias e peço em troca que me devolvam qualquer coisa que tenham em bom estado e que já não sirva aos deles, é que a casa é pequena e não cabe cá tudo. Não me interessa se me devolvem as mesmas roupas ou outras, só interessa que dê para vestir.

Nós queremos muito vestir o nosso filho com roupa que é dos outros e por várias razões:
a) não saberíamos onde encontrar os milhares de euros necessários para vestir uma criança com roupas novas. Entre os 0 e os 10 ou 11 anos, quantos milhares serão necessários?

b) fico sempre assombrada quando nos dão as roupas impecáveis, novas, sem riscos, nem nódoas, nem rasgões. O que seria daquelas roupas novinhas? Já imaginaram o desperdício de recursos? O planeta terra é só um e os recursos  não são ilimitados;

c) poupo a minha família dos químicos de que estão impregnadas as roupas novas. O casaco novo do homem aranha costou 20 euros e uns quantos dias de vida pois emana um cheiro tóxico que não pode dar saúde;

d) quanto mais antiga for a roupa - velha também serve - melhor pois os materiais tendem a ser melhores. Eu prefiro uma camisola dos anos 70 - eu sei, feias, demodé mas eu até gosto ... - 100% algodão ou pura lã do que uma camisola da moda e 100% poliéster;




O mesmo se aplica a brinquedos - que compramos o mínimo de vezes possível e quase sempre em segunda mão. Felizmente, somos clientes fixos da Feira da Ladra - à hora do fecho - e a Feira retribui com todo o tipo de brinquedos que os feirantes abandonam no chão. A semana passada trouxemos uns 15 livros do Noddy, Gormitis, Cars, Bolt, uma almofada do homem aranha, uma caixa, intacta, de digitintas com carimbos e tudo, um puzzle enorme de madeira, muitas roupas para mim e para ele... eram sacos e sacos, até voltamos para casa de boleia.

Também não compramos móveis, loiças , toalhas, paninhos, objectos decorativos para a casa, a rua dá-nos tudo. Eu penso que queria um sofá assim e assado e ele aparece na rua, pronto a transportar para casa - por acaso tivemos que pagar uns senhores que o carregaram para o 3º andar sem elevador.

Há uma semanas pensei que gostava de saber costurar para fazer saquinhos de pano onde guardar as várias coisas que tínhamos espalhadas - brinquedos, meias, o lanche do S quando vamos para a rua, as mudas de roupa. Ia eu de passeio pela graça e encontrei, ao lado do ecoponto, uma saca cheia de saquinhos de pano, todos diferentes, todos lindos, dobrados, passados a ferro e cheirosos.

Também aconteceu com as peúgas, num dia pensei "é melhor comprar peúgas para o S. que as dele estão pequenas" e no dia seguinte encontrei na feira uma saca de peúgas imaculadamente dobradas, engomadas e cheirosas".

Às vezes sinto tristeza pelas crianças que não brincaram com as coisas que encontramos ou que compramos em segunda mão. Penso que elas não estragaram os brinquedos, não sujaram as roupas novinhas com as quais nós vamos desfrutar e que nós vamos destruir em três tempos. Honro essas crianças e desejo-lhes que se libertam de tamanha clausura nem que seja quando tiverem filhos.

Gostamos muito de comprar numa senhora da Feira da Ladra que tem brinquedos entre 10 e 50 cêntimos. Deixo-o escolher tudo o que quer e, quando começamos a amontoar bonecos em casa, junto uns quantos e devolvo à senhora para que os revenda.


Quando aos frutos legumes, começamos a comprar o cabaz do PROVE, distribuído no mercado de Santa Clara, todas as Terças, das 17:30 Às 19:30. É uma ginástica engraçada tentar fazer refeições.






 


O ano passado tentei deixar de comprar detergentes e  cosméticos mas distraí-me e já compro novamente. Sempre o mínimo possível mas compro. Hora de retomar essas lides domésticas.

 Hora também de rever como outras pessoas, pelo mundo fora, vivem sem compras.

A web sem compras:

The Compact - Grupo yahoo de indivíduos comprometidos a não consumir produtos novos, sejam de lojas ou Internet, apenas comprar local, minimizar a quantidade de objectos que possuem em casa.
O grupo - http://groups.yahoo.com/group/thecompact/
O blog -  http://sfcompact.blogspot.pt/


Um ano sem Zara - Dicas para estar na moda e vestir bem reutilizando o que já está no nosso armário. Blog de uma mulher que decidiu passar um ano sem comprar roupa.
http://www.umanosemzara.blogspot.pt/ 

Em 2009, comprometeu-se a viver uma vida mais simples e quase sem dinheiro e a não comprar nada de novo durante um ano. Já lá vão três anos e continua a comprar apenas o estritamente necessário. Este blog documenta as suas principais descobertas e dificuldades.
http://myyearwithoutspending.blogspot.pt/ e o website que se lhe seguiu - http://www.myyearwithoutspending.com/

Mulher vive sem dinheiro há 15 anos - http://wakeup-world.com/2011/07/18/happy-69-year-old-lady-has-not-used-money-for-15-years/

 35 prendas que os teus filhos nunca vão esquecer - http://www.becomingminimalist.com/35-gifts-your-children-will-never-forget/

Renovação de casa gratuitamente -  http://www.dailymail.co.uk/news/article-2079784/The-austerity-house-Couple-completely-make-home-reclaimed-goods.html


 

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Trivialidades

Hoje a minha mãe está, outra vez, a fazer quimioterapia. Já perdi a conta aos meses de quimio que já fez e a quantos lhe faltam.

O trabalho do meu pai enfrenta a maior crise financeira de sempre e não há nenhuma perspectiva de que venha a melhorar.

O meu sogro vai ser operado em breve, mais uma ameaça de cancro - felizmente, só ameaça.

Os casos de cancro na minha família materna e paterna continuam a aumentar em homens e mulheres, novos e mais idosos.

A minha vizinha teve um AVC e foi internada. Já não volta a casa. Nós gostávamos muito dela e das suas visitas. O prédio ficou ainda mais vazio. Desde que viemos para cá viver já morreram muitas pessoas e outras foram internadas.

O meu futuro profissional continua a ser um gigante desconhecido, sei que voltarei a trabalhar, por uma questão de equilíbrio financeiro, não sei quando o farei e, especialmente, não sei o que farei pois não consigo decidir do que gosto, o que sei fazer ou mesmo se gosto ou sei fazer alguma coisa.

Viver em Lisboa, num apartamento pequeno, sendo mãe a tempo inteiro de uma criança energética continua a ser tão difícil como sempre. Quem mais passe por esta aventura sabe do que estou a falar.

O Natal aproxima-se e ainda não sabemos com quem passamos a consoada e a noite de Ano Novo. Na verdade, nenhuma destas datas me interessa grandemente, sinto-me mais inclinada a celebrar o 31 de Outubro - Ano novo celta, o 11 de Outubro São Martinho, o mês da gratidão em Novembro, o 6 de Dezembro - São Nicolau, o 12 de Dezembro - Portal 12.12.12, o 21 de Dezembro - solstício de inverno e fim do calendário Maia.  Por serem estas as datas importantes para mim, preparo os seus rituais e executo-os. Mas, em família celebra-se o 25 e o 31 de Dezembro então era suposto rumar-mos a Norte, um ano com cada família ou uma festa com cada família no mesmo ano ou, ainda mais complicado, em cada uma das festas - Natal e Ano Novo - jantar com uma família e almoçar com a outra, preferencialmente, de forma alternada. Até imagino que deveríamos ter um caderninho onde apontar isto tudo, sob risco de nos esquecermos de qual refeição se faz em casa de quem, no ano X ou Y. Acontece que os meus pais são divorciados e por isso eu gostaria que inventassem 3 festividades em Dezembro, não sei como querem fazer, podem ser dois Natais ou dois Anos Novos, como escrevia acima, não me interessa, é uma mera formalidade.

Quando tomamos opções como livrar-mo-nos do nosso marido/ mulher, não contamos com as 1001 consequências a médio e longo - até mesmo muito longo - prazo para todos os envolvidos. Ainda ontem conversava com uma amiga que criticava e criticava e criticava o ex-marido. Ele irrita-a, faz com que ela "saia do sério", enlouquece-a com os seus milhões de defeitos insuportáveis. A dada altura acabei por lhe dizer algo como "já te divorciaste, agora o que te resta? Ou o aceitas como ele é ou o matas". Depois fiquei a pensar que, "aceita-lo como ele é" constitui um trabalho individual, independente da pessoa com defeitos e que poderia ser feito com eles casados ou divorciados. Aliás, que tem que ser feito tanto estejamos casados ou divorciados pois, a não aceitação, leva-nos a divórcios e vidas subsequentes cheias de amargura e críticas. Então, se vou trabalhar a aceitação, porque não tentar enquanto ainda estou casada?  Claro que esta amiga podia simplesmente nunca mais ver o tal homem mas, ele é o pai da filha dela e vai continuar a sê-lo, quer ela queira, quer não. Aceitar as coisas como são é um trabalho hercúleo. Não se trata de resistir, não se trata de aguentar, não se trata de ter paciência... já tentei isso tudo para com muitas pessoas e, especialmente, para comigo mesma, trata-se de aceitar, amar incondicionalmente e aceitar. Diz-me a experiência que a não aceitação do outro tem como origem o facto de não termos sido amados incondiconalmente e, por consequência, não nos amarmos e aceitarmos incondicionalmente. Mas, quem é que quer estar a pensar nisto tudo, não é verdade? Uma outra amiga minha até afirma veementemente que "o amor incondicional não existe" e estou eu para aqui a divagar.

Geralmente, em Novembro, começo a ficar nervosa com os preparativos do Natal. Este ano, com todas as doenças à mistura e o cerco a apertar por todos os lados "então ele não vai à escola?" tínhamos o cocktail perfeito para uma explosão emocional mas, espantosamente, estou tranquila. Escrevo "espantosamente" porque, todos os dias de manhã, acordo com energia, feliz, cheia de ideias de coisas para fazer, com planos, objectivos, com o frigorífico cheio de coisas boas, com amigos e amigas no parque, jardim, aula de dança, do outro lado da linha ou do computador.

Até agora, havia algo de pecaminoso em estar bem quando tudo à minha volta parecia estar mal mas esse mal estar, essa culpa, dissiparam-se.

Foi um percurso longo ou, está a ser pois ainda há a probabilidade de amanhã eu acordar e estar também muito mal. Mas, uma coisa está bem cimentada, amanhã posso acordar muito mal mas não é por isso que passo um "mau dia" ou adormeço muito mal. Pode acontecer uma desgraça, posso ter uma daquelas conversas pesadas com uma pessoa que amo muito - frequentes num contexto de crise, doença, solidão, divórcio - mas sacudo-me da culpa e retomo a tranquilidade. Foram muitas as vezes em que falei com os meus pais e chorei muitíssimo a seguir, fiquei de restos, triste, a sentir que deveria fazer algo mas não sabia o quê, afinal, "eles deram-me a vida, pagaram-me tudo o que tive, certo? Agora é a minha vez!". Este peso de ser a responsável pela felicidade deles estava a aniquilar-me, aliás, o peso da responsabilidade pela felicidade de tudo e todos transformou-se na necessidade de controle de tudo e tudo e estava a aniquilar-nos pois agora não sou uma só, sou 3.Ainda sinto o peito a estremecer, quando escrevo sobre estas coisas. Espero que uma dia a culpa, os remorsos, a tristeza, a frustração de não poder mudar os outros e o mundo sejam apenas uma miragem, uma observação do que eu fui, sem emoções fortes associadas.

O que eu penso e sinto, agora, é o único que posso controlar. Tudo o resto são trivialidades.

Todo este percurso foi feito na companhia de mulheres maravilhosas. Nunca antes havia estado em contacto tão estreito com tantas  mulheres.

Aninhas Penitência - Doula - Silvia Able - activista e escritora - se não fossem vocês, queridas amigas, eu era outra pessoa que não esta.

Ana Telhado - Doula - Fotografa - Não sei se algum dia vasi chegar a perceber a mulher e mãe linda que és e o quando inspiraste os meus dias e a minha vida. Sabem quando uma  pessoa transmite sabedoria a cada gesto? A Ana é assim.
http://www.anatelhado.net/pfaro/index.html

Marta Borges Pires - Psicóloga (pre) unschooler - quase 3 anos de apoio constante em presença, virtualmente, ao telefone. Estaria a do lugar onde estou se não fosse o teu ouvido, ombro amigo e a tua forma simples de traduzir para o dia-a-dia todas aquelas leituras. Na verdade, eu nem sei se, sem ti - e com umas achegas da Ana - ainda tinha uma família.
http://sandradoddemlisboa.blogspot.pt/

Sofia Carvalho - Doula - O meu apoio durante a gravidez e amamentação. A sua doçura levou-me a perceber que havia muito de verdade nas ideias estranhas que me apresentava.
http://aquihabebe.blogspot.pt/

Cristina Pincho - Doula - Uma presença constante no primeiro ano de vida do meu filho. Quando tinha dúvidas, lá estava ela, com os seus encontros gratuitos para mães. A Cristina é A MÃE.
http://www.infosermae.pt/quemsomos.htm

Antonella Vignati - Naturopata - Tratou das minhas mazelas pós parto com as suas agulhas mágicas e também com elas ajudou-me a equilibrar o meu sistema imunitário e emocional. A Antonella sabe mesmo, mesmo o que está a fazer e ainda nos explica tudo.
http://pt.linkedin.com/pub/antonella-vignati/53/955/102

Helga Castanheiro - Terapeuta Holística - Se não fosses tu ainda comia trigo e continuava doente. Foi contigo que percebi que tudo está bem como é. Quantas vezes o ouvi mas só tu me ajudaste a fazer o click, tanto pelo que dizes como pelo que és.
http://www.facebook.com/helga.castanheiro?fref=ts

Luísa Condeço - Doula - Um ano depois percebi que, de facto, não há dias maus e percebi como é que é possível alguém dizer "há sécculos que não tenho um dia mau!". E eu acreditei porque basta olhar a Luísa para ver que é verdade.
http://doulaluisacondeco.webnode.pt/luisa%20conde%C3%A7o/


Carla Silveira - Doula - Quase três anos para digerir o parto do meu filho e tudo se resolveu com uma única conversa amorosa com esta linda mulher.
http://doulacarlasilveira.blogspot.pt/

Carina Mota - Doula - se não fosse por mais nada, porque me salvaste duas vezes em dias em que eu pensava que ia morrer. Mas, é por muito mais, pelos teus sonhos, pelos teus exemplos, pela tua leveza e força.


Adriana Candeias - Homeopata - conhecem a Adriana?  Já a viram com a filha? O que é que se diz de uma mulher como esta? Grata pela WAPF, antes de te conhecer não acreditava que aquilo era possível. E pelas noites de febre do meu filho em que eu dormi porque tu estavas do outro lado do oceano a ler-me.
http://www.appliedhomeopathy.co.uk/index_files/page0005.htm

Mariana Caixeiro - Psicóloga, Homeopata - Foram seis meses duros de tratamento intensivo e eu não teria aguentado as pioras homeopáticas sem ti mas está a resultar tanto, tanto, tanto que nem consigo agradecer o suficiente. A Mariana também é dura nas suas opiniões - sempre bem fundamentadas - e não deixa margens para fugas  durante a terapia portanto resta-nos enfrentar ou admitir que somos covardes e escolhemos fugir.
http://eutratovocecura.blogspot.pt/p/o-que-faco-porque-faco-e-como-faco_15.html

Xuxuta Grave - Terapeuta Psico corporal - Basta adicionar a Xuxuta no facebook e começar a ler o que escreve para perceberem porque a sua existência teve influência na minha vida. Em consulta é muito melhor.
http://www.facebook.com/xuxuta.grave?ref=ts&fref=ts

Maria Antonieta - Terapeuta Psico corporal - Fez-me sentir partes do corpo que eu não sentia há anos e gere um lindo e inspirador projecto, cheio de actividades magníficas que só um casal dinâmico e conectado poderia construir.
http://www.enxara.com/

Catarina Pardal - Doula, terapeuta holistica - amiga espelho. Basta existires para me influenciares.
http://gravidasemforma.blogspot.pt/

Tiffany Daunt - querida amiga, como é que eu estaria aqui sem ti? E o meu filho? Acho que ele pensa que vocês são uma extensão de nós!


Há muitas mais. Tinha contado 22 mas não escrevi e agora não me consigo lembrar de todas.  Virei fazer update, hora de almoçar.

ups... Inês Duarte, Dulce Costa, Andie Meireles, Carla Morais, Isabel Penna, Juliana Mendonça, Mónica Pina, Amala, Ana Malha Valente, Ana Alpante, Anna T. Santos, Teresa Pinto, Sara Vale, Maria Pereira, Catarina Caixeiro ...... a minha mãe - Teresa Maciel, a minha tia Rosa Fernandes...  eu volto ....


Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida