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270

 








Projecto 270 - Costa da Caparica

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ReactionLx











Reaction Lx - Comunidade Facebook

Mais fotografias da reunião Assembleia Popular da Graça e Horta do Monte + Feira de Trocas 

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Activismo materno, espaço público, inovação - Candidatura ao programa ReactionLx


"
i would like to address a theme that is well studied in north America and northern Europe but is still new in Portugal and is related to public space and gendered uses. As a resident in Graça and a mother, I consider particularly important to understand and find creative ideas to increase the uses of public spaces by women who are pregnant and/or are mothers.

Until I became pregnant Graça seamed a great neighbourhood to live but, after becoming a mother I don’t feel safe and welcome, empowered as a mother or challenged - in a learning perspective - by the neighbourhood I choosed as my home.


I would like to know who the mothers that live in Graça are, witch are their needs in terms of public space use during pregnancy, breastfeeding, parental leave, early childhood and childhood.

Witch are the favourite public spaces for woman, and specifically pregnant woman and mothers, in Graça? 




What do women from Graça think about the existing indoor and outdoor public space?

Do the pregnant woman and mothers feel safe on the existing public space?

Does Graça have any indoors or outdoors public spaces that promote meetings between women and/or between families that promote the frequent interaction with others? If yes, are there any changes they would like to see? If not, what kind of spaces do we need?

Does Graça have a public library? A indoor playground? What about a safe outdoor playground with no access to dogs, away from the cars noise and smoke, with shadow and guarded?

Is Graça's public space perceived, by women and mothers, as spaces that help coping with the daily life or does it make daily life harder? Why?

How do women, in Graça, perceive the idea of a self-managed public space where mothers and their children meet on a daily basis?

What could be a response to reconciling the public and the private space when we thing about motherhood in the city?

What creative ideas can we put together, and implement, in order to improve the life of  families, unite mothers from different social and cultural backgrounds, create a culture of friendship and mutual support between mothers?

Could our intervention enhance the recognition of motherhood in society?

Can we create a space, or make interventions in the existing public space, in order to facilitate groups of families who create spaces where parents and children can meet and learn from one another?
 
Can the public space help us, as mothers, to be “Closer to our children and to ourselves” (mine - Mother Centers International Network for Empowerment)?"

Texto constante na Candidatura ao programa Internacional ReactionLX, realizada a 29 de Junho de 2013. 


Outras candidaturas:

Casa Mãe de Lisboa - OP-LX 2011:

Candidatura "Uma casa inteiramente dedicada à maternidade"

Casa Mãe no Facebook:  https://www.facebook.com/casamaelx

Blog "Casa Inteiramente Dedicada à Maternidade"




Aqui encontram o resumo dos trabalhos desenvolvidos para o Projeto Casa Mãe de Lisboa OP-LX 2011 que abrirá, brevemente, em Marvila.
E, aqui a lista de pessoas e instituições que estiveram
envolvidas no processo da Casa Mãe, desde a sua génese.


Não foi possível a CML entregar a Casa para gestão independente pois não se
criou uma plataforma de entendimento entre as pessoas e instituições que
estão no terreno. Assim sendo, a CML avançará com as entidades com as quais
tem experiência de trabalho.


Pesquisa associada:
Creating Active Communities: How Can Open and Public Spaces in Urban and Suburban
Environments Support Active Living?
A Literature Review

Women and downtown open spaces



 
Can we talk about motherhood and activism?

Everyday Acts of Resistance

The Mother Centers in Germany - Empowerment Strategies for Community Women in Germany
 


Mother Centers International Network for Empowerment


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A gravidez não tira o calcio dos dentes



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Magnífico






http://www.airesdecambio.com/parto-en-el-mar-fotos-de-vladimir-bagrianski/

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Sobre o facebook (e sobre quem somos e queremos ser)


(em conversas sobre ser positivo, negativo ou o que os outros pensam de nós)

O facebook é uma boa ferramenta para te ajudar a perceber como ages e quem chamas à tua vida.

Entra no teu perfil e lê-o todo. lê 3 semanas, um mês, dois meses de publicações tuas e comentários teus. A seguir, vê como te sentes: leve, fresca, bem disposta? Ou pesada, triste, chateada?

Faz o mesmo com os grupos em que estás inscrita: depois de leres o que lá se partilha, como te sentes? Feliz, bem disposta? Ou pesada, triste, irritada com as injustiças do mundo e os problemas dos outros? Sai de todos os grupos que te entristeçam.

E agora, os amigos que tens no teu feed de notícias, sempre que lês os seus posts sorris ou ficas revoltada, triste, irritada? Elimina a opção de receber notícias no feed para todos os amigos que publiquem coisas que de fazem sentir mal.

Pesquisa páginas e grupos com temas pelos quais te sintas apaixonada e começa a receber, no teu feed de notícias, todos os dias. uma lufada de ar fresco e de alegria.

É fácil de fazer e fácil de ver que, havendo muita gente a fazer o que estou a descrever - e há - que tipo de pessoas recebem as nossas atualizações de facebook e as comentam.

Já estive nos dois polos, posso atestar a diferença.

E, o facebook é só um dos espelhos da nossa mente. Sendo que, a forma como pensamos e nos expressamos configura quem somos.

Quem escolhes ser? Só isso interessa, o que os outros pensam e dizem sobre ti, é acessório e depende - exclusivamente - de que outros atrais e manténs na tua vida.


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Pico de crescimento








Mais informações:

(Imagens) http://vilamamifera.com/depeitoaberto/picos-de-crescimento-e-salto-de-desenvolvimento/

http://mamaraopeito.blogspot.pt/2009/05/picos-de-crescimento.HTML

http://www.sosamamentacao.org.pt/Forum/tabid/233/forumid/7/threadid/3989/scope/posts/Default.aspx

http://www.bionascimento.com/index.php?option=com_content&task=view&id=143&Itemid=1

http://www.bebeboom.com.br/blog/sera-que-o-meu-leite-esta-secando-saiba-que-pode-ser-apenas-um-pico-de-crescimento-e-como-agir-nessa-situação

http://blogdaamamentacao.blogspot.pt/2011/06/picos-de-crescimento-e-picos-de.html?zx=840d94d069a5f4c2



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Criopreservação

Preservamos sangue do cordão umbilical que, comprovadamente, é essencial chegue ao bebé, no momento e forma pré-determinada pela natureza:

"Childbirth experts are urging the NHS to reverse the policy it has pursued since the 1960s of clamping and cutting a baby's umbilical cord as soon as it is born, citing mounting evidence that this may leave newborn babies deprived of vital blood from the placenta."
http://www.guardian.co.uk/society/2013/apr/25/cutting-cord-babies-risk-nhs

Todos os meses, deitamos fora, sangue que tem as mesmas características que o sangue de que privamos as nossas crianças:


Can Mail-In Menstrual Blood Banks Help Save Lives? | TIME.com

Banking Menstrual Stem Cells | What are Menstrual Stem Cells | Cryo-Cell
 
Ou escolhemos dar, à nascença, as reservas de ferro que vão permitir ao bebé viver os primeiros meses de vida sem riscos e com vitaminas e nutrientes essenciais ao seu bom desenvolvimento - pois todos estes são transferidos, através do cordão, quando este pode deixar de pulsar de forma natural - ou escolhemos criopreservar esse mesmo sangue para que, quem sabe, talvez, um dia, se a criança que foi privada do que a natureza lhe destinou à nascença, possa vir a ser ajudada a superar uma hipotética doença. doença essa que, até pode ter sido causada por essa privação inicial. 

Um cordão umbilical que é cortado antes de parar de pulsar, obriga o bebé a respirar de forma abrupta. Ao nível físico isto pode representar um mau funcionamento do sistema respiratório e é o responsável pela morte súbita e embolias pulmonares - infelizmente, ninguém quer falar nisto. Também ao nível físico, devido ao stress que provoca na criança, atrapalha a amamentação e a vinculação.

Ao nível emocional, representa a sobrecarga por adrenalina e cortisol num momento já de si tão traumatizante.

Ao nível espiritual representa o acolhimento num mundo de escassez. Cortar o cordão antes de ele parar de pulsar é dizer à criança, "respira ou morres", "sofre ou morres".
Para a mãe, implica problemas a parir a placenta, pois o corte abrupto do cordão impede que a placenta receba a mensagem de que já não é necessária no útero e se iniciem as contrações para a expulsar. Isto obriga, tantas vezes, a injeções de oxitocina para "facilitar" a expulsão da placenta - indução - , a que a placenta seja dolorosamente arrancada, a massagens igualmente dolorosas para retirar coágulos que nem deveriam existir, a placentas rasgadas e consequentes problemas relacionados com endometriose.

Quantas de vocês sabem se a expulsão da placenta, no vosso parto, foi ou não induzida?

Aliás, quantas coisas não sabes sobre os procedimentos a que foste sujeita durante o parto e eus benefícios para ti e para o teu bebé (ou bebés)? Porque não sabes?

 
Outras mensagens neste blog

Corte do cordão umbilical

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12:00, numa casa onde se aprende


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Unschooling é....


 "A principle internally motivates you to do the things that seem good and right. People develop principles by living with people with principles and seeing the real benefits of such a life. A rule externally compels you, through force, threat or punishment, to do the things someone else has deemed good or right. People follow or break rules.
 
Which is the hope most parents have for their kids? Do they hope their kids will comply with and follow rules, or do they hope their kids will live their lives making choices that are good and right?Most people heard sometime, somewhere "we have to have rules" and they swallowed it because they were punished if they didn't, and so, here they are today, talking about rules without any thought to what rules really are.    For a lot of people, thinking too deeply about what they believe is too painful. It's just easier to do what was done to them.  Deb Lewis"http://sandradodd.com/rules


"Lots of people go through their whole lives never feeling like they had choices in many many areas of their lives in which they really did. Just like it is useful for unschoolers to drop school language (not use the terms teaching or lessons or curriculum to refer to the natural learning that happens in their families) it is useful to drop the use of "have to's" and replace it with an awareness of choices and options.How we think - the language we use to think - about what we're doing, matters."

http://sandradodd.com/haveto

 "Arbitrary rules and limits have the characteristic that they entice kids to think about how they can get around them and can even entice kids to cheat and lie. I know a couple of really really great unschooled kids whose parents set limits on their computer use time. The kids used to get up in the middle of the night to use the computer while their parents were asleep. It is an unintended but very very predictable side effect of rules and limits that they always set parents and children up as adversaries (the parents are setting the rules and the children are being required to obey them - these are adversarial positions) and can lead to kids feeling guilty and sneaky when they inevitably bend or even outright break the rules. Avoiding that kind of possibility is one really good reason for not having rules or limits at all.  Pam Sorooshian "  http://sandradodd.com/choice

"If you've adopted a set of principles and priorities, it will make decisionmaking easier. And I don't mean to choose your five and write them down. I mean to consider what's important in a situation when you're making a decision. And those things can vary."

http://sandradodd.com/depends

"Imagine that you'd had a really big day and were hungry and tired and came home to be told that you couldn't do something that you really wanted to do. Something that you'd thought about in moments when you were out with pleasure and anticipation. Something that you knew would help to relax you, to wind you down. Have a glass of wine, or a piece of bread that you'd baked that morning. Watch a television show that was on that evening, read the next chapter in a book that you were really enjoying. Someone who had power over you decided that you couldn't do whatever it was that you were wanting to do because you needed to eat dinner, shower and go to bed. Would you savor your meal? Would you enjoy the feeling of the warm water cascading over you in the shower? Would you fall asleep peacefully? Or would each and every one of those experiences be tainted by the power that someone else had wielded over you, poisoned by your own powerlessness, your weakness in the face of someone else's flexed muscle?"  http://sandradodd.com/control


"Anytime I feel resentment building up I try to look at the activity or situation in the light of death. If the one I loved were gone, cleaning up after them or reminding them of something for the thousandth time might seem endearing, rather than irritating. I'm quite sure I'd miss lego parts strewn through the house if Jared was gone from my life.

Seeing our life work, our choices through the eyes of gratitude changes everything. When financial difficulties set in, I can be grateful for our health, for our togetherness and the true wealth we DO enjoy in this country. When I'm sick, I can be grateful I have family to care for me and that I can recover from whatever is ailing me, unlike many folks suffering much worse fates. We have the ability to choose gratefulness in any situation. For me, this has been life changing, though I still have a long ways to go! And I have tried very hard to take the words "have to" out of my vocabulary. Some of you may feel it's just semantics, but it's empowering to see everything I do as a choice.  When I'm getting ready for work I have caught myself saying "I have to get to work now" and stopped myself, saying " I CHOOSE to go to work and I need to be there soon." Simple? Perhaps. But sometimes the simplest details lead to more mindful living. The richness of abundant living is in the details. Ren "http://sandradodd.com/gratitude/ "Food you want, served to you by someone who loves you and brings it to you with a smile and a hug, has magical powers to heal and replenish the soul as well as the body" http://sandradodd.com/servisse  "Should people live in the water in the middle of the ocean, or should they live on land as far as possible away from an ocean? Quickly! What's your answer? "http://sandradodd.com/balance


"How many things do you do because you're supposed to, because your relatives and neighbors expect it, because it's easy and you don't have to think about it? How many of those things are taking you and your kids in a positive and healthy direction? "http://sandradodd.com/joy


 
"  If a parent can't tell the difference between "consequences" and "punishment" and doesn't want to even try to, she'll probably keep punishing her children and telling herself it's not punishment, it's consequences. That muddled thinking can't lead to clarity nor to better parenting.
Untangling confusion with words often takes the use of other words, which is why people who's primary interests don't involve language can become very frustrated with other who say "But 'principle" is NOT just another word for 'rule'." http://sandradodd.com/semantics
  "I've been thinking about that saying "All things in moderation." Next time someone says it to me, I think I might just ask them: "Do you mean we should have joy in moderation? Should we have peace in moderation? Kindness in moderation? Patience in moderation? Forgiveness? Compassion? Humility?"  Honestly, I used to think it sounded like a very wise and balanced philosophy. Now, the more I think about it the less sense it makes.  Leah Rose"http://www.sandradodd.com/focus "Our lives are surrounded by the "end result" of people who grew up with too much parental control. The hurts can last a lifetime and be passed on to all around. Some adults are catatonic with indecision and fear when faced with the simplest of life's decisions, because they were never allowed to make decisions when they were growing up, and were assured they would have screwed up everything if the parents HAD loosened control.

I see those results every day. I still see them in myself sometimes, and I'm 54 years old. I see them in people I've known since we were kids, as they still must negotiate with the voices in their heads saying, 'No, don't.'"
http://sandradodd.blogspot.pt/2007/11/end-results.HTML

"I've mentioned my old attitude and how I'm working on things.  I had an awesome moment about half an hour ago that made me feel really good.  My youngest son told me matter of factly that he had spilled his milk.  I got up, found something close to begin cleaning and asked him to get another towel that was farther away, but was big enough to finish the job.  We cleaned the milk up together and got him into some new clothes.  This probably sounds really simple, and basically, the actions were the same ones I would have followed just a few months ago.  The spill was cleaned and the clothes changed.  The difference this time was that no one yelled, screamed, sighed, huffed, growled, stomped and no one else cried, screamed or got scared of his father. It also took a fraction of the time to just smile and wipe.
In the middle of all that I had a moment where I realized how much nicer it was to just deal with the situation.  It wasn't a moment to teach him not to spill his milk.  It wasn't a moment to deride or correct.  It was just spilled milk and a little boy with a cold strip down the front of his clothes.  And that's all they ever are, just spilled milk and soggy britches."  Sam, on AlwaysLearning, January 2006
http://sandradodd.com/parentingpeacefully

"Pointing out the words people use is never a waste of time. "http://sandradodd.com/mindfulofwords



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Crianças ou bezerros?


Dizer a uma criança que bebe leite de vaca que, porque o faz, há um bezerro que é retirado da mãe e morre de fome, é cruel, é gostar mais de bezerros do que de crianças.

Se habituaste a tua criança a beber leite de vaca e agora te arrependeste, tu és a única pessoa responsável pela morte dos bezerros e deverias guardar a culpa e a verdade para ti.

Se não aguentas a culpa - em nome dos direitos dos animais - e percebeste que a saúde da tua criança está debilitada por causa do leite, podes adoptar medidas mais suaves como, por exemplo:


- Comprar só leite biológico e mistura-lo com água e outros leites. Existe leite biológico da Agros, em todas as grandes superfícies. É melhor que seja do gordo pois quando mais gordo é o leite menos lactose terá;

- A mistura pode ser em partes iguais de leite gordo, água e leite vegetal. Dependendo da criança, iniciar com mais leite gordo e menos leite vegetal;


- Utilizar um bom cacau e adoçante pode ser uma forma de a criança tolerar muito mais leite vegetal do que leite de vaca;
- O leite de arroz (que existe bio, por exemplo, no Jumbo) é mais saboroso e mais saudável do que o leite de soja;

- Nunca digam nem uma palavra sobre este processo;

- Se um dia a criança diz "este leite sabe mal", pegam no copo, provam e dizem "pois sabe, vou trocar por outro" e voltam a por mais leite de vaca e menos de arroz (ou o outro que escolherem).

- Chegará o dia em que ela aceitará o copo de 100% arroz. Se esse dia não chegar, pelo menos, tentaram e não massacraram a criança com a vossa visão catastrófica do mundo.
Qual visão catastrófica do mundo? Basta escreveres "the milk industry" no google e ficas logo a saber. Se gostares mesmo, mesmo de sofrer, também podes ver um dos muitos vídeos sobre atrocidades com as vacas da industria leiteira, ou vê-los todos... a escolha é tua, a culpa é tua.

Para os problemas de saúde associados ao consumo de leite e derivados, também podes pesquisar em "diary health problems".

Informa-te, aprende, mergulha na culpa, se a sentires, desde que deixes a criança saborear o seu leite, feliz e inocente como deve ser uma criança. Afinal, quem lhe deu o primeiro copo de leite de bezerro?

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JÁ NÃO CONSIGO FALAR COM NINGUÉM...

O mundo virtual está inundado de blogs, sites, grupos e fóruns sobre a maternidade e os cuidados à primeira infância.

Numa leitura transversal percebemos que os há para todos os gostos e crenças e que as respostas de uns são mais credíveis do que as de outros.

Há muitas questões colocadas on-line, que não são dúvidas, são desabafos de mães que necessitam de colo e apoio presencial.  


Há muitas respostas dadas, também on-line, que não visam ajudar quem pergunta mas sim levar uma crença (ou bandeira) o mais longe possível fazendo-a chegar a outras famílias.

Assim sendo, a mãe que inicialmente coloca uma questão, pode sair da discussão que se cria muito lesada, confusa e em muito pior situação emocional e familiar do que antes de a pergunta ter sido feita. 

Em alguns grupos, fóruns e blogs, a leitura das perguntas e respostas e discussões está aberta a todos os internautas, sendo que uns omitem as identidades dos participantes e outros, não.

Tudo o que ali fica escrito poderá ser lido durante anos a fio, por milhares de pessoas que vão ficar tão desinformadas e confusas como os participantes e leitores iniciais.

Quem passa o seu tempo a ler e responder a perguntas mal formuladas, rebater formulações/crenças erradas e/ou carregadas de julgamento e agressividade - geralmente para com os filhos, maridos, pais e sogras dos participantes e extensível a todas as pessoas que se atrevam a ter uma opinião contrária à sua - perde tempo precioso de conexão com os seus (filhos, maridos, pais, sogras, gatos, cães...) e tempo precioso de leituras mais construtivas e úteis.

Recentemente, chegou-me uma destas conversas de conteúdo estéril e carregadas de agressividade e certezas. Não me ocorreu ir imediatamente ler o que, pelo que comigo partilharam havia ali conteúdo mau o suficiente para me manter afastada mas, achei interessante a partilha.

Era oriunda de um dos fóruns sobre parentalidade, em língua portuguesa, com menos qualidade em termos de conteúdos, o "de mãe para mãe". Aliás, é excelente para troca e venda de artigos, para a resolução de questões práticas sobre médicos, escolas, atividades... mas, porque não tem uma filosofia subjacente e se guia pelo princípio de que "todas as opiniões são válidas", "cada um deve fazer aquilo em que acredita" e "todos os pais fazem o melhor que podem" facilmente se torna um campo de batalha entre:

os que amamentam e os que não amamentam,

"
passar a noite no peito com quase 2 anos???
Acho que vão\estão haver coisas no desenvolvimento dela que não vão\estão no bom caminho."


"A criança em questão não usa a mama para comer ... usa-a para dormir e aí é fazer da mama uma chupeta!"


os que dormem com os filhos e os ensinaram os filhos a dormir sozinhos desde os 4 meses,

"dormir na tua cama não é bom para ninguém ... até está a prejudicar a tua intimidade com o marido e não faz sentido estar na mama ... afinal de contas ... tem quase 2 anos Choque! Choque!"


os que acreditam em regras e limites e os que não acreditam,
"sabes eles nessa idade são super inteligentes e sabem como chamar a atenção e como fazer manha para terem o que querem nos como pais é que temos que impor regras"


os que acreditam que os castigos são bons e os que não acreditam,

"um castigo uma vez ou outra nao lhe vai fazer mal""


os que batem nos filhos porque tem que ser e os que ficam horrorizados com isso,

Cada um defende o que faz e acredita e, para se defender, ataca os que fazem diferente, como se atacar e defender ideias fosse o único objetivo da sua participação naquele diálogo:

"É isso, cada um faz o que quer. Mas este é um espaço para darmos opiniões, pensava eu...
Cada um defende aquilo em que acredita
."


"Exactamente, é um espaço para dar opiniões, e eu dei a minha e reservo-me ao direito de não concordar com a sua, ou não posso fazê-lo?
Cada um sabe o que é melhor para si e para os seus
."


"Claro que pode não concordar com a minha... Onde é que eu disse que não podia?
Mas eu também posso discordar da sua e defender a minha!"

 

A questão inicial? perdeu-se. A mãe que a colocou estará a ser ajudada? Não creio?

Para que não tenham que adivinhar a pergunta inicial, aqui fica o link para a discussão completa e um pequeno resumo: tratava-se de dificuldade de comunicação com o marido.

Comentei o que esta discussão me pareceu, com quem a partilhou comigo, e foram lá colar a minha leitura:

"eu, ainda hoje, pensava que a mãe que perguntou necessita de muita informação e muitas ideias de como preencher o seu dia de forma a que não se encontre carente quando o marido chega a casa. Necessita também de ideias de coisas para fazerem a 3 que lhe dê a possibilidade de conexão com o marido, que a faça sentir-se cuidada.
necessita ainda de ser menos critica e vítima, da forma como se exprime parece que o marido e a filha estão errados e ela está certa, certa e abandonada por eles.
ali não lhe dão ideias nenhumas de como resolver os problemas e só interferem com o que já está bem que é dormir com a criança e amamenta-la.
as necessidades de conexão, carinho, diálogo, atenção de uma mãe são reais e devem ser tidas em conta mas não é em detrimento das necessidades da criança e contra a vontade do pai, ela mesma diz que se desentendem por ela querer a atenção dele e ele estar mais disposto a dar atenção á filha.
Se continuam por aquele caminho será mais um divórcio ou mais uma relação adversarial com a menina adorar o pai e a detestar a mãe. Se ainda por cima a desmama e a põe no seu seu quarto... perde tudo, a conexão com o marido e a filha.
ninguém comenta estas questões, limitam-se a guerrear sobre amamentação e co-sleeping. Eu mesma, só me lembrei disto hoje. Percebemos mesmo muito pouco sobre relacionamentos e amor, tão pouco que nem deles conseguimos falar e escrever..."


Apenas citei aqui algumas das coisas que lá são ditas, muito, mesmo muito pouco. Ler a conversa toda é integrar mais horrores do que um dia de primavera pode suportar, são 4 páginas de pura guerra, jamais o conseguiria fazer.

Não podemos decidir o que as pessoas escrevem on-line mas podemos decidir que pessoas queremos ler on-line. Sobretudo, podemos escolher onde perguntar e opinar, onde e como despender do nosso precioso tempo.

Já fizeste essa escolha?

Como se explica que não estão pessoas dentro da televisão?

Várias crianças desejam veementemente entrar para a televisão e confraternizar com os seus amigos animados.

Lembrei-me, ao brincar com uma daquelas máquinas que mostram imagens, que esta pode ser uma forma fácil de explicar às crianças o mecanismo que leva ao aparecimento das imagens do pequeno ecrã.

Depois de a criança brincar com o projector de imagens, de perceber que estas só aparecem/ mudam, quando carregam no botão, podemos explicar que o mesmo acontece com a televisão, são desenhos estáticos sendo que uma máquina os faz "girar" automaticamente e muito rápido.

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O que tem valor










 Eu acredito que para o meu filho ser feliz basta-lhe achar tão valioso o ipod como o passarinho. É muito pequeno para saber que morre gente para produzir o ipod, que as suas baterias são feitas com minerais de minas cheias de sangue, é mesmo muito pequeno para se preocupar com o que quer que seja. Se o meu filho sorrir tanto ao ler um vídeo no ipod (que não temos mas temos uma coisa parecida), como a fazer festas a um passarinho, está tudo bem.

Bombardear as crianças, ensina-las para que saibam o que é que tem "valor", em detrimento do que "não tem valor" é tão triste como haver crianças que nunca viram um passarinho de verdade ou nunca na sua vida virão a tocar num.


Frases como "os pais desta geração materializada" incomodam-me. São negativas, pejorativas, parecem querer provar que antigamente tudo era perfeito e agora tudo é mau. São frases que parecem querer provar que nunca houve tal falta de valores quando, se olharem bem à vossa volta, verão que jamais a humanidade se mobilizou tanto em nome do próximo, em nome da flora, da fauna, da mãe terra. Aliás, imagino que desde a inquisição que não se falava tão abertamente em "mãe terra". Jamais "em tempo algum" (como se diz por aí) foi tão fácil comunicar, partilhar, sonhar em conjunto e isto é fruto tanto da "geração materializada" como da "matéria" que a fascina.

Por mim, as crianças do mundo saberão o valor inerente a tudo o que existe, pelo quando esse algo as entusiasma e é útil e não porque eu vou ensinar o que quer que seja.


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Novo oráculo

No Simpósio Sandra Dodd e amigos em Lisboa, a Joyce Fetteroll trouxe-nos ao sua Caixa de Ferramentas para o "Unschooling".

A nossa caixinha está bem visível na porta  do frigorífico, pronta a ser consultada.
 
 


Na semana seguinte, estava eu a lamuriar-me devido a uma tarefa que não me apetecia fazer, mas que era essencial que fosse feita. Encostei-me á porta do frigorífico, num "ai que agora não me apetece nada..." senti a caixinha, tirei um cartão e eis que surge a resposta:



Claro que podia delegar a tarefa a 3ºs - ou exigir que outros a fizessem mas, naquela momento, qual seria a alternativa mais amorosa? A Escolha que nos traria mais paz e harmonia?




E assim descobri um novo oráculo.

http://joyfullyrejoycing.com/

www.sandradodd.com

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Inspiração Junho 2013 | Lua das Fogueiras










 Geisha and Rabbit





Montessori Activity - Teaching Addition with Lego Brick Number Rods from Elaine Ng Friis


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 stages of menstrual cycle


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 Zine celebrating young women who start their cycle!

 

 

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5. http://www.soulemama.com/

6.https://www.facebook.com/EagleCondorFarm

7. http://www.healyrealfoodvegetarian.com/top-10-grain-free-bread-recipes/

8. Just Sharing Laughs

9.  Truth Theory

11. http://fazendoaminhafestainfantil.blogspot.pt/2013/06/passo-passo-como-fazer-letras-de-papelao.html?spref=fb

12. http://embraceofbeing.com/

13. http://empoweredsustenance.com/diy-honey-shampoo/

14. http://fitlife.tv/1-day-detox-to-reset-your-system/

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16. http://www.earthlightcollective.com/silver.htm

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 18. http://poemadoceu.com/tag/fases-da-lua/ 

19. http://www.moonmysteries.com/book-news/dreaming-moon

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21. http://spiritscraft.wordpress.com/

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