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"I often hear people say that you can only blame your parents for your "issues" as an adult for so long. And that's fair enough, but what if we could raise a generation of kids that don't need to blame anyone for anything? Conscious parenting isn't some abstract concept.
The statistics beginning at 4:00 should concern us enough to make changes. If you want to know the one reason we hurt our children, listen to her explain it at 6:54. And if you're curious about how we define worth and value in our society, stick around until 9:10."


Instead Of Joking About Our Kids Needing Counseling One Day, What If We Really Thought About It?

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O choro como libertação


Diz Barbara Sher, no livro Refuse to Choose, que quando entramos em stress, é a criança em nós que espoleta o mecanismo de "ataque ou fuga" pois é remetida para algo que se passou na infância e que, na altura, provocava stress.
Qualquer criança sabe que se chorar quando esta em stress se sente aliviada e nós, adultos, esquecemos este mecanismo simples e eficaz. Mais do que isso, muitos e muitas de nós, mesmo que sintamos necessidade, não sabemos ou não conseguimos chorar.
 
O que a autora recomenda é que tenhamos "micro ataques de nervos provocados" na razão de, pelo menos, um por dia.
Os "micro ataques de nervos provocados" funcionam assim:
 
- Encontra um sitio onde te possas fechar sozinha;
- Fecha os olhos, respira fundo algumas vezes e diz silenciosamente " estou magoada".  Repete;
- Se sentires a mínima sensação de aperto no peito ou olhos segue-os, finge que estas a chorar e suspira varias vezes;
- Se não conseguires sentir nada, imagina-te com oito anos, com todas as responsabilidades e preocupações que tens agora e diz a ti mesma "algúem me ajude, eu sou demasiado pequenina para aguentar isto tudo. Vou fazer asneira"
- Dá-te tempo para sentir pena de ti, se ela vier a superfície. Silenciosamente liberta os teus sentimentos e nota a tensão a dissipar-se;
- Não tens que chorar com lágrimas, mas, se chorares com lágrimas, melhor;
- Sabes que terminaste quando sentes que a tensão diminuiu, quando abres os olhos e te sentes mais viva;
- Faz isto todos os dias, vais-te sentir mais relaxada;
- A criança assustada dentro de ti precisa de chorar e uma vez que o faz sente-se melhor;
- Podem ser sentimentos difíceis de enfrentar mas se os conseguires libertar só uma vez, de forma consciente, em vez de os calcares e esconderes milhares de vezes seguidas, os deneficios são imensos. Um sentimento (dor mágoa, solidão, abandono...) libertado conscientemente, não necessita de ser recalcado nem descarregado em terceiros;
- Depois disto, a energia pode demorar a voltar, podes ficar cansada pela libertacao de tensão;
- Claro que vais ter que fazer isto mais do que umas vez. É como tirar ervas do jardim, sempre que aparecem, vais tiras-las até que o jardim comece a ficar mais limpo, com mais espaço para flores e legumes do que para ervas infestantes;
- Quanto mais fizeres isto, mais calma e pociente te tornas.  
 
Se ajudar, enquanto choras, podes imaginar a tensão a ir para algum lado, para a terra através dos teus pés, para o mar, levada pela chuva....
 
 
 
 
****

Yesterday, I cried.
I came home, went straight to my room,
sat on the edge of my bed,
kicked off my shoes, unhooked my bra*,
and I had myself a good cry....

I cried until my nose was running all over the silk blouse I got on sale.
I cried until my ears were hot.
I cried until my head was hurting so bad
that I could hardly see the pile of soiled tissues lying on the floor at my feet.
I want you to understand,
I had myself a really good cry yesterday.

Yesterday, I cried,
for all the days that I was too busy,
or too tired, or too mad to cry.
I cried for all the days, and all the ways,
and all the times I had dishonored, disrespected,
and disconnected my Self from myself,
only to have it reflected back to me in the ways others
did to me the same things I had already done to myself.
I cried for all the things I had given, only to have them stolen;
for all the things I had asked for that had yet to show up;
for all the things I had accomplished, only to give them away,
to people in circumstances, which left me feeling empty,
and battered and plain old used.
I cried because there really does come a time when
the only thing left for you to do is cry.

Yesterday, I cried.
I cried because little boys get left by their daddies;
and little girls get forgotten by their mommies;
and daddies don't know what to do, so they leave;
and mommies get left, so they get mad.
I cried because I had a little boy,
and because I was a little girl,
and because I was a mommy who didn't know what to do,
and because I wanted my daddy to be there so badly until I ached.

Yesterday, I cried.
I cried because I hurt. I cried because I was hurt.
I cried because hurt has no place to go
except deeper into the pain that caused it in the first place,
and when it gets there, the hurt wakes you up.
I cried because it was too late.
I cried because it was time.
I cried because my soul knew that I didn't know
that my soul knew everything that I needed to know.
I cried a soulful cry yesterday, and it felt so good.
It felt so very, very bad.
In the midst of my crying,
I felt my freedom coming,
Because...

Yesterday, I cried
with an agenda.

--Iyanla Vanzant
 
 
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Refuse to choose

Hoje acordei atormentada, tão atormentada quanto fico nos dias em que percebo que "nenhuma das ideias que tenho é concretizável", "nunca vou conseguir fazer nada com princípio, meio e fim", "a minha to do list é interminável", "jamais serei capaz de escolher entre o fundamental e o acessório", "tudo o que faço repetidamente me aborrece", "mas porque é que eu não sou capaz de escolher uma coisa e faze-la até ao fim?", "mas, para que é que eu quero saber tanto sobre tantas coisas? assim não sei nada sobre nada?", "´porque é que eu não sou mais como a A. ou a B. que encontaram isto ou aquilo e estão tão animas e tão tranquilas, há tantos anos?"... e a torrente de pensamentos destrutivos continuou, comigo sentada frente à estante de livros enquanto os escrutinava  e deixava que a torrente de pensamentos fosse interrompida, aqui e ali, pela ideia de que só uma mente como a minha poderia ter tamanha quantidade e variedade de livros não lidos, amontoados.


De repente, o fixei-me no "
Refuse to Choose - A revolucionary program for doing everything that you love", da Barbara Sher. OHHH Deuses, eu pedi uma luz e aqui está ela, acompanhada de explicações clarissimas de quem eu sou, porque sou como sou e como posso agir para aproveitar o melhor de mim, sem culpas, sem justificações.

Mal comecei a ler pensei, "vou traduzi-lo", "vou resumi-lo no blog", "vou esquematiza-lo", vou envia-lo à Mel e  à Ana (ups, às duas ao mesmo tempo não dá!). "Ok, escrevo sobre ele no blg e quem quizer pede-o emprestado", "compro uns quantos na amazon e vendo-os", "fotocopio? A A. a B. a C. tem que ler isto", "e se fizer uma mailing list em português? sera que há por aí muita gente como eu?" .... Talvez venha a por em prática todas estas ideias, ou nenhuma delas, não obstante, o que vou seguramente fazer é, agorinha, comprar o mais belo e gigantesco Scanner Daybook que encontrar, com as melhores canetas do mundo e fazer a minha primeira anotação, acompanhada de um bom sushi e chá de jasmim. Pode ser mais um dos meus projectos inacabados mas sera magnífico começa-lo e alienta-lo, enquanto durar, sem culpas.



Digam lá se não é impossível não gostar das ideias que esta mulher transmite?








Não vou resumir o livro pois tal já foi feito:

-
http://livinglagom.com/2013/04/29/refuse-to-choose/
-  http://www.spiritsite.com/writing/barshe/part23.shtml


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P.S. Havia outros tormentos na minha mente, esta manhã, mas deslindar este foi mesmo maravilhoso.

Cáries Dentárias


"Sobre o oil pulling, Que óleos se podem usar para bochechar? A partir de que idade será seguro que as crianças façam? Obrigada"

  • Podem-se utilizar todos os óleos biológicos, de extracção a frio, mas os melhores são óleo de côco - por ser anti bacteriano e combater as caries e sésamo pela sua fluidez. Eu alterno já que o côco é caro. Neste momento, estou a utilizar girassol biológico, também por ser mais barato. No site do oil pulling a recomendação inicial é com óleo de girassol - http://oilpulling.com/
    O oil pulling pode ser realizado em qualquer idade o que acontece é que uma criança pequena pode não conseguir bochechar sem engolir o óleo.
    Para crianças pequenas, com caries ou sem cáries, recomendo a utilização de óleo de côco e xilitol que podem ser incorporados na comida/ bebida, bochechados com água e depois engolidos (sem os 20 minutos a bochechar requeridos pela prática do oil pulling) ou utilizados como pasta de dentes, na escova de dentes.
    Posso ajudar na compra do xilitol, através da biosamara: http://www.biosamara.pt/produtos_adocantes_xilitol.php

Mais informações sobre o óleo de côco, no combate a cáries: British Dental Journal - http://www.nature.com/bdj/journal/v213/n6/full/sj.bdj.2012.856.html

Medical news today - http://www.medicalnewstoday.com/articles/249804.php

European Research Headlines - http://ec.europa.eu/research/headlines/news/article_12_09_24_en.html


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Planear


Agora que andamos em afã planificador e transformador, gostava de deixar algumas considerações que me fazem sentido:

A Lua nova é tempo de planear, de lançar a semente e a lua cheia tempo de concretizar. Planeio na lua nova o que quero manifestar na lua cheia e, nos dias que as separam, vou acrescentando pormenores à planificação de forma a dar-lhe consistência.

Se menstruar na lua cheia, posso querer adiar o início do planeado (a manifestação) para o final da menstuação, quando a energia começa a aumentar. A menstruação corresponde a uma morte, é tempo de introspecção e luto pelo que não é auspicioso para iniciar novos projectos ou desafios.


O Outono é tempo de celebrar e agradecer (precede o tempo de instrospecção do inverno e sucede o tempo de expansão do verão). Iniciar, no Outono, alterações ao nosso dia a adia que nos desconectam da energia de celebração e agradecimento é desconectar-nos da roda da vida. Assim sendo, se inicio, por exemplo, alterações à dieta, fa-lo-ei do ponto de vista da celebração da vida, da saúde, da harmonia com a mãe terra e não do ponto de vista da privação "não posso", "tenho que".

Todas as células do meu corpo estão mais receptivas a responder positivamente quando o meu cérebro processa a informação de um prisma positivo, alegre e harmónico.

O fim de Agosto e Setembro, remetem para planificação, órdem, renovação. Para muitas pessoas é a herança do ritmo escolar que,consciente ou inconscientemente, move a necessidade de ordenar, limpar, planear, clarificar mas, esta herança do ciclo escolar pode estar carregada de condicionamentos e limitações, pelo que, importa saber se esta ansia planificadora advém de uma vontade de co-criar algo de novo e belo ou da necessidade de se auto-limitar depois do periodo de expansão do verão. É fundamental perceber a diferença pois nela reside a semente do fracasso ou do sucesso do que agora se empreende.


Para muitas e nós, consciente ou inconscientemente, Outubro é o mês de iniciar novos projectos e actividades pois corresponde ao primeiro mês do calendário celta. Arquetipicamente, e porque a mãe natureza assim o expressa, sentio-nos movidas a recomeçar nesta altura do ano. 

Para saber mais sobre Sabahim (Outubro) aqui fica http://pt.wikipedia.org/wiki/Samhain


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