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Wrapping a baby | Embrulhar um bebé

Até agora temos dormido sempre com o bebé (bem haja a quem re-inventou o co-sleeping porque nos facilita em muito a vida) e por isso não o embrulhamos. Já tínhamos visto por aqui que quando dormimos com o bebé não o devemos embrulhar/enfaixar.

Esta semana, aos pouquinhosm começamos a deixar que ele durma sozinho e por isso toca a enfaixar o "embrulho" muito bem e que delícia de sonos ele tem tido.

Não conseguimos atinar com nenhum dos métodos de baby Wrapping que vimos até agora, nem o do Happiest baby nem um mais simples que encontramos aqui
Acabamos por inventar e o importante é o bebé ficar apertadinho e sem poder movimentar os braços.

Pelo que vimos esta é uma forma de acalmar um bebé que chora mas o nosso só pode ser embrulhado quando já parou de chorar, caso contrário, é o fim do mundo. Se estiver calmo, deixa-se embrulhar tranquilamente, suspira quando se sente aconchegado e a seguir dorme durante horas e horas.

Não vale a pena comprar nenhum pano especial para isto, um lençol de bebé serve perfeitamente.

Bons embrulhos

Baby wrapping

BABY WRAPPING, trata-se de "embrulhar"/ "enfaixar"o bebé para que este se sinta mais tranquilo e tenha sonos mais profundos.

Esta técnica, para além de acalmar o bebé de forma quase instantânea, pode ajudar a diminuir o síndroma da morte súbita pois faz com que o bebé fique sempre deitado de costas.

Dicas e conselhos:
- os bebés podem ser "embrulhados" desde que nascem até que consigam rebolar;
- para bebés que não gostem nada de ser embrulhados, um saco de dormir também é uma boa opção. Há quem defenda que todos os bebés gostam de ser embrulhados pois é dessa forma que estão habituados a estar no útero materno (vídeos muito esclarecedores sobre o assunto, aqui).
-Não se deve "embrulhar" bebés que partilham a cama com os pais sob risco de sobre-aquecimento;

- No verão, por baixo da faixa, vestir apenas uma camisola de alças e a fralda (para quem usa fralda);
- No inverno, vestir roupas leves para evitar o sobreaquecimento. Não vestir lãs e malhas polares;
- Cuidado para "embrulhar o bebé de forma a que a sua nunca fique coberta nem corra o risco de vir a ficar coberta;

Como "embrulhar o bebé"? Há mil e uma formas, o vídeo acima referido explica uma delas muito bem.

Bons sonhos!

Adaptação livre de: http://www.abc.net.au/parents/parenting_in_pictures/wrapping_newborn.htm

O conceito contínuo 2 ou quando uma resposta dá um post

Olá Sofia e Melissinha,

A primeira vez que li sobre muitas destas coisas foi no Blog da Sofia e desliquei o computador a dizer que "esta gente está toda maluca". Agora andam a dizer o contrário do que sempre esteve certo :) hi, hi!!! Depois comecei a tentar perceber mais do assunto e vi que o meu SEMPRE vem (no máximo) desde o iluminismo (isto ainda tenho que perceber melhor).

Sei que os bebés sabem exactamente como nos dar a volta e imagino e nós mesmos nos vamos "dar muitas voltas" ao longo do exercício da parentalidade :) Sei que quando a Melissinha diz que eles nos ensinam diariamente a testar as teorias é mesmo verdade!!!!

O que a Liedloff consegui despertar em mim foi muito mais do que estar alerta para uma data de "ideias" ou "regras" que podemos apicar em quanto pais. O que me desperta a atenção e entusiasma é a descoberta de um novo olhar sobre a nossa sociedade (eu que passo a vida a dizer que não sou a Cátia e não a socióloga :)).

Para dizer a verdade a maioria das ideias adiantadas pela autora parecem-me muito complicadas de aplicar ao meu contexto. Exemplificando, não creio que seja muito complicado carregar um bebé o dia todo mas já é complicado passar o dia a trabalhar em frente a um computador com um bebé embrulhado num pano e ao colo. Não seria nada proveitoso nem para mim nem para ele. Outro exemplo é o do parto, não deve ser nada complicado dar ao recém nascido e á mãe a possibilidade de estar em contacto pele com pele a amamentar na primeira hora de vida (como recomenda a OMS) mas já me parece muito complicado negociar isso com a equipa médica de qualquer hospital nacional :(. Ou seja, na impossibilidade de alterar o contexto, fazemos as coisas como ditam as "regras" sociais em vigor mas isso não significa que estas sejam as mais adequadas à nossa espécie.

A Liedloff fez-me tremer nas bases enquanto pessoa e enquanto profissional. Depois de ler o continuum concept andei pelas águas da psicologia e antropologia a tentar perceber se havia mais gente a afirmar, estudar e comprovar as mesmas coisas e, espanto dos espantos, há!!! Há muita gente a estudar e aplicar tudo isto e muito mais!!!

Relativamente ao parto temos os movimentos pelo parto humanizado, a própria OMS que nos pede para pararmos com muitas das práticas que hospitalares actuais, o aumento dos conhecimentos sobre o parto na água, o aumento dos partos em casa..... Há países onde estas ideias que em portugal parecem pioneiras são a regra (já escrevi algures sobre isso).

Na área da educação, já descobri a escola livre (educationrevolution.org), a escola Waldorf, o Movimento da Escola Moderna....

Os estudos e movimentos que nos provam a necessidade de voltar às origens, a necessidade de o ser humano retomar os seus instintos enquanto espécie são muitos. Agora, se cada um, individualmente, vai conseguir fazer isso no seu dia-a-dia e com os seus rebentos.... isso já é mais complicado. Penso que esta é uma mudança colectiva e inter-geracional.

A humanidade vai lá chegar mas devagarinho e o mais provável é nenhum destes movimentos (incluindo o que a Liedloff iniciou com a sua obra) estar certo.

O conceito contínuo


The Continuum Concept de Jean Liedloff , em poucas páginas e de uma forma muito clara e fundamentada, conseguiu revolucionar por completo as minhas noções de ser humano, de instinto, de vida em sociedade e, sobretudo, do que é ser mãe.

Digamos que revolucionar as acepções de alguém com uma formação sólida em ciências sociais não é tarefa fácil.

Sempre considerei que o ser humano, em sociedade, há muito que deixou os seus instintos sendo todos os seus comportamentos cultural e socialmente influenciados, adaptados, "determinados".

As mais básicas das necessidades como comer e beber ou o considerado mais natural dos instintos, como o "instinto materno" são, actualmente e especialmente nas sociedades ocidentais industrializadas, altamente ritualizados e respondem a um sem fim de regras ditadas, em exclusivo, pelo intelecto.

Apesar de considerar que pouco havia de inato e instintivo nos nossos comportamentos, nunca me havia questionado sobre as consequências profundas que tal afastamento da nossa condição "aminal" poderia ter. Afinal, sempre considerei o ser humano com inteligênte, capaz de abstração e muito mais do que um simples "animal". Estava enganada!

Será a capacidade de pensar as nossas acções que nos distingue dos restantes mamíferos mas, segundo Liedloff, é também esta capacidade de tudo racionalizar que nos afasta de tal forma do nosso contínuo enquanto espécie que cometemos uma enormidade de erros.

De acordo com a autora, estes erros são também cometidos quando de trata da gravidez, parto e dos cuidados a um recém nascido. Especialmente neste domínio, o ser humano tem vindo a negar quase todas as características inerentes à sua espécie com todos os malefícios que dai podem advir.

A uma dada altura, a autora descreve um nascimento do ponto de vista de dois bebés: um que nasce numa tribo indígena (cuja observação dá origem às ideias explanadas na obra) e um outro que nasce num hospital de uma qualquer cidade ocidental.

A exposição crua das agressões a que sujeitamos as nossas crianças (em nome da sua saúde e bem estar) é simplesmente arrepiante. Ao ler tal relato não pude deixar de pensar em mim enquanto recém nacido, no meu filho que está para nascer e em todos nós.


Liedloff defende que qualquer mamífero e qualquer criança se desenvolve de forma mais saudável se:
  • Desde o nascimento estiver em contacto físico com a sua mãe ou outro cuidador;
  • Dormir com os seus pais em constante contacto físico até que a própria criança decida procurar o seu próprio espaço (o que geralmente acontece por volta dos dois anos de idade);
  • for amamentada de forma livre, i.e. quando tem fome e sem imposições horárias. Amamentar deveria ser uma resposta aos sinais que nos dá o bebé e não uma tabela horária a seguir à risca independentemente nas necessidades da criança;
  • Até aos seis meses (idade em que começa a querer gatinhar e descobrir o mundo sozinha), ser constantemente transportada em contacto com um adulto (ao colo, na anca, no sling, no pano) de forma a que possa observar o mundo que a rodeia, mamar ou dormir enquanto essa pessoa se dedica às tarefas do dia-a-dia.
  • Ter quem responda aos seus sinais de desconforto (choro, gritos) sem julgamentos ou desprazer (não fazer a criança sentir que é má ou que não é amada porque fez algo) mas sem nunca tornar a criança o exclusivo centro das atenções de um adulto;
  • Fazer a criança sentir que preenche as expectativas das pessoas que a rodeiam, que é simpática, sociável, cooperativa e que se sabe preservar;
  • Deixar que a criança desenvolva os seus instintos de auto-preservação não "controlando" todos os seus passos e ou supervisionando todos os seus movimentos. Se o ser humano necessitasse da extrema vigilância que actualmente atribuímos às nossas crianças, a nossa espécie estava extinta;
Há cerca de 3 gerações que as nossas crianças (sim, nós e os nossos pais incluídos) são educadas de forma radicalmente oposta ao que são as nossas necessidades enquanto espécie humana. Quase toda a gente que leia este post, passou por todas ou muitas destas situações:
  • Ao nascer, separação traumática da mãe devido a intervenções médicas e colocação do recém nascido em berçários/ incubadoras.
  • Enquanto recém nascido, submissão a total isolamento excepto pelos sons emitidos por outros bebés;
  • Em casa, isolamento no berço durante a maioria do dia;
  • Adaptação forçada ao silêncio que pensamos ser o mais adequado aos nossos bebés mas que é o oposto ao movimento e constante ruído do útero materno;
  • Alimentação tabelada de acordo com exigências médicas e não de acordo com as reais necessidades e impulsos do bebé;
  • Ser separado e excluído das actividades dos adultos e isolado em berços, parques etc... onde tem como única companhia objectos inanimados;
  • Cuidadores que ignoram ou punem os sinais que o bebé dá de desconforto;
  • Cuidadores que reagem com excesso de preocupação às manifestações de um bebé tornando-o o centro da sua atenção;
  • Hiper vigilância transmitindo ao bebé/criança que esta não é capaz de se auto-preservar e que não é capaz de aprender sem um control rigoroso que mina o seu processo de auto-aprendizagem.
Curiosamente, a mesma sociedade que "maltrata" os recém nascidos, está completamente centrada nos bebés e crianças. Na presença de uma criança todos ficamos infantilizados retirando à criança a possibilidade de aprender por imitação, como fazem todos os animais.

Ao longo do dia, as nossas crianças são remetidas para os seus berços, parques, brinquedos, creches onde tem como companhía objectos inanimados, crianças da mesma idade e cuidadores que dão ordens (educadores, professores). Ao fim-de-semana, os pais esforçam-se por desenvolver actividades "apropriadas" para crianças de modo que as possibilidades de os nossos filhos observarem o dia-a-dia dos elementos da sua espécie e aprenderem através dessa observação/experimentação, ficam reduzidas a quase zero.

De acordo com Liedloff, para um bebé, ter quem brinque e fale com ele e o admire o dia todo retira-lhe a o papel de observador para o qual está (de forma inata) preparado.

Quando acima nos referimos a "carregar" o bebé constantemente nos seus primeiros seis meses, falamos na possibilidade de um adulto realizar as suas actividades do dia-a-dia, em contacto com o bebé fazendo com que este seja um espectador das mesmas. Isto é completamente diferente de ter um bebé ao colo e fazer do mesmo o centro das atenções do adulto.

A criança aprende por observação e imitação e para que a sua vida se desenrole de forma correcta (de acordo com a preparação inata da sua espécie) deve estar em contacto directo (pele com pele) com um adulto, centrado num adulto que, por sua vez, está centrado nas suas próprias actividades.

Fonte: http://www.continuum-concept.org/cc_defined.html



Muita novidade para digerir

A Sofia, do "Aqui há bebé", escreveu mais um texto sobre o co-sleeping que me levou a escrever um comentário. O comentário alargou-se tanto que ficou um texto e, entretanto, decidi copiar o mesmo para este blog.

Aqui ficam as interrogações com que tenho andado entretida:

olá,

devo dizer que a primeira vez que li sobre co-sleeping foi no "Aqui há bebé" e não consegui conter a indignação: "então agora estão aqui a dizer tudo ao contrário do que deve ser?".

Depois, pensando melhor, decidi pesquisar. São aos milhares as referências à partilha da cama com os filhos e até a OMS o recomenda.

Estou a tentar recolher informação útil sobre o assunto e vou começar agora a ler o Continuum Concept (Jean Liedlof) e espero que esta seja a pedra de toque que vai deitar por terra todos os pré-conceitos que eu tinha sobre educação.

Sinto-me como se tivesse caído de repente num mundo que desconheço e no qual não ainda não me oriento muito bem.

Eu pensava, entre muitas outras coisas, que os filhos só se podiam ter nos hospitais (ou espaços similares) porque nos nossos dias já não se justifica que seja de outra forma.

Pensava que os bebés deveriam dormir no seu berço desde o primeiro dia e no seu quarto, no máximo, até ao 6º mês de vida.

Estava segura de que ter um bebé a dormir com os pais era negligência e que até podíamos matar o bebé com o nosso peso.

Podia garantir que devíamos dar de mamar de 3 em 3 horas (ou algo do género) e alternar a maminha mesmo quando o bebé parece querer continuar a mamar da mesma maminha.

Pensava eu que bebés e fraldas estavam sempre associados. Estava mesmo convicta que era impossível criar um bebé sem fraldas. Pior ainda, nunca tinha pensado em tal possibilidade!!!!!!!!!

etc..., etc...

Assim, de repente e sem pré aviso, fico a saber que afinal:

- já faz sentido ter os bebés em casa. Isso mesmo, na nossa sociedade, com todos os cuidados pré-natais, ecografias, cudados e atenções, já faz sentido ter os bebés num ambiente acolhedor pois os riscos são menores do que os partos domiciliares do sec XIX (foi só um exemplo).

- Dormir com o bebé não só não é mau como é recomendado. Os laços entre pais e filo estreitam-se, as mamadas tornan-se mais fáceis para mãe e filho, os bebés tornam-se menos rígidos, irritadiços etc... ainda não sei muito sobre isto mas continuo a aprender.

E sabem que mais? As mamadas de 3 em 3 horas podem ser responsáveis por muitos dos problemas da amamentação. A criança deve poder mamar quando sentir necessidade. Assim sendo quando mais próximo o corpo da mãe esta estiver, melhor. É também por isso que se transportam os bebés em panos e slings. Não é só porque é giro!!!!

Quanto às fraldas, há muito quem opte pela chamada higiene natural e consiga mesmo que o bebé utilize o pote em vez das fraldas. Em contextos onde não abundam os tecidos e os plásticos imagino que esta nem sequer seja uma opção mas sim um hábito tão "natural" como nós utilizarmos as fraldas.

Agora, pergunto eu, mesmo sabendo que estou a optar pelo que faz mais sentido, mesmo sabendo que a minha intuição diz ser o correcto, como é que vou conseguir dar conta de tanta novidade? Como é que vou conseguir aplicar tudo isto? Terei disponibilidade para estar tão próxima do meu filho? E, especialmente, como vou conseguir explicar aos outros estas opções que parecem tão excêntricas, tão non-sense, tão negligentes?

O que diz a vossa esperiência sobre estas questões? Quem já experimentou/vivênciou estas práticas pode dar dicas úteis?

Obrigada a tod@s e obrigada Sofia por ter sido a primeira pessoa a chamar a nossa atenção para este novo mundo.

Gerar, parir, nutrir e amar

Desde que estamos grávidas que a Tiff diz que devíamos organizar encontros para grávidas em que mulheres que estão a passar pela mesma experiência que nós tivessem a oportunidade de expor as suas dúvidas, conversar, procurar apoio mútuo.

Gosto desta ideia, especialmente se for uma experiência intimista, realizada numa das nossas casas, com tranquilidade, em torno da mesa...

Procurei algumas iniciativas que podem servir de inspiração. Aqui ficam:

Grupos de suporte da maternar.

É uma iniciativa muito recente (março de 2009) que vem dar resposta às necessidades sentidas por muitas das grávidas: mais partilha, mais carinho, mas humanismo durante a gestação.

Os Círculos Maternos são grupos de apoio que visam a promoção do bem-estar de mães, bebés, crianças e famílias ao longo de todo o processo de Maternidade. Nos Círculos Maternos há espaço e tempo para troca de experiências, partilha de informação e expressão de emoções e sentimentos, com o objectivo de fomentar o crescimento e fortalecimento das mulheres e suas famílias, de forma a que possam vivenciar esta fase da vida de forma mais plena, consciente e feliz. Os encontros decorrem em ambiente seguro, tranquilo e confidencial, promovendo-se um diálogo informal e descontraído onde todas as mulheres têm a possibilidade de dar e receber, ajudar e ser ajudadas. Os temas discutidos estão sempre ligados à maternidade.



Em Sintra, realizam-se encontros especialmente pensados par mulheres e/ou casais grávidos. O nome é sugestivo: Gerar, parir, nutrir e amar.

Nestes encontros, geralmente de 2 dias, tratam-se questões relacionadas com o parto, pós-parto, amamentação e cuidados do bebé.

Mais informações no blog da iniciativa.

Em Matosinhos, uma ODE às Mulheres. É a iniciativa: Encontros da Lua: círculo de mulheres em torno da mesa.

Um sábado á noite por mês, reune-se, em casa da Rita, um maravilhoso e mágico sítio em Matosinhos, um círculo de Mulheres.

Cada noite de cada mês, um tema diferente é trabalhado, de acordo com o ciclo da Terra do momento. Cozinhamos um jantar vegetariano com alimentos da época, propriedades medicinais e nutritivas dos mesmos, histórias associadas. Falamos da Terra e da forma como nos inspira e, sobretudo, como nos influencia, falamos do corpo, da saúde natural, dos costumes Orientais (Ayurveda), da experiência e vivência femininas. Contam-se histórias...

Enquanto cozinha o jantar, partilhamos vivências, experiências, histórias. E a noite vai passando no círculo de mulheres...

Hora de chegada: a partir das 20h
Marcações: Rita 91 846 89 92
Condições: 25€ por pessoa

Através da associação pela humanização do parto em Portugal, é possível encontrar muitas informações úteis incluindo livros em PDF para download.



Para quem vive em Évora, encontra na iniciativa "Círculos de Transformação" um excelente complemento à informação avulsa a que se vai tendo acesso ao longo da gravidez.

Biblioteca da Mulher na Casa da Semente. Não consegui encontrar grandes informações sobre este tópico mas a ideia é interessante. Encontram os contactos aqui: