Showing posts with label Leituras. Show all posts
Showing posts with label Leituras. Show all posts

Cólicas é algo que um bebé faz e não algo que um bebé tem

Segundo a antropóloga Meredith Small, na obra Our Babies Ouerselves (baseada em estudos etnopediátricos) os bebés, desde que nascem respondem ao ambiente que os rodeia e aos ritmos, personalidade, ideologia e forma de ver o mundo de quem cuida deles. Um bebé, desde que nasce regula os seus movimentos corporais pela cadência da voz das pessoas que cuidam dele. Isto aplica-se a quando a pessoa que cuida fala com o bebé ou quando fala com outras pessoas. Já imaginaram o efeito que a nossa voz tem? Se formos mães nervosas, inseguras etc... isso passa no tom de voz e é de esperar que o bebé se mova com mais nervosismo e grite mais do que uma criança cujos pais (ou outros cuidadores) são calmos e doces. Se tivermos tendência para estar nervosas, frustradas, deprimidas, o nosso filho vai senti-lo através, não só da voz, mas do batimento cardíaco, das expressões faciais, do olhar.
Um bebé de poucas semanas já é perito na leitura dos sinais não verbais dos seus cuidadores e molda o seu comportamento aos mesmos.

Se o nosso bebé chora muito, deve-mo-nos perguntar, em primeiro lugar, o que está errado connosco porque, seguramente, ele está a reagir a algo que sentiu em nós ou a algo que não estamos a fazer. Os estudos comprovam isto, não é a fome, a fralda molhada, a febre ou qualquer outra questão física a principal causa do choro de um bebé mas sim a frustração, o sentimento de abandono, a dificuldade em estabelecer um vínculo seguro com o seu cuidador principal.

Atenção que a percepção que um bebé tem de abandono é radicalmente diferente da nossa. Lembras-te de todas as vezes que deixaste o teu bebé a chorar no berço, na cadeirinha, no ovo, no parque nos braços da tia, da avó, da vizinha e que pensaste que ele chorava de "birra" porque já tinha comido, a fralda estava limpa e o aero-om já estva a fazer efeito para as cólicas? Não era birra, não era manipulação, era choro de frustração por sentimento de abandono, que rapidamente passa a choro de dor - devido ao ar engolido e consequentes dores de barriga - e que termina com o bebé a dormir, não porque é "um lindo menino e parou a birra" mas porque o seu imaturo sistema nervoso não consegue lidar com o cortisol libertado durante o choro e, para se proteger, desliga-se. Este sono induzido pelo choro não é profundo nem relaxante para o bebé. Os pais preocupam-se muito com as consequências da febre para o cérebro - que não são nenhuma em febres até 40º - e tão pouco ou nada com as consequências do choro tanto para o cérebro como para a construção da personalidade dos seus filhos.

Um bebé doente mas que se sente seguro no colo de um cuidador com quem tem um vínculo forte, mantém-se calmo e não chora.

Na obra referida são citados estudos em que os bebés foram deliberadamente ficados para ver como reagiam à dor e as conclusões são cabais, que faz um bebé entrar em stress não é a dor per si mas sim o facto de estar ou não seguro nos braços de pessoas com quem tem uma vinculação forte e que estão tranquilas.

Para rematar, diz ainda a autora que cólicas é algo que um bebé faz e não algo que um bebé tem. Salvo casos muito raros de intolerância alimentar e/ou problemas digestivos, um bebé engole ar quando chora e fica com cólicas. Nós tendemos a pensar que são as cólicas que os fazem chorar. Sabendo agora que somos nós, com o nosso nervosismo e ausências os principais causadores do choro dos nossos bebés....





Bookmark and Share

Vida de Outono


Com o regresso ao trabalho, o pouco tempo que tenho para vir à internet passo-o a ler os blogs do costume que são o Soulemama  e o The parenting passageway 

Continuo a aprender e questionar nos  fóruns e grupos do costume que são o Always Learning e Unschooling em Português 

Espreito a Horta EncantadaEscola é Bela e o Mel do Gabriel. 

Converso, converso e converso com as amigas, por mail e skipe.

Devoro 5 excelentes livros:

Refuse to choose - para quem acredita que não consegue escolher uma só profissão, uma só tarefa, um só projeto, uma só vida.

Slowing down to the speed of life - para quem vive em "modo de sobreviência"

Giving the love that heals - catalogado, pelo meu cansado cérebro como denso, muito sendo e por isso avança uma página por semana, em média.


Gingerbread boy - muito útil agora que apetece ligar o forno 

Room on the broom - a combinar com o chapéu de bruxa que nos tem acompanhado. Também da Julia Donaldson, autora do mostrengo-de-dentes-afiados-que-não-existe, mas, muito melhor. 

Brinco com os amiguitos angry birds, tanto no ecrã digital como espatifando os  ditos gelatinosos contra construções com blocos de madeira.

Descobri as alegrias das tintas ikea que, depois de despejadas em tabuleiros, aguentam os dias no frio. 

Adoro o Gru maldisposto e a Mérida (na verdade, eu queria ser a Mérida) continuo sem vontade de ver os estrunfes e muito menos de lhe mudar o nome. 

Finalmente acertei com um sítio para a mesa da natureza (ou as estações do ano ou o que lhe queiram chamar) que, não sendo uma mesa, cumpre a função sem ser abalroada pelas crianças e pelos gatos. 

A manta que era da minha avó e que foi tecida no tear da sua irmã, voltou ao meu sofá, depois de meses feita refém na varanda da vizinha. Eu pensei que havia caído à rua e sido imediatamente roubada, pelo que, o seu reaparecimento me fez sorrir para a cidade de que tanto reclamo.

Despachei mais roupas e "tralhas" cá de casa, mantendo-me fiel ao princípio "paixão ou lixo" tão bem apresentado pela Mel e algures explicado neste blog. Agora, entre as mudanças de peso e as sacas para doação, falta-me, outra vez, roupa formal de inverno.


A nossa casa, entre crianças que por cá ficam todo o dia em explorações, trabalho fora, micro doenças e cansaço, transformou-se num caos que só a grande amiga Tânia poderia domar mas nem toda a sua sabedoria e boa vontade deram conta do recado. Continuo a precisar de ajuda para as camisas, pólos e calças de trabalho perderem as "gelhas". Fico sempre a pensar como fazem os americanos que tanto dobram roupa sem a engomar?

Não podia estar mais contente com o tempo, chuva, trovões, nevoeiro, nuvens, vento e até um friozito. Perfeito. 

O meu carro funciona. Mesmo, funciona mesmo! Só continua sem rádio.

A "nossa baby sitter" é adorável (mandem sms que eu dou o contacto).

A rotina e actividades planeadas para o Outono foram todas pelos ares pois o trabalho fora de casa intromete-se em tudo mas, outras rotinas começam a  surgir e, finalmente, incluem mais crianças em ED, numa base regular.

A alimentação saudável foi pelo cano. Mantenho as coisas que entraram no dia-a-dia familiar, como rotina - kefir, leite cru, poucos grãos embora eu me empanturre de espelta, 0 trigo, superalimentos -  e tudo o resto, foi-se com os 23% de iva - e outros aumentos que não percebi mas que devem ter existido pois sentem-se na fatura -  e com falta de tempo.

O trabalho é muito, tanto que mal durmo mas é muitissimo bem-vindo e encaixa bem nas horas em que o rapaz dorme, i.e. como agora, por volta das 3 da manhã e por isso mesmo perco o sono. 

Trabalhar bem fora de casa, ser boa-mãe-a-tempo-inteiro-de-criança-não-escolarizada, boa amiga e boa "esposa", parece tarefa impossível! Mesmo com um marido e pai dedicado e presente, sinto-me a fazer tudo pela metade, tudo com falhas e dias há em que me sinto a 1000, prestes a explodir. É por isso que o segundo livrito mencionado lá em cima, vai comigo na mochila para todo o lado.

Nada como um regresso ao trabalho para observar e sentir o quando mudei em 4 anos. Tudo o que faço, digo, sinto, tudo o que vejo, 4 anos depois, é de tal forma diverso que ainda não sou capaz o traduzir em palavras.Não sei se alguém vê ou sente estas mudanças, para além de mim e do óbvio - o filho, as rugas, a memória curta, certo - mas eu vejo e sinto, em cada interação, em cada pequeníssima escolha que faço, a cada minuto do dia. 


Continuo sem perceber como envelopar todos os meus sonhos, como os manifestar, às vezes nem sei se ainda sonho de tão embrenhada que estou em tudo. Um dia, escrevo sobre os sonhos, aqui ou noutro sítio qualquer, só para não lhe perder o jeito. 

E o vosso Outono, que sonhos e realizações trouxe?

E agora, fim da procrastinação e regresso à labuta.

ups, 4, já são 4 da manhã. 

Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

Refuse to choose

Hoje acordei atormentada, tão atormentada quanto fico nos dias em que percebo que "nenhuma das ideias que tenho é concretizável", "nunca vou conseguir fazer nada com princípio, meio e fim", "a minha to do list é interminável", "jamais serei capaz de escolher entre o fundamental e o acessório", "tudo o que faço repetidamente me aborrece", "mas porque é que eu não sou capaz de escolher uma coisa e faze-la até ao fim?", "mas, para que é que eu quero saber tanto sobre tantas coisas? assim não sei nada sobre nada?", "´porque é que eu não sou mais como a A. ou a B. que encontaram isto ou aquilo e estão tão animas e tão tranquilas, há tantos anos?"... e a torrente de pensamentos destrutivos continuou, comigo sentada frente à estante de livros enquanto os escrutinava  e deixava que a torrente de pensamentos fosse interrompida, aqui e ali, pela ideia de que só uma mente como a minha poderia ter tamanha quantidade e variedade de livros não lidos, amontoados.


De repente, o fixei-me no "
Refuse to Choose - A revolucionary program for doing everything that you love", da Barbara Sher. OHHH Deuses, eu pedi uma luz e aqui está ela, acompanhada de explicações clarissimas de quem eu sou, porque sou como sou e como posso agir para aproveitar o melhor de mim, sem culpas, sem justificações.

Mal comecei a ler pensei, "vou traduzi-lo", "vou resumi-lo no blog", "vou esquematiza-lo", vou envia-lo à Mel e  à Ana (ups, às duas ao mesmo tempo não dá!). "Ok, escrevo sobre ele no blg e quem quizer pede-o emprestado", "compro uns quantos na amazon e vendo-os", "fotocopio? A A. a B. a C. tem que ler isto", "e se fizer uma mailing list em português? sera que há por aí muita gente como eu?" .... Talvez venha a por em prática todas estas ideias, ou nenhuma delas, não obstante, o que vou seguramente fazer é, agorinha, comprar o mais belo e gigantesco Scanner Daybook que encontrar, com as melhores canetas do mundo e fazer a minha primeira anotação, acompanhada de um bom sushi e chá de jasmim. Pode ser mais um dos meus projectos inacabados mas sera magnífico começa-lo e alienta-lo, enquanto durar, sem culpas.



Digam lá se não é impossível não gostar das ideias que esta mulher transmite?








Não vou resumir o livro pois tal já foi feito:

-
http://livinglagom.com/2013/04/29/refuse-to-choose/
-  http://www.spiritsite.com/writing/barshe/part23.shtml


Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

P.S. Havia outros tormentos na minha mente, esta manhã, mas deslindar este foi mesmo maravilhoso.

Free to learn


"Mamã, está lista é uma lista com letras que explicam o que os fantasmas gostam de comer. Vou ler para ti: 
- ranhoca mal cheirosa;
- macacos do nariz;
- vidos de tijijão partida;
- laranjas podes;
- sapatos com chulé;
Esta é uma lista a sério, com coisas que os fantasmas a sério gostam de comer""Mamã, esta lista, é uma lista com letras, que explicam o que os fantasmas gostam de comer. Vou ler para ti: 

- ranhoca mal cheirosa;
- macacos do nariz;
- vidos de tijijão partida;
- laranjas podes;
- sapatos com chulé...
 
Esta é uma lista a sério, com coisas que os fantasmas, a sério, gostam de comer"

 Free to Learn - Pam Laricchia  - http://www.livingjoyfully.ca/

E, nem de propósito, estamos mesmo a ver o Harry Potter 

http://jual.nipissingu.ca/images/V111-Harry_Potter_map.jpg




O que significa que, entretanto, a "ranhoca mal cheirosa" é de Troll.

Mind Map do Harry Potter aqui.


Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

Leituras

Sempre fomos ávidos consumidores de livros mas, nas últimas semanas, a atenção do S. a todos os pormenores de cada história e/ou desenho, aumentou muito e temo-nos deliciado com 1001leituras.

As BLX são um recurso inestimável, nem consigo calcular quantas centenas de euros já devoramos em livros por elas facilitados.

Esta semana, também começamos a requisitar DVD's, viodejogos e músicas.

Pode-se escolher no catálogo on-line, fazer a requisição para qualquer uma das bibliotecas, extender o prazo de entrega também on-line e entregar em qualquer biblioteca da cidade. Não consigo imaginar nada de mais prático.

Também tivemos a oportunidade de ler os livros do seu melhor amigo, todos em inglês e, a maioria deles, maravilhosos.

Aqui fica a lista do mais e menos apreciados.


Favoritos:
Pezinhos de lã - Pesdelán - Kalandraka (o meu favorito)

Todos Fazemos Tudo - Madalena Matoso - Planeta Tangirina
Com este vídeo ficam logo a perceber porque é o favorito do S.
Perto - Natália Colombo - Kalandraka
Blog de Natália Colombo com lindissimas ilustrações

Caracol e Caracola - OQO -   Vídeo,  narrado por uma criança, em castelhano (excelente ideia de actividade futura)

Room on the broom - Julia Donaldson (Favorito desta autora. Curiosamente, não gostou do bestseller Gruffalo).

Tales From Acorn Wood: Rabbit's Nap - Julia Donaldson
A Squash and A Squeeze  - Julia Donaldson

The Snail and the Whale - Julia Donaldson

Vídeos youtube e vimeo
Todos os livros da Gata Mog são recebidos com alegria


Não despertaram interesse:

Pequeno Azul e Pequeno Amarelo - Leo Lionni - Kalandraka
Vídeo youtube -  http://www.youtube.com/watch?v=CzPoB_NTG6I

oh e ah de - Josse Gofin - Kalandraka (e eu a pensar que iam ser um sucesso).

O livre acesso à TV e ao computador não diminuiu o interesse pelos livros, pelo contrário, complementam-se.

  Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

A casa

Adoro, adoro, adoro. Só me apetece dormir om ela e leva-la para todo o lado.



A casa -  http://www.kalandraka.com/pt/colecoes/nome-da-colecao/detalhe-do-livro/ver/a-casa/

Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida
"If a child is to keep alive his inborn sense of wonder without any such
gift from the fairies,
he needs the companionship of at least one adult who can share it,
rediscovering with him the joy, excitement and mystery of the world we live
in."

~~ Rachel Carson


“If I had influence with the good fairy who is supposed to preside over the christening of all children I should ask that her gift to each child in the world be a sense of wonder so indestructible that it would last throughout life, as an unfailing antidote against the boredom and disenchantments of later years, the sterile preoccupation with things artificial, the alienation from the sources of our strength.”

~~ Rachel Carson, The Sense of Wonder

“One way to open your eyes is to ask yourself, "What if I had never seen this before? What if I knew i would never see it again?”

~~ Rachel Carson


Explorar:

http://www.suchthings.ca/my_weblog/
http://likemamalikedaughter.blogspot.com/
http://spiralmontessorimama.blogspot.com/2008_01_01_archive.html
http://www.momsinspirelearning.com/lifelong-learning-and-leading/
http://natureinked.com/Home.html
http://www.suchthings.ca/my_weblog/2009/06/words-from-rachel-carson.html
http://magicalgardenpreschool.homestead.com/index.html
http://designingearlychildhoodeducationau.blogspot.com/

Quem ama educa

www.LivrosGratis.net :Quem Ama, Educa! - Içami Tiba

Nome: Quem Ama, Educa! - Içami Tiba

Nome Original:

Autor: Içami Tiba

Gênero: Auto-Ajuda / Deselvolvimente Humano

Ano de Lançamento: 2002

Editora: Gente

Sinopse: Este livro tem o objetivo de devolver para a família a responsabilidade de educar os filhos, hoje atribuída à escola, dada a nova dinâmica familiar e profissional da sociedade ocidental. O autor se propõe a ajudar os pais nessa empreitada, reforçando a importância de valores e atitudes como limites e diálogo. Ressalta também que os pais devem se sentir tranqüilos em relação à educação dada a seus filhos, na medida em que lhes transmitem a responsabilidade pela própria felicidade, dando-lhes a autonomia de que eles certamente precisarão na vida adulta. Por fim, fica marcada a idéia de que os pais têm de garantir uma boa educação, que fizeram à sua parte da melhor maneira e assim contribuir para que seus filhos sejam felizes.



"la verdadera liberación de la mujer pasa por la defensa de la maternidad" Yvonne Knibiehler

JardineriaHumana Criatividade E Intuição ‎"Yo soy una hembra mamífera, sin duda, pero no soy un animal. Y mi relación con los hijos que traigo al mundo también está hecha de inteligencia, lo que abre precisamente la posibilidad de una superación, de una trascendencia." Yvonne Knibiehler

Entrevista na íntegra aqui:  http://www.tenemostetas.com/2011/03/yvonne-knibiehler-la-verdadera.html

fadas, gnomos e celebrações várias

Ando há uns dias a folhear um livrito (ou livrão) para, supostamente, me inspirar e trazer um pouco de harmonia, criatividade e fantasia ao nosso dia-a-dia.

Em vez de ficar toda animada com os milhentos exemplos do que eles chamam de "receitas simples" e "jogos fáceis", considerei-o desmoralizador. Fiquei a pensar algo como " mas há mães que se dedicam a isto tudo? onde é que elas vão buscar o tempo e energia e a sabedoria?"

Que pena  tenho por este universo de fadas, gnomos e celebrações várias não ter feito parte da minha infância.

Mas, estou determinada a transformar os dias de chuva em algo mais do que dias cinzentos, o dia de todos os santos em algo mais do que idas ao cemitério, o Natal em algo mais do que compras e prendas etc.... continuemos a caminhada que o miúdo ainda é pequeno e por isso ainda tenho mais uns mesitos para a pesquisa :)


Não há por aí encontros de famílias com inspiração Waldorf?