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Strep B, azeite para bebés e tudo o mais que queremos saber antes de parir


http://www.sciencephoto.com/media/290176/enlarge
E logo o strep B que se cura, nada mais nada menos, do que com alho.S Um dentito de alho na vagina, diariamente, duranyte duas semanas.

Nos países onde se vende fármaco alopático para o strep B, este é uma simples pomada, com aplicador vaginal, cujo princípio activo é a alinina.

"grávidas a quem não é feito o rastreio do estreptococo B, nas (menos de metade) puérperas que estavam informadas da probabilidade de poderem estar colonizadas pela bactéria e transmitirem ao bebé a doença, panorama ainda pior (67%) nas grávidas seguidas nos centros de saúde; ou das grávidas que eram positivas no rastreio e que não são informadas do facto; ou até das uma em cada três que realizaram o rastreio fora da altura recomendada pelas normas internacionais…"


 Pois é,


e os pelos púbicos raspados e clisteres enfiados anus acima sem uma palavrinha que vá para além de um "abra as pernas e fique quieta"?

e as tesouradas que dão às mulheres sem qualquer necessidade?

e o cordão cortado antes de pulsar?

e a placenta arrancada sob gritos de dor e sofrimento e atirada para o lixo?  É o 3º estádio do trabalho de parto mas, olhando para o respeito com que se tratam os bebés, porque se haveria de esperar mais repseito pela placente? Nem refiro a parturiente porque, para essa, já sabemos que o repseito é nulo.

e as narinas dos bebés aspiradas?

e o vernix, protecção natural da pele, violentamente arrancado com bases lavantes químicas (ou será que não é uma violência enfiar um recém nascido que quer colo e mama numa bacia com água e detergente?)?

e as fraldas, roupas e demais embrulhos com que se impede que bebé e mãe se conheçam, pele com pele?

e os berços a que, insistentemente, obrigam as mães a relegar os seus bebés sob desculpa de que podem cair da cama? Senhores, adaptem as camas às necessidades dos bebés e não os bebés (o ser humano, às limitações das mentes que para aí engendraram camas tão pequenas quanto os seus conhecimentos sobre as necessidades humanas).

e a insistência para que a mãe largue o bebé sozinho, mesmo que em prantos, para actividades tão nobres como ir buscar comida ao outro lado do hospital? Motivo apontado? "Ele/ela tem que se habituar? What? no primeiro dia de vida?

e os braços esburacados por agulhas cheias de bacilos para a hepatite B? desculpem, hepatite B nas primeiras horas de vida? Só se for transmitida pelo pessoal hospitalar. E porque é que estas vacinas dadas à nascença são tão importantes para os bebés portugueses mas nem sequer fazem parte dos planos nacionais de vacinação de outros países? Trazemos a tuberculose e a hepatite B no código genético? Hum, ora digam lá se é isso?

e os pés picados horas após o nascimento para um diagnóstico que pode ser feito até um mês depois de nascer?



e o leite artificial que administram aos bebés? temos tantas justificações idiotas para o efeito quantos são os profissionais mal informados que por ai andam.

Sim, juntos podemos escrever uma enciclopédia sobre isto.

"poderia dissertar - vários artigos ou até preencher várias revistas - sobre as práticas obsoletas e inaceitáveis de hospitais e maternidades, muitos dos quais se afirmam «amigos dos bebés» (com amigos assim, quem precisa de inimigos!) em que as mães que estão no recobro não podem ter o bebé ao pé delas, com desculpas tão esfarrapadas como «porque incomoda as outras mães»; dos bebés que são retirados às mães quando nascem, sendo-lhes vedado um direito fundamental, que é o de mamarem na sala de partos, com base numa mentira escandalosa: o bebé «tem de ser aquecido», pretexto para o colocar debaixo de luzes quentes mas muito agressivas, quando o que ele precisa é de ser mantido quente, ou seja, precisa do enlevo dos braços e do peito da mãe, na penumbra, enquanto mama; podia lembrar a quantidade de serviços onde, numa cesariana com epidural, o pai é «corrido quase à vassourada» da sala de partos, esquecendo-se os profissionais que aquele espaço é uma sala de nascimentos e não de partos puros e duros; e até poderia mencionar o facto de só uma reduzida percentagem de puérperas de cesariana serem avisadas de que não deverão conduzir automóveis durante pelo menos seis semanas."


Mas eu já me sinto tão cansadinha de sermões aos peixes. Prefiro ocupar o meu tempo com quem queira mesmo ouvir falar do assunto. Mas mesmo, mesmo, mesmo porque já perdi a conta ao número de pessoas que pede informações e torce o nariz a toda e qualquer ideia que fuja ao seu pré-conceito sobre o que é a vida, gestação, nascimento, parto, amamentação, alimentação incluídos, obviamente. Nada contra, desde que não perguntem, encontramo-nos no tal "campo do meio".

Comentários meus às preocupações de  Eduardo Sá, no artigo que se segue:   http://www.paisefilhos.pt/index.php/destaque/5232


Entretanto já tanto que escreveu sobre tudo e todos que mais vale, fazer as perguntas, seguir os links e encontrar as respostas, por si só.

Sobre o Strep B:
http://rixarixa.blogspot.pt/2008/01/group-b-strep-information.html

http://www.waysofthewisewoman.com/dr-michel-odent-notes-obgyn-studies.html
http://www.healthychild.com/preventing-group-b-streptococcus

Sobre as acções rotineiras na assistência ao parto normal:

http://www.wombecology.com/

http://www.humpar.org/recomendaccedilotildees-da-oms-no-atendimento-ao-parto-normal.html


http://www.midwiferytoday.com/articles/tree_fruit.asp
http://www.midwiferytoday.com/articles/ed_babyschoice.asp
https://www.google.pt/#hl=pt-PT&sclient=psy-ab&q=world+health+organization+birth&oq=world+health+organization+birth&gs_l=hp.3..0i19l4.926.10005.23.10374.14.12.1.1.1.0.507.5043.4-10j1.11.0...0.0...1c.s3-9ZdkB92o&pbx=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&fp=1e2a5c235a637bf5&biw=1600&bih=796
 https://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=birth+natural&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&biw=1600&bih=796&um=1&ie=UTF-8&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi&ei=OH0NUP-BGMn5rAfs6PTHCA

Sobre o enema e tricotomia:
https://www.google.pt/#hl=pt-PT&sclient=psy-ab&q=enema+e+tricotomia++parto&oq=enema+e+tricotomia++parto&gs_l=hp.3...8895.9883.16.10086.6.6.0.0.0.0.478.1789.4-4.4.0...0.0...1c.zeGmv-nbON4&pbx=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&fp=1e2a5c235a637bf5&biw=1600&bih=796



https://www.google.pt/#hl=pt-PT&sa=X&ei=QXwNUIzINor3rQe7pJjICA&ved=0CFcQvwUoAQ&q=enema+and+shaving+birth&spell=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&fp=1e2a5c235a637bf5&biw=1600&bih=796


http://doulanatural.blogspot.pt/2011/12/episiotomia-dr-melania-amorim.html
Sobre a episiotomia: https://www.google.pt/search?um=1&hl=pt-PT&q=episiomomia&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&biw=1600&bih=796&ie=UTF-8&sa=N&tab=iw&ei=WH4NUPT9IIuP4gS31JjXCg

 

Sobre o nascimento da placenta e suas utilizações:
 https://www.google.pt/#hl=pt-PT&gs_nf=1&tok=Y8jrdA8aEP5ZI4WbfYU6vQ&pq=cord%C3%A3o%20umbilical&cp=11&gs_id=29u&xhr=t&q=placenta+birth&pf=p&sclient=psy-ab&oq=placenta+bi&gs_l=&pbx=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&fp=1e2a5c235a637bf5&biw=1600&bih=796


https://www.google.pt/#hl=pt-PT&sclient=psy-ab&q=placenta+uses&oq=placenta+uses&gs_l=hp.3...176974.177389.10.177633.4.4.0.0.0.0.0.0..0.0...0.0...1c.KA7thcANWBA&pbx=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&fp=1e2a5c235a637bf5&biw=1600&bih=796

Sobre o corte do cordão umbilical:
https://www.google.pt/#hl=pt-PT&sclient=psy-ab&q=umbilical+cord+delayed&oq=umbilicard+cord+de&gs_l=hp.1.1.0i13j0i13i30l3.19311.22761.5.25971.18.17.0.0.0.0.445.6735.3-11j6.17.0...0.0...1c.LnMJPFe2YrM&pbx=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&fp=1e2a5c235a637bf5&biw=1600&bih=796



Sobre o vernix:
http://www.hip-chick-pregnancy-guide.com/vernix-caseosa-%E2%80%93-better-for-your-baby/
https://www.google.pt/search?q=vernix+baby&hl=pt-PT&prmd=imvns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=H3cNUIugM8ufiAfU4sG1DQ&ved=0CF8QsAQ&biw=1600&bih=796


  
Sobre a amamentação:
http://www.llli.org/portugal.html
http://www.sosamamentacao.org.pt/


Sobre o co-sleeping:
http://www.cosleeping.org/

Sobre a alimentação para bebés:
https://www.google.pt/#hl=pt-PT&gs_nf=1&tok=FrlA6s3jnz8-360lS72a9Q&pq=strep%20b%20michel%20odent&cp=13&gs_id=lq&xhr=t&q=baby+led+weaning&pf=p&sclient=psy-ab&oq=baby+lead+wea&gs_l=&pbx=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&fp=1e2a5c235a637bf5&biw=1600&bih=796



Sobre a vacinação:
https://www.google.pt/#hl=pt-PT&sclient=psy-ab&q=anti+vaccine+&oq=anti+vaccine+&gs_l=hp.3..0i30l4.83799.86821.7.87452.6.6.0.0.0.4.455.2452.3-3j3.6.0...0.0...1c.KQOpOobz3kw&pbx=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&fp=1e2a5c235a637bf5&biw=1600&bih=796
http://www.sciencebasedmedicine.org/index.php/jenny-mccarthy-jim-carrey-and-green-our-vaccines-anti-vaccine-not-pro-safe-vaccine/


Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

Astrologia e obstetrícia

"Parece extraordinário que os astrólogos baseiem os seus hosróscopos, os quais predizem os acontecimentos deuma vida inteira, na hora e na data exactas do nascimento - a hora e a data que, actualmente, são mais fretentemente decididas pelo obstetra do que pelo destino."

Na China e no Japão a criança é considerada um ano mais velha do que a data do seu nascimento pois considera-se a sua existência durante o desenvoltimento no ventre materno.

Thomas Browne (1942) "casa ser humano é alguns meses mais velho do que se pode lembrar, porque vivemos, movemo-nos e estamos sujeitos às acções dos elementos e à maldição da doença nesse outro mundo, o Microcosmo mais real, o útero da nossa mãe".



http://themandalajourney.com/category/zodiac/

Aidan Marfarlane, A Psicologia do Nascimento, Porto: Edições Salamandra, SD

Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

Divino




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Há apenas duas forma de ter um bebé

"Do ponto de vista fisiológico há apenas duas formas de ter um bebé: através da vagina ou de uma cesariana, mas, para além disso, cada nascimento é tão individual como a mulher que vai ter o filho."

Aidan Macfarlane, A Psicologia do Nascimento, Porto: Edições Salamandra, SD




Podia ter escolhido qualquer um dos lindissimos vídeos de partos que povoam o ciber-espaço. Escolhi este por acreditar que se fala muito em cesariana sem, quase nunca, se perceber exactamente do que estamos a falar.


Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

Activismo contra o excesso de intervenções no parto.

http://gehspace.com

é curioso que o youtube considerou um vídeo onde se faz uma manobra de kristeller como traumático mas, milhões de mulheres são, todos os dias, vítimas destes e de outros abusos mas tem que ficar caladas.

Nem sequer outras mulheres (tendo ou não passado por intervenções desnecessárias e traumáticas no parto) se solidarizam com quem discute, divulga e procura alternativas Às práticas institucionalizadas e generalizadas.

Não digo que não existam manobras necessárias e que salvam vidas.O argumento de que os médicos salvam vidas e que antigamente se morria mais no parto do que agora, não pode ser responsável pelos abusos obstétricos que todos os dias são cometidos.

Não podemos, simplesmente, deixar de questionar a medicina porque os médicos, quando necessário, nos permitem continuar vivos.

Sem questionamento nada evolui e não me venham dizer que os médicos e a medicina já tudo descobriu e não tem mais nada a aperfeiçoar. Nem sequer eles próprios tem soberba suficiente para pensar isto.

Já perdi a conta ao número de vezes que a minha tentativa de informar e alertar para os erros que se cometem durante o parto e trabalho de parto foram vistos, por familiares, amigos/as, conhecido/as e desconhecidos/as como "frescura", "teimosia", "irresponsabilidade", "discurso anti-sistema", "esoterismo", "parvoíce", "pessimismo" e sei lá mais o quê que possa andar da cabeça de muitos/as dos/as que me lêem e ouvem.

Eu sei que esta conversa sobre os abusos obstétricos vos incomoda mas o vosso incómodo não retira a verdade aos meus argumentos, não esvazia de significado as minhas acções e não é motivo suficiente para me manter calada. Ou será motivo suficiente para eu não me manter calada?

Querida mulher e mãe, se no teu trabalho de parto, parto e pós parto aconteceu algo ue na altura não questionaste mas que agora ouves descrever como sendo errado e desnecessário; se ler e ouvir falar sobre estas coisas te faz reagir negativamente, sentir tensa ou ficar defensiva/ofendida com quem aponta o dedo ao abuso obstétrico; se tiveste paciência de ler este post até aqui: para, sente o que o teu corpo te está a dizer, permite-te sofrer a dor do abuso, se tal for necessário. tens esse direito. Ninguém te vai condenar por isso. Nem mesmo os/as médicos/as e enfermeiros/as que te magoaram e magoaram o teu bebé virão acertar contas contigo. Não sejas tu a primeira infligir-te essa condenação ao não te permitires sentir.

Querida amiga, conta a tua história, procura informações sobre o que te aconteceu, deixa que a compreensão e a partilha te guiem no processo de cura. Se não o fizeres agora, de forma consciente, mais cedo ou mais tarde o teu corpo vai libertar essa dor recalcada (e que empurras cada vez mais para dentro ao negares que o erro obstétrico existe e ao te insurgires contra quem o denuncia) sob outra forma qualquer.


Aqui está o vídeo: http://www.youtube.com/verify_age?next_url=http%3A//www.youtube.com/watch%3Fgl%3DES%26feature%3Drelated%26hl%3Des%26v%3DbPW8m0_wUUk

manobra de Kristeller - ou quando te saltam para a barriga para empurrar o bebé à força!


apetece-me lá ir e bater-lhes cada vez que me lembro da médica, aos gritos de esforço, a fazer força na minha barriga. E aquela gente toda a olhar e a falar ao mesmo tempo e eu sem conseguir respirar e a tossir de falta de ar e... para o inferno com todos eles, é o mais simpático que me ocorre escrever!

Como é que não haveria de ter ficado com lesões pós parto que, até hoje, me atormentam?



Mais infos:

http://www.scielosp.org/scielo.php?pid=S1413-81232005000500023&script=sci_arttext

http://porunpartorespetado.espacioblog.com/post/2008/08/23/maniobra-kristeller

http://porunpartorespetado.espacioblog.com/post/2008/08/23/maniobra-kristeller

Efeitos secundários da epidural

Não defendo que todas as mulheres do mundo devem parir sem epidural mas acredito que todas tem o direito de conhecer os seus efeitos secundários. Não concordo que a maioria das pessoas se recuse a falar, e chegue a negar, os efeitos secundários desta anestesia.

Things To Know About Epidurals:
1. Causes longer labors with slower progress.5 6
2. Can cause fevers in mothers during childbirth. 7
3. Increase use of pitocin by as much as 3 ½ times, which causes slow and irregular
contractions. 5 8
4. Increases use of antibiotics in your baby by as much as 4 times. 4
5. Increases use of forceps by as much 4½ - 20 times.5
6. Causes neonatal jaundice due to altered red blood cells. 9
7. Increases the incidence of birth trauma due to the use of mechanically assisted
deliveries. 10 11
8. Causes adverse behavioral effects of the neonate

http://www.birthresourcenetwork.org/resources/55-the-epidural-epidemic

The Epidural Epidemic

www.birthresourcenetwork.org

San Diego Birth Network: provides various forms of support (physical and emotional) in the childbirth process

Pariste em casa?

Responde a ette questionário: http://blogelpartoesnuestro.com/2011/03/31/gran-encuesta-sobre-el-parto-domiciliario/

Quem mandou nascer mulher?

"A saúde da mulher sempre foi tida como situação secundária, bem como sua figura nas ciências biológicas, como todas nós sabemos. O curso de Medicina da USP, por exemplo, trata pouquíssimo ou nada das questões que concernem a saúde da mulher: dentro de toda a grade curricular, somente quatro disciplinas tocam especificamente em pautas femininas. Enquanto doenças como o câncer de próstata recebem mais verbas públicas para pesquisa e tiveram seu diagnóstico e tratamento bastante desenvolvidos nos últimos 5 anos, o câncer de mama, por exemplo, tem suas pesquisas mantidas graças a investimentos majoritários do setor privado, e muito pouco ou quase nada se avançou.

A saúde da mulher e suas patologias e carências específicas pouco recebem atenção. Nas últimas décadas vemos o fenômeno das cesáreas crescer vertiginosamente (48%, sendo que na rede particular vão de absurdos 70% a inimagináveis 90%, quando a Organização Mundial de Saúde preconiza que o número de cesáreas não ultrapasse os 15%) desacompanhado de qualquer auxílio ou possibilidade de escolha por parte das mães, somado ao alarmante dado de 25% das mulheres que alegam terem sofrido algum tipo de maltrato enquanto estiveram hospitalizadas para darem a luz."

http://nascermulher.blogspot.com/2011/03/todo-apoio-continuidade-da-graduacao-em.html

Causas e efeitos de um parto traumático

É tempo de admitir que um parto pode ser traumático para a mulher e /ou para o casal. É tempo de agir no sentido de libertar as mulheres das memórias de um parto traumático.

Artigo em francês:
http://www.hebamme.ch/x_data/heft_pdf/2005-6-26.pdf

O contacto pele com pele entre mãe e bebé é algo de magnífico não é?

Quantas mamãs dos nossos dias nunca sentiram este prazer?

Na maioria dos partos, os bebés são entregues às mães já vestidos.

Em casa, no pós parto, o lufa-lufa do dia a dia não permite ás mães ter tempo para descontrair e simplesmente pousar o seu bebé, nu, no seu ventre também despido.

O que estará a perder a humanidade por por vedarmos aos nossos bebé esta experiência?

Falando em partos com privacidade e tranquilidade....



Nunca tinha ouvido que não lavar as mãos do bebé no pós parto facilita a amamentação. Muito interessante.


Encontrei este vídeo no blog da Sofia Costa. Não consegui ver até ao fim por me lembrar o meu bebé após o parto. Tão triste me sinto por não lhe ter proporcionado uma chegada ao mundo mais harmoniosa....

Grávida determinada

Porque eu quero.

Dito assim pode parecer birra de miúda mimada. Tirem daí a ideia. É muito mais que mero capricho, não é sequer pura convicção. É fé, mesmo, com tudo o que a fé tem de inabalável, certo, inquestionável, absoluto: O MEU PARTO SERÁ MEU.

Eu, que engravidei porque quis e quando quis, estou agora a garantir que terei também o parto que quero: ninguém conseguirá prender-me a uma cama de hospital por um minuto que seja; ninguém vai conseguir manter-me permanentemente monotorizada; ninguém me vai perfurar a pele com uma agulha; ninguém vai praticar sobre mim tricotomia ou enema; aqui a episiotomia não vai abrir caminho; com o meu filho ninguém fica por mais de um minuto; a única coisa que o meu filho conhecerá para mamar será a mama da mãe.

E a quem se atrever a contrariar o que aqui determino - e reparem que eu não falei em "desejo", nem em "plano de parto" tão pouco, falo em determinação! - eu asseguro um processo em tribunal, caso não me explique, de forma absolutamente convincente, o desrespeito pela minha vontade.

Esta criança tem mãe. Esta criança tem pai. Esta criança tem uma irmã que nos ensinou, com o seu próprio nascimento, o que um parto não é, nem pode ser nunca. Só nos apanharam desprevenidos uma vez. Chega! Saiam-nos da frente, que não pensamos duas vezes antes de vos passar por cima!

Quem são os menimos e meninas hiperactivos/as?

De acordo com o noticiado no Jornal Público, "Venda de fármacos para crianças hiperactivas continua a aumentar" mas, quais as causas que levam a este diagnóstico?

Estaremos nós a falar de bebés a quem foi negada a possibilidade de nascer de parto vaginal, de bebés que nasceram sob o efeito de químicos vários?

Eataremos a falar de bebés que não mamaram ao peito até ao desmame natural, que foram alimentados a leite de vaca, adequado para animais com muito corpo e pouco cérebro?

Estaremos a falar de bebés cujos pais estiveram toda a vida expostos a alimentos excessivamente doces, salgados, químicos, refinados e processados, cujas mães não tiveram a oportunidade de relaxar, dormir bem, comer bem durante a gravidez? Quem ja etseve grávida sabe o quanto o corpo pede tranquilidade e o quanto a sociedade vangloria quem trabalha até ao minuto de parir.

Terão estes meninos e meninas hiperactivos-as sido bebés alimentados co biberões cheios de bisphenol A? Meninos e meninas que, desde o nascimento foram perfumados, banhados em produtos cheios de parabenos, parafinas, ftalatos?

Foram este meninos e meninas bebés deixados a chorar até adormecerem? empurrados de ama em ama, de cresche em creche, do pai para a mãe e para o inglês, e o ATL e o basquetball e, e, e, e... as 1001 coisas que lhes inventam porque não há tempo para os mais novos entre as tantas responsabilidades que temos?

São estes os meninos que tiveram a "privilégio" de serem deixados em frente à babytv e outras que tais, que não conhecem o verde do campo, que não podem brincar na rua, que sabem tudo sobre computadores e videojogos aos seis anos?

São estes meninos e meninas que toma medicamentos por serem hiperactivos? O que mais seria de esperar? Experimentem submeter qualquer animal às barbaridades a que submetemos os nossos filhos e vejam os resultados. O nosso ADN não mudou em 2 milhões de anos mas o estilo de vida dos nossos bebés mudou muito em pouco mais de 100 anos e ainda mais abruptamente no último meio século. Hiperactividade é o menor problema das nossas crianças. Vejamos que saúde terão em adultos.

Porque é que ninguém parece querer ver o óbvio?

Links úteis:
Estabelecida relação entre os pesticidas na alimentação e a hiperactividade - http://masascriancassr.universolusofono.org/estabelecida-relacao-entre-os-pesticidas-na-alimentacao-e-a-hiperactividade/


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Cascata de intervenções médicas durante o parto

In our culture, there has been a tendency to turn pregnancy and childbirth into a medical experience. One intervention can lead to another in a cascading sequence of questionable procedures, many made necessary only because of a previous intervention.

We are indeed lucky to live in a time when medical aids to labor and delivery exist, but medical interventions such as labor induction, pain relief, and cesareans—measures that have saved many lives—have been overused.

It can be helpful to get familiar with many of the tests and interventions associated with childbirth in order to know when they are warranted and when they should be avoided.

Tests in Late Pregnancy
As you approach, or pass, your projected due date, your practitioner may suggest that you have one or more tests to assess the well-being of your baby, particularly if there is any reason to believe his health might be compromised.

One of the most common reasons practitioners worry about this is simply because of post maturity, which is when a baby remains in the womb past the time of his projected due date.

Truly post-mature babies can sometimes receive inadequate nourishment due to placental failure. Therefore, many doctors automatically give women one or more of these tests as soon as they reach their due date. This is particularly true for any women who have been designated high risk.

Here are some of the tests commonly given in late pregnancy:

* Fetal movement counting, or the kick test. This is a do-it-yourself test. You set aside a several-minute block of time at the same time each day. Your practitioner will instruct you to begin timing with the first movement you feel, recording how long it takes to feel ten movements. This test is only effective as a rough screening device and can not predict the likelihood of problems. This is because the test is extremely subjective—fetuses, like adults, are highly variable. You might choose a time to measure movements that coincides with a nice long nap, for example, resulting in very little movement.
* The non-stress test (NST). The NST will be conducted in your practitioner’s office, or in a hospital. You will sit in a chair, and an ultrasound transducer will be placed on your abdomen. You will be asked to signal every time you feel the baby move. The change in the baby’s heart rate as a result of these movements will be observed. This test often causes false alarms, where the baby seems to be nonreactive, as often as 75 percent of the time. One highly esteemed source of information, A Guide to Effective Care in Pregnancy and Childbirth, remarks, “One can only speculate as to why the [non-stress test] continues to be used in such an extensive way…and why the results from the only four randomized trials that have been published are so widely disregarded by many obstetricians.”
* Biophysical profile (BPP). This test combines the non-stress test with other evaluations of the fetus, all using the ultrasound to obtain results. Fetal movement, heart rate, breathing movements, muscle tone, and amniotic fluid levels are each assessed. The fetus is given a score from 0 to 2 for each element. A score of 8 or higher suggest the baby is doing well. A score of less than 6 is of concern. This test is more accurate when it detects either high- or low-range scores. Scores in the mid-range are less accurate. Studies testing the effectiveness of the BPP on women in high-risk categories did not show an improvement in birth outcomes.
* Contraction stress test (CST) or oxytocin-challenge test. During the CST, the baby is subjected to minor contractions in order to see how she reacts. This will help determine how the baby is doing in the womb, as well as how she may react to the real contractions of the upcoming labor. Because this test can bring on actual labor, it cannot be administered to women who have had preterm labor, placenta previa, multiple fetuses, or ruptured membranes. This test is normally conducted in a hospital. Ultrasound will be used to detect the baby’s heart rate. The mother will be given a small dose of pitocin. If the baby is doing well, her heart rate will not change significantly during contractions, and will return to normal quickly after each one. This test has a high incidence of false positives, where the results erroneously indicate that the baby is not doing well. It is not an accurate indicator of an acute emergency situation, where a baby should be delivered via C-section right away. However, it can effectively alert a practitioner to keep a closer eye on a baby during labor.

Although most of these tests do not have the potential to directly harm a baby (except for the CST which can bring labor on), the danger in using them lies in the rate of false positives. This can motivate practitioners to recommend emergency cesarean, unnecessarily subjecting the mother and baby to the dangers of major surgery. This is especially true if the test is given as a matter of routine, rather than because of a specific concern.

Since late pregnancy tests have such a poor track record of predicting trouble even in high-risk pregnancies, taking them may set up a woman for unnecessary worry at a time when she needs to rest, relax, and prepare for the birth ahead.

Labor Induction
A decision to begin labor at a given time, rather than leaving it to nature, is referred to as labor induction.

Labor is induced for a variety of reasons, ranging from medical necessity to convenience. Some physicians are very concerned about the consequences of babies who are still in the womb past their due date. Others worry about the possibility of infection in a woman whose water has broken, but who has not yet gone into labor. Sometimes it is the woman herself who is impatient and decides to use natural stimulation, such as taking long walks, to get things going.

Another term commonly used is labor augmentation. Augmentation is meant to speed things up, either because it seems as though labor has come to a halt, or because the woman or her health care provider want things to go faster. Today many women have their labor augmented with some type of drug, despite the fact that both the American College of Obstetricians and Gynecologists and the Food and Drug Administration do not approve of the use of inductions drugs for this procedure.

Here is a rundown of induction methods commonly used by hospitals:

* Stripping the membranes. The birth attendant inserts a finger between the cervix and the membranes of the amniotic sac to separate it from the uterine wall. This method is known to be generally safe, though not always effective. It is used by both doctors and midwives. You may experience some discomfort from this procedure.
* Prostaglandin creams or gels. These are applied to a woman’s cervix to help soften or ripen it. If a woman has gone beyond her due date and her cervix is still not ripe, she may be offered a prostaglandin cream in her practitioner’s office. It is also used in hospitals prior to chemical induction. The application itself is painless.
* Breaking the amniotic sac. The practitioner uses a hook-shaped instrument to pierce the amniotic sac and release the fluid, which sometimes causes labor to begin or speed up. This has become routine procedure prior to a chemical induction. Some women report that they feel a sharp pain when the sac is broken.

When is labor induction really necessary? Experts vary in their estimates, but most agree that only 5 percent of labors require chemical induction read Medical Indications for Inducing Labor to learn about solid reasons to use chemical induction.

Labor is induced for many other reasons, including:

* Because a physician would like to speed labor up
* Because a woman seems tired to the practitioner
* To get labor started once a woman’s water has broken (even though there is no sign of infection)
* To avoid larger-than-average birth size associated with gestational diabetes
* Because a woman has gone past her due date
* Because a woman (or her physician) has decided she would like her baby to be born on a certain date

The biggest problem with labor induction is its very concept. Why do we think we know better than Mother Nature when a baby should leave the womb? The forces that trigger birth are still poorly understood.

Worse, the use of induction and augmentation can easily lead to other interventions for the following reasons:

* Because chemical induction can produce contractions that can begin suddenly and are much stronger than natural contractions, and potentially put the baby in a state of distress, the baby’s heart rate and respiration must be continuously monitored. Being hooked up to an Electric Fetal Monitor (EFM) increases the chances of surgical intervention, which we will discuss in the next section.
* The contractions produced by chemical induction are almost always too painful for a woman to manage without medications. Epidural anesthesia requires an IV line for hydration, and a urinary catheter. Epidural anesthesia, in turn, increases the chances of surgical birth.
* Reduced mobility, due to the IV, catheter, anesthesia line, and EFM. A woman whose labor is induced usually cannot move around or change labor positions, which can make labor last longer.
* Increased chance of cesarean. Distress to the baby caused by high levels of pitocin, combined with slowed labor and the mother’s exhaustion, often results in the need for cesarean.

Electronic Fetal Monitoring
Prior to the 1970s, the baby’s heart rate was checked intermittently, every 15 minutes or so, by a maternity nurse using a fetal stethoscope or a handheld Doppler ultrasound monitor on the laboring mother’s belly. When the EFM was first invented, it was heralded as an incredible timesaving device that could free the nurse up to minister to her patients in other ways. These days, the use of EFMs has become routine in most hospitals.

The idea behind continuous monitoring, rather than intermittent stethoscope monitoring, is that care providers receive immediate notification if there are any serious changes in the baby’s heart rate.

There are two types of EFMs: external and internal. When the external type is used, two large straps or wide elastic bands are placed around your belly. One of them has a Doppler device on it that uses ultrasound to measure the baby’s heart rate. The other strap has a pressure-sensitive device that detects your contractions.

The internal type of monitor, which is more accurate, requires that water be broken. A wire is placed inside the vagina and attached to the baby’s scalp with electrode clips. A catheter is put inside the uterus to measure contractions.

Several well-conducted studies have not been able to show a benefit to using a constant EFM rather than intermittent monitoring, such as with a stethoscope, for a normal-risk pregnancy. There was no improvement in death rate or Apgar scores for infants who were constantly monitored. The American College of Obstetricians and Gynecologists now supports a policy of using intermittent monitoring.

In spite of this fact, most hospitals continue to use continuous EFM. One reason for this may be that nurses and doctors are no longer well trained in interpreting intermittent monitoring. Another reason has to do with the allocation of manpower. It takes more time to check a woman every 15 minutes than to use an EFM.

Despite their continued use, EFMs are notoriously unreliable and require constant repositioning as the woman or baby move around. It is also possible to confuse the mother’s heart rate with the baby’s. Often they malfunction, causing an alarm to go off for no reason. This can create an atmosphere of panic, adding to the stress of the situation.

Babies’ heart rates do shift significantly during labor. Sometimes they even fall asleep, causing doctors to think that they are distressed.

Studies have shown that when EFMs are used, C-section rates increase. This is partially due to practitioners’ concerns and fear of litigation when there is a shift in the baby’s heart rate. The fact that it is much harder to walk around when an EFM is in use may also contribute to increases in surgery.

If you must use a hospital where EFM is used routinely, try to work out a compromise. Perhaps your doctor will consent to intermittent monitoring with the EFM. Some EFMs use telemetry, which transmits information from the sensors to the box via remote. Since no wires are used, you can move about more easily.

Cesareans
The cesarean, perhaps more than any other major surgical procedure, has enormous life-saving potential. We are fortunate to live in a time when this procedure usually means that both infant and mother will survive.

In theory, a C-section is used to remove a baby from the mother’s womb surgically when, for some reason, a vaginal birth cannot happen or would endanger the life or health of the mother or child.

In practice, however, C-sections are often used before the possibility of vaginal birth has been adequately ruled out.

Let’s look at some scenarios where cesarean surgery is absolutely required:

* Placenta previa. For unknown reason, the placenta sometimes grows partially or completely over the cervical opening. A vaginal birth could tear the placenta, depriving the baby of oxygen and nourishment. It is sometimes possible to deliver vaginally if there is only partial placental previa.
* Prolapsed umbilical cord. When the umbilical cord comes out of the cervical opening before the baby does, there is a danger that the baby’s oxygen supply could be cut off.

The conditions below might require C-section, although surgery may not be necessary depending on the circumstances:

* Active herpes at the time of labor. Sometimes lesions can be covered with bandages, and vaginal delivery is possible.
* Transverse lie. In this condition, the baby is positioned sideways in the mother’s belly.
* Cephalopelvic disproportion. This is when the baby’s head is simply too large to pass through the pelvis. Although physicians often schedule a C-section ahead of time for a baby they believe has cephalopelvic disproportion, the condition is rare, and can only be determined when you are actually in labor.
* Decision to end pregnancy early. This might be done if the baby has a medical condition that can be better treated outside the womb.
* Severe preeclampsia or uncontrolled diabetes.

Unfortunately, most cesareans are performed on women for less certain reasons such as:

* Failure to progress.
* Fetal distress. This does happen to some babies, and surgery can save their lives. Many experts believe this is done too frequently, however, and without good medical cause.
* Breech position. Most infants in the breech position, where the baby comes out legs or buttocks first instead of headfirst, are delivered via C-section automatically. This accounts for about 4 to 5 percent of all C-sections. While there is no evidence that cesarean delivery of breech babies is safer than vaginal birth, it has now become difficult to find practitioners who have been trained in breech delivery.
* Twins. Studies have not shown that automatic delivery of twins via C-section is statistically safer. Vaginal delivery of twins is rapidly turning into another lost art, much like breech delivery.
* Large baby.
* Health problems in the mother. Hypertension, diabetes, and other conditions don’t necessarily require C-sections, but many physicians perform them just to be on what they call the “safe side.”
* Previous cesarean.
* Convenience.

Are Cesareans Safe? It bears repeating: a C-section is a major surgery. Like any other surgical procedure, it involves a number of risks and consequences, both physical and emotional.

During vaginal birth, natural hormones are released that contribute to the well-being of the baby. Some of these, the catecholamines, the so-called fight-or-flight hormones, help the baby to breathe, retain body heat, remain alert, and control pupil dilation to see the mother better. Babies who are born via cesarean miss out on these health benefits, although babies who are born surgically seem to do better if the mother has been in labor prior to the surgery. Babies born via C-section have a much higher incidence of breathing difficulties.

In terms of the mother’s health, current statistics show that the risk of death to the mother from a C-section is 2 to 4 times greater than that of vaginal birth. Contributing factors to maternal death include reactions to anesthesia, infection, and hemorrhage. Many women who have cesarean require rehospitalization for various reasons. Women who have had cesarean sections seem to be at increased risk for ectopic pregnancy, placenta abruptio, and placenta previa in future pregnancies. A recent National Institute of Health (NIH) conference on the topic concluded that women planning to have more than one child need to be aware of the increased risks of these conditions with repeat cesareans.

Also of great importance is the psychological effect that cesarean can have on a woman. One study of women who underwent emergency C-sections showed that 52 percent of them had various forms of post-traumatic stress disorder one to two months after the baby was born. Other women leave their birth experience feeling disappointed, and perhaps even angry with themselves for not being able to have the birth they’d hoped for.

To learn more about the rising rates of cesareans, and some of the cultural reasons behind that increase read Cesarean Birth in a Culture of Fear.

Vaginal Birth after Cesarean (VBAC)
“Once a cesarean, always a cesarean.” The reasons behind this outdated cliché was that a woman who had undergone a previous cesarean section had a scarred, weakened uterus that could more easily rupture during the stress of another labor and delivery.

Fortunately, cesarean surgery has changed and improved over the years. Once upon a time, a woman having a C-section would receive a long vertical scar from her navel to her pubic bone. Now, a cesarean can be performed with a low horizontal cut popularly referred to as a bikini cut, only 3 or 4 inches wide. This type of incision is much more stable for future deliveries.

How safe is a VBAC? The main safety concern of VBAC is the risk of uterine rupture. However, a woman attempting VBAC has a 99.8 percent chance of birthing without a uterine rupture. In addition, most studies show that no woman or baby has ever died from a uterine rupture, no matter what type of incision the woman had. On the other hand, women have died from complications of cesareans, and the death rate is even higher for repeat cesareans.

In any event, the words uterine rupture evoke terrifying images of the uterus tearing in two. In truth, the uterus typically tears slowly, not all at once, and is accompanied by noticeable symptoms. Uterine rupture can happen to any woman in any pregnancy. It can even happen before labor begins, although this is not common.

There are conditions that contraindicate VBAC. If a woman has placenta previa or abruptio placenta, she will need to have an emergency C-section. This is also true if the baby is clearly in distress.

If you are a petite woman, you may be convinced that you can’t handle vaginal birth, especially if you have already had a C-section. There is no evidence to back this up. Small women can give birth to very large babies.

Deciding to have a VBAC. Current statistics show that the success of a VBAC is strongly influenced by environment. The current nationwide rate for VBACs is 24.9 percent. Certified nurse-midwives, however, have a success rate of 68.9 percent overall, and some even have rates as high as 80 or 90 percent.
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O parto e as origens da violência

O Parto e as Origens da Violência Contribuição de Michel Odent, M.D. 03 de Agosto de 2009

Prevenir a violência ou desenvolver a capacidade de amar: qual perspectiva? Qual investimento?

(...)

 a primeira hora seguinte ao parto é um período crítico no desenvolvimento da capacidade de amar. Enquanto a mãe e seu recém nascido estão próximos um do outro após o parto, eles ainda não eliminaram de seu sistema as hormonas que ambos segregaram durante o processo do parto. Os dois estão em um equilíbrio hormonal especial que durará apenas um curto período e nunca mais acontecerá.  Se considerarmos as propriedades destas diferentes hormonas e o tempo que leva para as eliminar, entenderemos que cada hormona tem um papel específico a desempenhar na interacção entre mãe e bebé.

Dados recentes tirados de diferentes ramos da literatura científica apresentam uma nova visão da sexualidade. Há uma hormona do amor, e também um sistema de recompensa que opera cada vez que nós, animais sexuais, fazemos alguma coisa que é necessária para a sobrevivência da espécie.

A ocitocina é uma hormona que está envolvida em qualquer aspecto do amor. Ela é segregada por uma estrutura primitiva do cérebro chamada hipotálamo, então ela é absorvida pela glândula pituitária posterior, e, de repente, é lançada na corrente sanguínea em circunstâncias específicas. Até recentemente, pensava-se que a ocitocina fosse uma hormona feminina cuja única função fosse estimular as contrações do útero durante o parto e expulsão, e as contrações dos seios durante a lactação. Agora ela é vista como uma hormona feminina e masculina envolvida em todos os diferentes aspectos da vida sexual.

(...)

Hormônio do Amor Altruísta
É claro que uma liberação de ocitocina é necessária durante o parto: os obstetras já sabem disso há muito tempo. Mas até agora eles não têm se interessado no pico de ocitocina que é liberada logo após o nascimento do bebê. A importância deste pico é aumentada quando ligada ao conhecimento de que a ocitocina pode induzir um comportamento maternal. Quando ela é injetada no cérebro de ratos machos virgens, eles começam a tomar conta dos filhotes e a se comportar como mães. Se, ao invés disso, antagonistas da ocitocina forem injetados no cérebro de mamães ratas logo após o nascimento, elas não tomam conta direito de seus filhotes. 

Pode-se afirmar que um dos maiores picos de secreção da hormona do amor que uma mulher pode ter em sua vida é logo após o parto, se o parto acontecer sem intervenções com hormonas substitutas (isto é, sem indução). Também parece que o feto liberta ocitocina que poderia contribuir para o começo do trabalho de parto, e isso pode moldar a capacidade do próprio bebé de libertar a hormona do amor.

Nós também sabemos mais hoje sobre a liberação de ocitocina durante a lactação. Foi recentemente mostrado que assim que a mãe ouve um sinal de seu bebé com fome, seu nível de ocitocina aumenta. Um paralelo pode ser feito com a excitação sexual que começa antes que haja qualquer estimulação da pele. 

Quando o bebé suga, os níveis de ocitocina liberados pela mãe são quase os mesmos que durante o orgasmo – outro paralelo entre estes dois eventos na vida sexual. Além do mais, há ocitocina no leite humano. Em outras palavras, o bebé que é amamentado absorve uma certa quantidade de hormona do amor via trato digestivo. Mais ainda, quando dividimos uma refeição com outras pessoas, nós aumentamos o nível de ocitocina: a única conclusão possível é de que a ocitocina é uma hormona altruísta, uma hormona do amor.

(...)

(...)

Como a lactação é necessária para a sobrevivência dos mamíferos, não é de surpreender que o sistema interno de recompensas encoraje uma mãe a amamentar. Quando uma mulher está amamentando, seu nível de endorfinas vai ao máximo em vinte minutos. O bebê também é recompensado por mamar, já que o leite humano contém endorfinas.

Este é o motivo pelo qual alguns bebés se comportam como se estivessem “altos” depois de mamar.

 (...)

A fase final (do parto) é sempre um “reflexo de ejeção”, e termos como “reflexo de ejeção do esperma”, “reflexo de ejeção do feto” e “reflexo de ejeção do leite” sugerem esta aproximação. Eu adotei o termo “reflexo de ejeção do feto” (que era usado anteriormente para se referir a mamíferos não humanos) para me referir às últimas contrações que precedem o nascimento de humanos quando o processo de parto aconteceu sem perturbações e sem ajuda. Durante um “reflexo de ejeção do feto” típico, as mulheres têm uma tendência de se manter em posição ereta, têm a necessidade de agarrar alguma coisa ou alguém, e estão cheias de energia. Algumas mulheres parecem estar eufóricas, outras parecem estar bravas, enquanto outras expressam um medo transitório. Todos estes comportamentos são compatíveis com uma liberação repentina de adrenalina. Eles estão associados a duas ou três fortes contrações.

Este reflexo é quase desconhecido em salas de parto hospitalares, e é raramente visto até mesmo em partos domiciliares se outra pessoa assumir o papel de "treinador", "guia", "ajudante", "pessoa de apoio", ou "observador."

O cérebro primitivo

Para os seres humanos, a principal glândula que trabalha durante cada tipo de conduta sexual é o cérebro. Em ciências biológicas modernas, o cérebro é visto primariamente como uma glândula que libera hormônios. Mas somente as estruturas do cérebro primitivo localizadas no e ao redor do hipotálamo – aquelas que nós dividimos até com o mais primitivo dos mamíferos – estão ativas durante a cópula, o parto e a amamentação. Os humanos têm um neocórtex — uma estrutura cerebral desenvolvida recentemente – que apóia o intelecto sobre e ao redor da estrutura do cérebro primitivo.

Quando este cérebro racional está super activo, ele tende a inibir o cérebro primitivo. Durante o trabalho de parto, há uma fase em que a parturiente se comporta como se estivesse em outro planeta. Para chegar ao “outro planeta”, ela tem que mudar seu nível de consciência reduzindo a actividade de seu neocórtex. Inversamente, durante o trabalho de parto e durante qualquer tipo de actividade sexual, qualquer estimulação do neocórtex tem um efeito inibidor: discussão lógica, se sentir observado, luzes brilhantes, etc. Poucos casais conseguem fazer amor se se sentirem observados ou se seu neocórtex for estimulado por luzes brilhantes ou por pensamentos lógicos.

É irónico que os mamíferos não humanos, cujo neocórtex não é tão desenvolvido como o nosso, têm uma estratégia para parir e num estado de privacidade. O sentimento de segurança é um pré-requisito para o estado de privacidade. Para se sentir seguro, você deve se sentir protegido. Nos lembremos de que a parteira original era geralmente a mãe da mulher que estava parindo. Outras parteiras eram substitutas para a figura materna, que é, antes e, sobretudo, uma pessoa protectora.

Olhar a sexualidade como um todo tem muitas implicações. Nas sociedades onde a sexualidade genital é altamente reprimida, as mulheres têm menos probabilidade de terem partos fáceis. Contrariamente, o controle excessivo e rotineiro do processo de parto, provavelmente influencia outros aspectos de nossa vida sexual. Nós precisaríamos de um artigo inteiro para estudar estas relações, que são encontradas em muitos textos antropológicos do início da etnologia moderna. Nós vemos as mesmas relações quando comparamos as estatísticas de parto do final do século XX em países europeus: os partos são mais fáceis na Suécia do que na Itália.

É claro que amor e sexualidade não são sinônimos. Ninguém pode definir o amor, e ninguém pode analisar diferentes formas de amor com precisão. A maior forma de amor entre os humanos pode ser o amor da Natureza, um grande respeito pela Mãe terra. A primeira hora após o parto, o primeiro contato do bebê com sua mãe pode ser um período crítico no desenvolvimento do respeito pela Natureza. Pode haver um elo entre o relacionamento com a mãe e o relacionamento com a Mãe Terra. Já houve algumas, embora raras, culturas nas quais não havia desculpas possíveis para interferir no primeiro contato entre a mãe e o bebê. Nessas culturas, a necessidade de dar à luz em um local privado era sempre respeitada. Tais culturas se desenvolveram em locais onde o ser humano tinha que viver em harmonia com o ecossistema, onde era uma vantagem desenvolver e manter o respeito pela Mãe Terra.

Uma revolução ocorrerá na nossa visão de violência quando o processo do nascimento vier a ser visto como um período crítico no desenvolvimento de nossa capacidade de amar.

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