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Lua Cheia Junho 2012



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Lua Cheia Maio 2012

Fairies, dragons and other mythological creatures


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Lua Cheia Abril 2012

Fairies, dragons and other mythological creatures


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Lua Cheia Março 2012



http://www.celestialyoga.com/eventsretreats.html 



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Lua Cheia Fevereiro 2012



Gratidão ¸.•♥•.¸ Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida
Da próxima vez que a tua filha tiver dores menstruais...

... deita-te com ela no chão, encosta a tua barriga às suas costas, deixa-a encolher-se na placenta que a gerou, coloca-lhe a mãe sobre o coração...

visualiza-te a enviar-lhe energias curativas, visualiza-vos envolvidas em amor....

mantenham-se assim, pelo menos, 15 minutos

Outros: reflexologia, acupunctura, bolsas de água quente no útero, dieta vegan durante 21 dias para desintoxicar

Christiane Northrup

via: http://www.hayhouseradio.com/nowplaying.php


Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida
"PARA EVITAR O DESASTRE,
A MULHER TEM DE NOVO REENCARNAR A DEUSA
NA TERRA,
DE RECUPERAR COLECTIVAMENTE A MEMÓRIA DE QUEM É,
DE REAPRENDER A ARTE DE CURAR,
DE SE ASSUMIR DE NOVO COMO GUARDIÃ DO GRANDE ÚTERO FERIDO
QUE É A TERRA
DANDO AS MÃOS ENTRE SI PARA A TRATAR
RESTITUINDO-LHE A CAPACIDADE DE CRIAR"

IN Os Portais do Tempo de Antónia de Sousa ed. ART-FOR-ALL

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P.S. - Esqueci o URL da imagem.
Há semanas que tenho vindo a sentir um acentuar do mal estar com todos os pequenos (e alguns bem grandes) pormenores que estavam por finalizar em casa. 

O facto de o final da gravidez não ter coincidido com o final das obras, fez com que, apesar dos nossos esforços para criar um ninho acolhedor, muitas coisas se arrastassem, até hoje, sem serem terminadas. São portas que nunca chegaram, roda-pés que não se montam sozinhos, paredes que não se vão pintar enquanto houver crianças que as utilizam para exercícios criativos, ou para, depois do repasto, limpar as mãos engorduradas.

Para viver confortavelmente, necessito de odores que meu olfacto imediatamente associe a segurança, conforto e tranquilidade. Não se trata de um perfume ou ambientador específico, trata-se do "cheiro a casa". Será que há muitas pessoas com esta forte e indescritível sensação de "cheiro a casa"? Necessito também de um universo imagético rico. Não tem que ser caro, muito menos "clean" ou "minimalista", tem que ser exuberante em pormenores e referências diversas, quanto mais claro melhor, quanto mais quente e colorido melhor, quando mais exótico melhor. Nada de coisas novas, brilhantes com luzes fortes e brancas. Eu gosto mesmo é do velhinho, em sobreposições de memórias.

Por algum motivo, desde que nos mudados, nunca me senti em casa e estas duas componentes vinham sempre no topo da lista das reclamações - "a casa não cheira a casa, cheira a rua." Acompanhada de, "não me sinto em casa, é um espaço despido de memórias, sem alma".

Tendo deixado a antiga casa mobilada e equipada (incluindo as nossas loiças, roupas de cama, objectos decorativos...), estando a viver num espaço 
permanentemente em obras e com uma criança a correr e saltar por todo o lado, tem sido difícil criar e manter os 5 sentidos satisfeitos (ou isso ou há outra explicação qualquer que tenho esperança que o Feng Shui Feminino me ajude a desvendar). 



Não dispor de um cantinho para me inspirar, para relaxar, um espaço dedicado à calma, ao belo, no qual me posso sentar e pensar, sentir, escrever, ler, observar imagens bonitas (e que cheire "a casa", claro), tem sido uma queixa recorrente e já nem eu me podia ouvir a reclamar.

O mal estar foi-se agigantando ao ponto de ter empreendido uma super limpeza e (felizmente, feita com a a ajuda de 3º's) e a total reorganização dos espaços que já dura há praticamente um mês. Quase nada ficou no mesmo lugar, nem sequer dentro dos armários.

Lembram-se do meu quarto da confusão? o nosso "
Quarto, escritório, roupeiro, dispensa" que não conseguíamos definir nem organizar? Finalmente passou a ser um quarto com sentido e que preenche os sentidos.

Finalmente, tenho um quarto para mim, bem ao jeito do 
 "Room of One's Own" da  Virginia Wolf (livro que tenho em lista de espera e que tendo encontrado o "meu quarto", posso, finalmente, ler).



Assim que ficou pronto, vieram os gatos rebolar no tapete novo, reconhecer cada objecto, miar muito....

Agora que o S. tem menos vontade de se pendurar nos armários e atirar todo o seu conteúdo para o chão (ainda acontece mas com menos frequência), pude voltar a criar o meu cantinho de oração e contemplação, este ano dedicado à Deusa Mãe.


Andava eu eu plena mudança, já havia esvaziado todos os armários, ensacado montanhas de coisas para dar e vender, atirado com alguns móveis par o lixo (melhor dizendo, devolve-los ao lixo dado que respigamos quase tudo), quando soube que se aproximava o Novo Ano Lunar. Tempo de  "Relembrar, libertar e renascer".




Curiosamente, uma das coisas que senti necessidade de fazer, foi a criação de um painel branco, mesmo à entrada de casa, pode possamos ir escrevendo a nossa história, em imagens e palavras. A acompanha-lo, um cabide novo. Como é que haveríamos de sentir que chegamos a casa se não havia um sítio para pendurar o casaco? (o S já tinha o dele há muito tempo, nós é que não). Só ainda não foi desta que fizemos o cabide de tronquinhos, com cheirinho a floresta.... 






Já há muito que invisto na criação de espaços agradáveis e divertidos que permitam ao S. brincar e gostar de estar em casa. Em 2011, dediquei muito tempo e energia a pesquisar como tornar a casa mais apelativa para o S. de forma a que ele tivesse menos necessidade de ir para a rua. Desta forma, cansa-mo-nos muito menos e estamos menos expostos ao que eu chamo de "agressividade da cidade".


A estratégia resultou e passamos muito tempo a brincar na cozinha improvisada debaixo da bancada da cozinha de verdade ou, a brincar às tendas debaixo de panos vários que vou espalhando pela casa. Outra das coisas que ele adora é brincar com os carrinhos na pista que fizemos no chão com fita-cola ou, brincar aos tractores na caixa de areia que está na varanda.


Também desenvolvemos algumas actividades rotineiras como regar as plantas, pôr a mesa (3X por dia e ao ritmo de uma criança de dois anos que tem que atravessar a casa para chegar da cozinha à mesa da sala, é actividade para  horas e horas), pôr a roupa a secar, dar banho aos bonecos e carros, ver os senhores das obras  trabalhar (vemos obras, camiões, betoneiras e gruas de todas as janelas)... 

... não restam dúvidas de que o rapaz está satisfeito em casa e agora também estou muito satisfeita com a energia de mudança com que esta Lua Nova brindou o meu lar.


Desde a gravidez que acompanho a lua. Apesar do fascínio universal pela lua cheia e de essa ser praticamente a única referência anterior que eu tinha sobre as lunações, quando comecei a lua em mim, foi a Lua Nova que me atraiu.


Depois de pesquisar, percebi que a Lua Nova é altura ideal para deixar partir o que já não nos serve, de esvaziar e arrumar a vida, a casa, a alma. É tempo de libertar velhos padrões e paradigmas, de recomeçar com novo fôlego que nos aproxime da nossa verdade. Tempo de renascer, de plantar novas sementes, de traçar novos objectivos ou de trazer nova vida a projectos antigos. É tempo de focar no que realmente é importante e de fazer alterações nas nossas vidas que nos aproximem da nossa verdade (o meu favorito: http://newmoonmanifesting.com/).


A experiência da maternidade trouxe tantas alterações que, mês após mês sinto esta necessidade de renovação, mês após mês sinto o novo eu a tentar emergir (muitas vezes envolto em angustia e sofrimento), a lutar contra os velhos padrões, paradigmas e crenças, a procurar e testar novos alicerces. A Lua Nova é, sem dúvida, o meu tempo por excelência e, todos os meses, a celebro e ritualizo, com a intenção.


Não terá sido por acaso que, 22 meses depois do parto, voltei a menstruar, em plena lua nova (ciclo da lua branca).  O turbilhão que senti nos 32 meses anteriores (sim, porque eu estive gravida 10 meses), intensificou-se com a chegada da menstruação, as vivências tornaram-se cada vez mais fortes, sinto-me cada dia mais visceral, mais intensa....


Amanhã, 23 de Janeiro, dia de Ano Novo Lunar, recebo a visita da Sofia Batalha, vamos analisar a nossa casa e a minha relação com ela. A minha alma necessita desta abordagem como o corpo necessita de água, sem uma compreensão profunda de mim e da forma como me relaciono com o espaço em que me movimento, sei que não serei capaz de agradecer o que construí até agora e de continuar a caminhada.

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Lá estão elas, outra vez, a reclamar

“Em todas as cidades do mundo, a cada minuto e em cada momento, há mais mulheres a chorar, aos gritos ou em silêncio, do que qualquer pessoa – homem ou mulher – poderia imaginar. Choramos pelos nossos filhos, pelos nossos amantes, pelos nossos pais e por nós mesmas. Choramos de vergonha porque sentimos que não temos o direito de chorar, e choramos em paz porque sabemos que é a nossa hora de chorar. Choramos em gemidos e choramos em grandes soluços. Choramos pelo mundo em que vivemos. Mas, ainda assim, julgamos estar a chorar sozinhas. Sentimos que ninguém nos ouve. E agora devemos prestar atenção. Precisamos de pegar na mão desta mulher que chora, e consolá-la ternamente, senão ela – esse reflexo do eu colectivo feminino – transformar-se-á num monstro que ninguém deixará de ouvir.” “(...) ela vive neste momento, prisioneira embora ainda coberta de todas as suas antigas e aviltadas regalias. Ela parece uma criança embora não seja criança. Ele é a nossa mãe, nossa filha, nossa irmã, nossa amante. Ela precisa de nós, e nós precisamos dela. A feminilidade hoje é experimental e precária, algo mais definido pelo que não é do que por aquilo que é. Para algumas mulheres isso não é um problema. Elas superaram as complexidades das projecções e dos equívocos da sociedade e agora pairam acima das nuvens. Para a maioria, entretanto, as resistências que encontraram quando tentavam alcançar as alturas foram tão fortes que as suas asas agora pendem inertes, e elas não se aventuram mais. A feminilidade é uma dor colectiva de profundidade indescritível, e quando tentamos expressá-la, estamos sujeitas a ouvir: “Lá estão vocês outra vez a reclamar!” Enquanto isto acontecer, nada menos que toda a humanidade estará impedida de prosseguir na sua jornada até ao destino cósmico.” Marianne Williamson, in O Valor da Mulher Imagem do filme Lágrimas e Suspiros, Ingmar Bergman

http://adeusanocoracaodamulher.blogspot.com/search/label/Blogue

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Lua Cheia Janeiro 2012

http://artstyleonline.com/page/20/

Ciclos da Deusa

Lua Cheia Janeiro 2012 - Cavalo de Vento

"Na viragem para um novo ano, estamos no campo de batalha entre a ordem antiga e os velhos hábitos, e a necessidade de fluir para um nível mais elevado.  "

"
Esta Lua Cheia oferece-nos uma mensagem muito especial no céu nocturno, frio e escuro. Estamos ligados uns aos outros, todos conectados, e não estamos sozinhos na nossa viagem pela vida. É um convite de avaliar de novo o que temos estados a fazer até agora, qual o nosso objectivo? Precisamos de estruturar de novo a nossa vida, tanto ao nível físico como ao nível espiritual.

É altura de assumir a nossa responsabilidade. Os nossos antepassados tiveram a Terra, a nossa Mãe Terra, em consideração, agora também nós, individual e colectivamente, precisamos de voltar à consciência que a vida acontece em interdependência, intimamente ligado como Um Todo. Precisamos de pensar, agir e trabalhar a partir desta consciência, para poder ver nascer um futuro melhor."

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Arquétipos das Deusas

Na mitologia grega encontramos as DEUSAS cujas características, no seu conjunto, formam o "Feminino Sagrado" que existe em cada uma de nós. Chamam-lhes os "espelhos do feminino esquartajado e ferido".

De forma natural, cada uma de nós, de forma cíclica e em diferentes períodos da vida, tendemos a desenvolver mais as características de um dos arquétipos do que de outro e, de forma permanente, as marcas que transportamos (sejam de ordem societal, transgeracional ou familiar) levaam-nos a negligenciar, anular regeitar uma ou várias das características dos arquétipos que a seguir transcrevo:

A mulher ATENA: justiça, realização profissional, intelecto, política, estratégia, lógica, o pai;

A mulher AFRODITE: amor, sexualidade, relacionamentos, paixão, intrigas, beleza, artes;

A mulher PERSÉFONE: mundo oculto, misticismo, visão, morte e transformação, ingenuidade, a filha;

Mulher ÁRTEMIS: liberdade, instinto, desporto, natureza, meio ambiente, comunidades de mulheres;

A mulher DÉMETER: reprodução, a mãe, gravidez, crianças, nutridora, dar;

A mulher HERA: matrimónio, parceiro, compromisso, a esposa, poder;

A mulher HÉSTIA: solteira, meditadora, introspecção, reservada, virgem, lar interior;

A mulher HÉCATE: maturidade, sabedoria, menopausa, experiência, a anciã.

Não há uma que seja melhor ou mais completa do que as outras. Não é uma que seja pior ou menos completa do que as outras. Todas somos nós, todas se complementam e nós somos tudo isto.

O "segredo" está em aprender a contrabalançar as características de cada uma delas para que, pelo exagero da fixação num dos arquétipos ou pela sua negação, não se criem padrões patológicos.

Como exemplo.... a mulher Hera que estando focada no seu parceiro e não tendo feedback positivo do mesmo (ou mesmo sendo por este traída) desenvolve comportamentos auto-destrutivos, vingativos ou obcessivo-compulsivos perdendo a oportunidade de canalizar a sua energia para projectos construtivos como o faria a mulher Atena. Do mesmo modo, a Atena, quando desligada do seu potencial enquanto parceira, amiga, amante pode desenvolver um padrão individualista/egoísta que a afastará da sua essência feminina e de relacionamentos completos tendo neste caso necessidade de se completar com as características inerentes ao arquétipo da Deusa Afrodite, Hera, Ártemis....

Intrepertação da obra O Feminino reencontrado, Nathalie Durel
Lisboa, 18 de Dezembro de 2011
17:53
13ºC
8 filas de trânsito
2 vias para pesados de passageiros
2 linhas de caminho de ferro
1 separador central, estreito e sujo no qual, a passo de corrida, uma mãe empurra o carrinho que transporta o seu bebé adormecido. Debruça-se sobre ele, aconchega-o e continua a correr por entre escapes e ruídos.
Dentro de um dos muitos carros que lhes enchem - e nos enchem - os pulmões de fumo, também eu transporto o meu filho adormecido, choro com(o) ela.
(A lua já estava em quarto minguante mas eu ainda não sabia.)

Activismo menstrual

 "O começo de tudo, acreditam as activistas, é falar sobre o assunto."

"Algumas meninas sequer sabiam do que se tratava. Mulheres contam que, mesmo hoje, ainda sentem certa vergonha ao pedir absorventes em uma farmácia. De fato, acho que falamos muito sobre a tensão pré-menstrual, mas pouco sobre a menstruação em si."

" Trata-se de um poder da natureza, (...) Aprender a conviver com ela pode ser transformador (...) o período menstrual é um momento de desacelerar e fazer um check-in interno. “O que aconteceu neste último capítulo da minha vida? O que meu corpo está me dizendo? Se eu tive um mês ruim, estressante, a menstruação sempre é mais dolorida, o fluxo maior. É um sinal de que eu não estive atenta às minhas necessidades” (...)“Eu creio em Sensibilidade Pré-Menstrual: uma vez por mês eu entro em uma sintonia maior com meus sentimentos e intuições. Minha menstruação não é suja – é sagrada”.

in http://segundavermelha.blogspot.com/

“the Monday before Mother’s Day..
.because menstruation 
comes before motherhood...
and usually long after it, too.”

~ brought to you by MOLT

Nunca tinha ouvido falar em activismo menstrual mas diz-se que só quem procura encontra, não é verdade? Cá está um novo campo de "investigação".

http://community.wegohealth.com/profiles/blogs/sangue-menstrual-e-o-novo (células estaminais no sangue menstrual - muito mais sobre isto no google)
http://livrosfeministas.wordpress.com/2006/12/26/se-os-homens-menstruassem (hihiiihiiihiihihihiiiii)
/http://www.deannalam.com/deannalam_001.htm (bom para quem tem filhas)
http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/terra-fertil-sangue-menstrual-242993_post.shtml (sangue da menstruação bom fertilizante para plantas)
http://bioabsorventesecologicos.blogspot.com/http://duplamentevenusiana.blogspot.com/2010/05/segunda-feira-vermelha.html
http://cynthiasemiramis.org/2010/05/06/segunda-vermelha-menstruacao-e-misoginia/
http://segundavermelha.blogspot.com/
http://sangremenstrual.wordpress.com/
http://www.mooninsideyou.com/
http://www.mum.org/
http://mulhersagrada.blogspot.com/
http://www.cladosciclossagrados.com/
http://ayurvedaparamulheres.blogspot.com/
http://www.periodpiece.blogspot.com/
http://sangremenstrual.wordpress.com/
http://www.flickr.com/photos/lily_photo_art/5179430466/in/pool-1034500@N24 (Este é hilariante))
http://www.moltx.org/mmindex1.html
http://guerreirainterior.blogspot.com/2010/02/campanha-segunda-vermelha-2010.html

Já isto, é-me muito familiar 

"o ciclo menstrual é um grande presente em termos de flexibilidade, regeneração e criatividade. “É um instrumento poderoso para se viver autenticamente, com responsabilidade e consciência (...) ferecer o sangue à terra desperta o sentimento de gratidão pela vida, a conexão com todas as suas manifestações e o respeito pela conservação de tudo quanto é vivo. A mulher não mais se sente separada ou isolada da Natureza, ela interage com ela de uma maneira profunda e comovente, nutrindo o solo com seu sangue rico em hormônios e expressando assim sua gratidão pelo dom da vida”.

in http://teiadethea.org/?q=node/182

Estou pronta!

Da ruptura à acção.

Há umas semanas escrevi sobre a minha visão negra do mundo. Nesse dia, tudo me parecia errado, negro, sem saída. Necessitava tanto de alento e palavras motivadoras, que espalhei o "grito de alerta" aos 4 ventos.

Em retorno, recebi mais do que ânimo recebi dicas e estratégias para a acção, muitas delas que já faziam parte dos meus dias, muitas outras que comecei agora a implementar para que a energia que me move para a crítica possa ser canalizada para algo mais construtivo.

Pensei que estas dicas seriam úteis para mais gente e por isso, com a devida autorização, aqui estão:


Estás a começar a exteriorizar o "Grito do Ipiranga" que há já algum tempo tens entalado no âmago dos teus pensamentos.

Sem dúvida que os "primeiros passos", após atingir determinado grau de consciência e depois de sofrer vários embates entre as expectativas e a realidade, são na direcção do desconforto e da rotura.

Sem dúvida que todos passámos pela etapa existencialmente angustiante de tomada de consciência da insustentabilidade do status quo, dos vários sistemas e finalmente do "sistema" que ainda domina os procedimentos e marca as posturas dominantes na aldeia global.

No entanto, como já foi referido anteriormente, estás de parabéns, por várias e boas razões.
1º - Porque estás suficientemente farta, para a qualquer momento carregares no botão "format" e re-escreveres todo o "programa".
2º - Porque encontraste aqui um "fórum" de pessoas que estão em diferentes estágios de "mudança" bio-psico-funcional que, através dos seus testemunhos e transferência de conhecimentos, poderão dar-te as pistas, dicas e exemplos de como não existe UMA via para a Transição, mas tantas quantas as pessoas que nela decidiram embarcar.
3º - Porque já existe um conjunto de "software" para poderes instalar no teu "disco rígido", o que permitirá que inicies desde já, hoje, aqui e agora, os primeiros passos para projectares e desenhares o teu caminho para um futuro de maior equilíbrio, saúde física e mental e felicidade.

Permito-me, com a maior humildade e o mais sincero desejo de "te ajudar", dar-te algumas pequenas sugestões que poderão fazer uma grande diferença:

1º - Tenta avaliar com honestidade e abertura os teus "recursos energéticos".

2º - Sem perder o teu espírito crítico e lucidez, que devem cada vez mais agudos, selectivos e acutilantes, tenta gerir essa tua "energia" de forma a canalizar cada vez menos dela para a crítica do sistema.
Deixa que te explique:
* Quando canalizamos demasiados recursos para a crítica, a constatação e a verbalização (por vezes necessária) daquilo que encontramos de mau e negativo ao nosso redor, somos emocionalmente assolados por vagas de ira, ódio, rancor, animosidade e toda a sorte de emoções carregadas de um veneno letal que nos contamina e envolve.
* Uma grande parte da humanidade está absolutamente enclausurada nessa armadilha que é a crítica sistémica, a insatisfação, a dor e a manifestação e exteriorização dos conflitos gerados por vivências dissonantes, agressivas e daninhas. Há um número cada vez maior de pessoas nessa situação.
* Infelizmente há também um número cada vez maior de oportunistas que descobriram formas de canalizar essas energias e de as explorar em seu benefício pessoal.
* Se não soubermos manter um rigoroso controle do tempo e da energia que colocamos ao dispor da "crítica", gastaremos uma parte substancial da energia que temos disponível e pouco nos restará para sequer nos mantermos. Sempre que isso ocorre, o défice energético traduz-se no desenvolvimento de patologias e ficamos literalmente doentes, física e emocionalmente.

3º Dedica uma parcela cada vez mais consistente e substancial da tua energia/tempo ao estudo e à colocação em prática de todas as ideias alternativas que são veiculadas pelos grupos de Transição e coloca em marcha a tua própria experiência prática de Permacultura.

Sabemos que é bem mais fácil escrever estas linhas que interiorizar tudo o que elas referem e colocar em prática, mas o essencial é não perdermos a noção da orientação no mapa das nossas vidas e sabermos em cada momento qual o trilho que devemos percorrer em cada um das encruzilhadas que todos os dias se apresentam à nossa frente.

Força amiga Cátia Maciel!
Sugiro que deixes oficialmente o Estado de Rotura...
Entra definitivamente em Transição!
(


Partilhado por Luís Amaral, na rede Permacultura e Transição. Disponível aqui: http://permaculturaportugal.ning.com/profiles/blogs/estou-oficialmente-em-ruptura?xg_source=activity

Mais duas sugestões importantes (na mesma rede):


  • Sorrir sempre - "se sorrires mesmo sem obteres retorno, estás a mudar a energia das suas vidas e da tua. Se lhes transmitires amor e compreensao estás a mudar a energia do planeta!" (Neuron)

  • Aceitar a polaridade - "pensa que essas dicotomias são como a noite e o dia ...... o frio e o calor.... o masculino e o feminino.... é o que é .... love what is.... nada disso é estático.... nem assim tão real.... é um processo em evolução.... " (Ana Marreiro)


Cada vez mais prósperos, resilientes, simples e felizes!