"sob o paradigma da desescolarização, os pais percebem que precisam ter uma vida cotidiana mais interessante para que seus filhos os acompanhem em ambientes vivos e inspiradores, a transformação é de toda família e todos ganham com a mudança.
porque uma criança não precisa de pais que os eduquem e sim de pais que vivam com eles.
e esses pais precisam se preparar para viverem ao lado de seus filhos."
"é possível um adulto optar por se desescolarizar e manter os filhos na escola, assim como é possível ter os filhos fora da escola e seguir o paradigma da escolarização."
http://anathomaz.blogspot.com/2011/10/desecolarizacao-unschooling.html
Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida
A nossa loja on-line
Showing posts with label Unschooling. Show all posts
Showing posts with label Unschooling. Show all posts
Unschooling e nós
Desde que me interesso por assuntos "divergentes" da norma, sejam eles relacionados com o meu filho e com o meu papel como mãe, ou não, que tendo a ser atacada pelas minhas opções e, consequentemente, tornei-me muito defensiva.
Por estar à defesa, procurei relacionar-me - virtual e fisicamente - com pessoas que pensam, sentem e vivem como eu mas, em todos os contextos, encontrei sempre opiniões e vivências contrárias à minha.
A dada altura, o meu circulo estava-se a fechar, os poucos "como eu" eram cada vez mais poucos e, por ter anulado a presença das divergências, limitei o meu potencial de crescimento. Ao anular as vozes divergentes, anulei também a possibilidade de aprender, de melhorar, de crescer com elas. Estagnei.
Levei alguns meses a perceber que tinha o copo demasiado cheio - http://sandradodd.com/ deschooling - e a transbordar, transbordar, transbordar...
Há quem considere o unschooling como uma variedade de Ensino DomÈstico, para nós, é uma forma de estar na vida, uma forma de vida.
Como o nosso filho ainda só tem dois anos, é cedo para falar em unschooling com ele. O que estamos a fazer é, sobretudo, aplicar esta forma de vida a nós mesmos e a tentar superar as décadas de escolarização, de relacionamentos familiares condicionais, de regras, limites e ensino que temos na bagagem.
Estamos também a redescrobrir a alegria de aprender sem ser ensinado, a começar a acreditar que podemos e conseguimos aprender sem ser ensinados. estamos a começar a ver potencial de aprendizagem em todo o lado, a toda a hora, nas mais pequenas coisas.
Uma das coisas que tenho aprendido é deixar de lado o medo.
Quando falamos em crianças, educação (e, sobretudo em ED, mesmo nos meios de ED) surge sempre o medo de não estar a dar às crianças o que lhes dá a escola (seja em socialização ou em conhecimentos) o medo de não "ensinar" o que lhe faz falta.
As nossas vidas estão cheias de "E se...?" "e se eles reprovam...?", "e se o ministério da educação implica connosco...?" "e se eles não se interessam naturalidade pelo que queremos ensinar.."?, " e se não entram para a faculdade...?" " e se não conseguem encontrar emprego..?"
Com o deschooling estou a aprender que vão sempre haver "e se's...?" mas eu posso escolher não me deixar afectar por eles, posso escolher, perante um "e se...?" confiar que nós e o nosso filho vamos sempre saber qual a resposta adequada. Posso escolher confiar que, nesta vida, há espaço para quem aprendeu todas aquelas coisas da escola, para quem vai para a faculdade, para quem segue o percurso normativo mas, há também espaço para quem escolheu fazer, ser e seguir um caminho diferente, seja ele qual for.
Ao escolher o unschooling não estou a escolher que o meu filho aprenda o mesmo que os outros, em sitios e com meios diferentes. Estou, conscientemente, a escolher que o meu filho (e eu) aprenda coisas diferentes.
Uma destas noites dizia ao meu marido que "este país está cheio de adultos que sabem de cor todos os rios de Portugal e colónias sem nunca terem banhado os pés em nenhum deles. Eu estou a escolher, para mim e para os meus, banhar os pés, mergulhar, desfrutar do rio (1, 2, 3 rios, todos os rios... não interessa) desde que sinta, vezes sem conta...
Aprender a desfrutar é outra das aprendizagens que tenho feito mas isso dá outro texto :)
Deschooling é, aqui e agora, a o ideal para nós. Se, amanhã ou daqui a 4 anos, o nosso filho vai, ou não, para a escola, é um "e se...?" com o qual escolho, agora, não me preocupar.
Seja qual for o percurso a seguir, saímos deste processo de conscientização de mais de trinta anos de medos, culpas, regras arbitrárias, aprendizagens forçadas, amor condicional e expectativas, mais leves e preparados para a vida.
Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida
Por estar à defesa, procurei relacionar-me - virtual e fisicamente - com pessoas que pensam, sentem e vivem como eu mas, em todos os contextos, encontrei sempre opiniões e vivências contrárias à minha.
A dada altura, o meu circulo estava-se a fechar, os poucos "como eu" eram cada vez mais poucos e, por ter anulado a presença das divergências, limitei o meu potencial de crescimento. Ao anular as vozes divergentes, anulei também a possibilidade de aprender, de melhorar, de crescer com elas. Estagnei.
Levei alguns meses a perceber que tinha o copo demasiado cheio - http://sandradodd.com/
Há quem considere o unschooling como uma variedade de Ensino DomÈstico, para nós, é uma forma de estar na vida, uma forma de vida.
Como o nosso filho ainda só tem dois anos, é cedo para falar em unschooling com ele. O que estamos a fazer é, sobretudo, aplicar esta forma de vida a nós mesmos e a tentar superar as décadas de escolarização, de relacionamentos familiares condicionais, de regras, limites e ensino que temos na bagagem.
Estamos também a redescrobrir a alegria de aprender sem ser ensinado, a começar a acreditar que podemos e conseguimos aprender sem ser ensinados. estamos a começar a ver potencial de aprendizagem em todo o lado, a toda a hora, nas mais pequenas coisas.
Uma das coisas que tenho aprendido é deixar de lado o medo.
Quando falamos em crianças, educação (e, sobretudo em ED, mesmo nos meios de ED) surge sempre o medo de não estar a dar às crianças o que lhes dá a escola (seja em socialização ou em conhecimentos) o medo de não "ensinar" o que lhe faz falta.
As nossas vidas estão cheias de "E se...?" "e se eles reprovam...?", "e se o ministério da educação implica connosco...?" "e se eles não se interessam naturalidade pelo que queremos ensinar.."?, " e se não entram para a faculdade...?" " e se não conseguem encontrar emprego..?"
Com o deschooling estou a aprender que vão sempre haver "e se's...?" mas eu posso escolher não me deixar afectar por eles, posso escolher, perante um "e se...?" confiar que nós e o nosso filho vamos sempre saber qual a resposta adequada. Posso escolher confiar que, nesta vida, há espaço para quem aprendeu todas aquelas coisas da escola, para quem vai para a faculdade, para quem segue o percurso normativo mas, há também espaço para quem escolheu fazer, ser e seguir um caminho diferente, seja ele qual for.
Ao escolher o unschooling não estou a escolher que o meu filho aprenda o mesmo que os outros, em sitios e com meios diferentes. Estou, conscientemente, a escolher que o meu filho (e eu) aprenda coisas diferentes.
Uma destas noites dizia ao meu marido que "este país está cheio de adultos que sabem de cor todos os rios de Portugal e colónias sem nunca terem banhado os pés em nenhum deles. Eu estou a escolher, para mim e para os meus, banhar os pés, mergulhar, desfrutar do rio (1, 2, 3 rios, todos os rios... não interessa) desde que sinta, vezes sem conta...
Aprender a desfrutar é outra das aprendizagens que tenho feito mas isso dá outro texto :)
Deschooling é, aqui e agora, a o ideal para nós. Se, amanhã ou daqui a 4 anos, o nosso filho vai, ou não, para a escola, é um "e se...?" com o qual escolho, agora, não me preocupar.
Seja qual for o percurso a seguir, saímos deste processo de conscientização de mais de trinta anos de medos, culpas, regras arbitrárias, aprendizagens forçadas, amor condicional e expectativas, mais leves e preparados para a vida.
Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida
As crianças e a televisão
Inspirados pela Sandra Dodd e o Radical Unschooling, decidimos deixar o S. ver quanta televisão e vídeos lhe aprouver.
Depois de alguns dias de alienação televisiva, eis que a criança liga a TV, vê 3 segundos para logo a desligar dizendo "não queres, jijão é mau" e logo seguir com os seus afazeres. Sim, porque um menino de dois anos está sempre muito ocupado a decifrar e usufruir deste enorme mundo.
No entretanto, já reconhece o nº 2 escrito pois esse era o único canal que lhe interessava e aprendeu umas quantas coisas novas
Agora, é interessante ver como os miúdos com restrições de acesso à televisão, sempre que estão na presença de uma, se entusiasmam para a ligar e ficam vidrados no monitor, independentemente do programa que esteja a passar enquanto o nosso filho os tenta estimular para brincarem com outras coisas.
Mais sobre as crianças e a televisão, aqui: http://sandradodd.com/tv
Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida
Depois de alguns dias de alienação televisiva, eis que a criança liga a TV, vê 3 segundos para logo a desligar dizendo "não queres, jijão é mau" e logo seguir com os seus afazeres. Sim, porque um menino de dois anos está sempre muito ocupado a decifrar e usufruir deste enorme mundo.
No entretanto, já reconhece o nº 2 escrito pois esse era o único canal que lhe interessava e aprendeu umas quantas coisas novas
Agora, é interessante ver como os miúdos com restrições de acesso à televisão, sempre que estão na presença de uma, se entusiasmam para a ligar e ficam vidrados no monitor, independentemente do programa que esteja a passar enquanto o nosso filho os tenta estimular para brincarem com outras coisas.
Mais sobre as crianças e a televisão, aqui: http://sandradodd.com/tv
Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida

O ciclo menstrual é uma das mais impactantes influencias na motivação, nas energias, nas habilidades e na percepção das mulheres , já é hora do ciclo menstrual ocupar o lugar que realmente têm , como centro de recursos femininos.
Uma mulher que toma consciência do próprio ciclo e das energias inerentes contidas nele , aprende a perceber um nível de vida que vai mais além do visível , mantém um vinculo intuitivo com as energias da vida , o nascimento e a morte , Sente a divindade dentro da terra e de si mesma ..
Miranda Gray “ Lua vermelha , os dons do ciclo menstrual “
"Em muitas escolas os professores são como garrafas de leite e os alunos como copos vazios em fila. O leite é despejado nos copos.
Na altura do teste/exame os copos despejam o leite de volta para a garrafa e no fim temos 30 copos vazios sujos e uma garrafa de leite cheia de leite vomitado."
É uma boa metáfora para os trabalhos que os alunos me entregam no final do semestre.
M. Rosenberg em "Konflikte lösen durch gewaltfreie Kommunikation", Herder 04
"Ser professor é semelhante ao ser operador turístico. Para mim ensinar é dar aos alunos vontade de viajar.
Os operadores turísticos apresentam-lhe vários destinos e também pode recomendar qualquer coisa, mas nunca lhe dizem qual o destino que deva escolher.
Os operadores turísticos não esperam que os seus clientes viajam todos juntos, nem que vão todos para o mesmo sítio. E os operadores turísticos organizam a viagem e tratam das questões organizacionais, mas eles não viajam com os clientes."
M. Rosenberg em "Konflikte lösen durch gewaltfreie Kommunikation", Herder 04
Mas eu quero ser operador turístico e guia, daqueles que acompanham para todo o lado, que dão pulos de alegria e andam sempre bem dispostos fazendo as viagens inesquecíveis. Quero viajar com os meus clientes e gostar do que eles gostam.
Quando os meus pais me ofereciam livros mas nem os liam, nem me queriam ouvir falar sobre as maravilhosas histórias que eles continham, eu ficava triste e até hoje essas mesmas histórias, inicialmente tão fantásticas, deixam um amargo na boca. Enquanto criança também teria gostado que os meus pais tivessem sido dos operadores que viajam com os clientes.
Citações partilhadas por Natália Fialho no grupo de Facebook Sobre Ensino Doméstico.
Comentário meu, no mesmo grupo.
The primary goal is joyful living.
All other goals are secondary.
All decent parents, of course, want their children to be happy. But they assume that sometimes happiness needs to be sacrificed to get something better.All other goals are secondary.
But for unschooling, peaceful parents meeting any goal must also meet the goal of living life more joyfully.
If meeting a goal means sacrificing joy, then find a better way to meet the goal.
It's simple to write, but not so simple to put it into practice! Our heads are full of "have tos." We're full of fears of what will happen if we don't do what we "have to." Getting rid of those "have tos" and fears is hard to do!- The first step is finding something that's better than what you have.
- The second step is wanting to change.
- The third step is figuring out how to change.
Joyce Fetteroll
http://joyfullyrejoycing.com/
"The unschooling philosophy is that people will learn what they need to
learn by living life freely and joyfully in an environment that supports who
they are and is rich enough for them to both explore their interests and stumble
across new interests." ~~Joyce Fetteroll
"Learning can only happen when a child is interested. If he’s not interested, it’s like throwing marshmallows at his head and calling it eating." ~~Katrina Gutleben
"Give your children free reign to rule their lives as they see fit. No rules. No control. No formal les- sons. No chores. No bedtimes. Support your children’s interests, whatever they are. Treat your children as equals. There are no mistakes, there are only experiences. All limits are self-imposed. Listen to your children. Trust your children. Respect your children. These concepts are the very heart of unschooling and they violate everything ingrained in us by the world at large."
" If you are to undertake this unschooling journey it is imperative that you understand not only the destination (death) but the stops along the way (The stops are actually more important than the final destination, i.e. the journey is the destination)
"As a group we humans tend to define ourselves by our beliefs, in fact we oftenb e c o meour beliefs:
I believe that my country is better than yours30, I believe that my religion31is the one true religion32,
I believe that my theory of economics is better than yours, I believe that my political system is better
than yours, I believe that my school is better than yours, I believe that myweltanschauungis better
than yours.
I believe that my country is better than yours30, I believe that my religion31is the one true religion32,
I believe that my theory of economics is better than yours, I believe that my political system is better
than yours, I believe that my school is better than yours, I believe that myweltanschauungis better
than yours.
By extension, if my beliefs are better than yours, then I am better than you. And if I am better than
you then at some point it becomes okay for me to cheat you, oppress you, demean you, steal from
you, attack you, hate you, enslave you, control you, generally do whatever I want to do to you, especially if I am bigger and more powerful than you. This, in summary, is the history of manunkind and uncivilization; neighbor against neighbor, country against country, religion, against religion."
you then at some point it becomes okay for me to cheat you, oppress you, demean you, steal from
you, attack you, hate you, enslave you, control you, generally do whatever I want to do to you, especially if I am bigger and more powerful than you. This, in summary, is the history of manunkind and uncivilization; neighbor against neighbor, country against country, religion, against religion."
My country is better than yours? Countries are just lines drawn on a map; the lines often representing the place where some ancient armies finally stopped killing each other. There is no such thing as a country. My economic system is better than yours? All economic systems are just a way of formalizing barter. Reli-
gion? Religions are merely formalized superstitions and rituals meant to honor God38. Most people
don’t even realize that they are atheists. You are. And so is the person sitting next to you and every-
one you know. You areselectiveatheists. You don’t believe in Zeus, Baal, Thor, Shakti, Isis, Ra (...)
once you’ve seen your way out of the cave, most things that the other hu-
mans say or do will be ridiculous to you.
Having knowledge of the cave gives you complete control over your life. Again, isn’t that a wonder- ful gift to
give your children? Letting them know that they are welcomed to humanity without hav- ing to be anything else,
that they are valued just as they are, and that anything they want to do or become is within their control?
give your children? Letting them know that they are welcomed to humanity without hav- ing to be anything else,
that they are valued just as they are, and that anything they want to do or become is within their control?
Jon Colt
"Be the best friend to your children that you can be."
| "It's much better to be their partner than their roadblock. If you become an obstacle they'll find a way around you. Is that what you want for your relationship with your kids?" —Joyce Fetteroll |
Não, não, não, nao, não. Porque não!!!!!
Porquê dizer sempre que não quando há 1001 formas de dizer sim? Não te sentes muito melhor quando ouves uma forma de "sim" em vez de uma negação dos teus desejos?
http://sandradodd.com/parentingpeacefully
http://sandradodd.com/negativity
http://sandradodd.com/parentingpeacefully
http://sandradodd.com/negativity
Para pensar...
"I feel a little bad, sometimes, laughing about something someone meant sincerely, but it does amaze me, STUN me, that so many people can think something, and verbalize it, and write it down and send it to a thousand strangers without seeing how unreasonable it really is. And how mean, and judgmental of their children (or themselves). How harsh. How unbending. How much they're just parroting someone else in their past who was harsh and mean and unbending, and they don't even hear themselves (or read themselves) parroting.
But they do it all the time. How many millions of times more than on my puny little collection have parents said those things to and about their kids as though saying it made it true?
But just hearing what we say can change us.
Hearing the negativity and the implied threat and the explicit insults can help us become softer, and more flexible and more thoughtful and original.
Speaking or writing without thinking is a little like driving a car with a blindfold. Others get hurt, we get hurt, the car gets wrecked.
Speaking or writing without thinking is like operating a relationship with a blindfold, with ear plugs, going "LA LA LA LA, I DON'T HAVE TO LISTEN TO MYSELF!!" all the whole time.
How can one see her own child directly without hushing, pulling out the earplugs, and looking at him?"
http://sandradodd.com/ifilet
But they do it all the time. How many millions of times more than on my puny little collection have parents said those things to and about their kids as though saying it made it true?
But just hearing what we say can change us.
Hearing the negativity and the implied threat and the explicit insults can help us become softer, and more flexible and more thoughtful and original.
Speaking or writing without thinking is a little like driving a car with a blindfold. Others get hurt, we get hurt, the car gets wrecked.
Speaking or writing without thinking is like operating a relationship with a blindfold, with ear plugs, going "LA LA LA LA, I DON'T HAVE TO LISTEN TO MYSELF!!" all the whole time.
How can one see her own child directly without hushing, pulling out the earplugs, and looking at him?"
http://sandradodd.com/ifilet
A tenda vermelha
Teleseminário- A tenda Vermelha - O poder da menstruação
http://www.deannalam.com/LoveYourBodyFreeTeleseminar
http://www.deannalam.com/LoveYourBodyFreeTeleseminar
A sabedoria da menstruação
http://www.drnorthrup.com/womenshealth/healthcenter/topic_details.php?topic_id=138
A vida sem SPM
http://www.deannalam.com/
Sobre a vida, sobre o unschooling
http://justaddlightandstir.blogspot.com/
"Unschooling doesn't need to be done during school hours. It does need
parent involvement but it can be done any time of the day."
AlwaysLearning - Joyce Fetteroll
"Unschooling doesn't need to be done during school hours. It does need
parent involvement but it can be done any time of the day."
AlwaysLearning - Joyce Fetteroll
Sindrome Pré-Menstrual
Se não abraças agora a dor que te provoca o SPM, se não reconheces as resistências que provocam as emoções dolorosas durante o SPM, vais ter uma menopausa dolorosa.
O SPM é o momento em que nos preparamos para dar à luz algo de profundo dentro de nós. Batemo-nos durante esse tempo e não aceitamos o corpo doloroso.
O corpo doloroso é "pré-menstrual truth telling". Se durante o SPM, todos os meses, te deres tempo para descansar, fazer coisas por ti, deixar sair a emoção dolorosa, vais ultrapassar essa dor.
A 2ª metade na nossa vida tem que ser alimentada com a nossa alma mas nós fomos habituadas as fazer as coisas de forma sermos amadas pelos outros. Todo esse fazer pelos outros tem que desaparecer.
Na 2ª metade na nossa vida temos que nos amar a nós próprias e não esperar que os outro nos amem.
Nessa altura a SPM vai desaparecer.
Inspirado por
Dr. Christiane Northrup
O SPM é o momento em que nos preparamos para dar à luz algo de profundo dentro de nós. Batemo-nos durante esse tempo e não aceitamos o corpo doloroso.
O corpo doloroso é "pré-menstrual truth telling". Se durante o SPM, todos os meses, te deres tempo para descansar, fazer coisas por ti, deixar sair a emoção dolorosa, vais ultrapassar essa dor.
A 2ª metade na nossa vida tem que ser alimentada com a nossa alma mas nós fomos habituadas as fazer as coisas de forma sermos amadas pelos outros. Todo esse fazer pelos outros tem que desaparecer.
Na 2ª metade na nossa vida temos que nos amar a nós próprias e não esperar que os outro nos amem.
Nessa altura a SPM vai desaparecer.
Inspirado por
Dr. Christiane Northrup
Subscribe to:
Posts (Atom)
