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A minha visão de proecto educativo


Interrogações:
·         Nós pensamos que sabemos o que as crianças querem. Pensamos que elas querem que confiemos que elas são capazes de saber quais as suas necessidades. Não será isto tão impositivo como qualquer outra abordagem?
·         Conseguirá a escola (pública ou privada) responder às necessidades de todos o pais e todas as crianças?
·         Necessitamos de mais berçários, creches, infantários ou me mais formas criativas/alternativas de manter mães e filhos juntos? (http://www.naturalchild.org/jan_hunt/daycare_dilemma.html)


Provocações:
·         A beleza dos limites é que nos inspiram a ultrapassa-los;
·         As escolas pegam no instinto que nos leva a explorar, conhecer e aprender sobre os nosso meio e molda-o no que supostamente se adequaria a todos os seres humanos;
·         Rotinas e ritmos são coisas diferentes;
·         Uma ama/ educadora não é uma substituta de mãe;

A minha visão de projecto educativo (0 aos 7 anos)
(aproximação reflexiva)

A minha visão é a de um projecto educativo que permita às nossas crianças aprender em conjunto e em liberdade e às suas mães, acompanhando este percurso d aprendizagem, dispor de alguns dias por semana para actividades profissionais remuneradas tendo a garantia de que os seus princípios educativos são respeitados.


A escola é uma comunidade
·         Actividades de lazer para toda a família;
·         Todos os pais participam nas actividades da escola desde a planificação à implementação – cada família dá uma manhã/tarde à escola;
·         Os cuidadores devem ser do sexo masculino e feminino para não se limitar a convivência das crianças a adultos do sexo feminino:
·         Os pais vão com as com as crianças para a escola e aí desenvolvem actividades produtivas conjuntas que as crianças a partir de 1 ano podem (ou não) acompanhar (ex. jardinagem, costura, culinária);
·         As crianças e os pais participam na confecção das refeições;
·         Não existência de turmas por idades. Crianças de várias idades aprendem em conjunto: as mais velhas aprendem a cuidar dos mais novos e estas aprendem imitando as primeiras;
·         Círculos femininos;

Orientação CC, AP e Waldorf:
·         Até aos 7 anos o cérebro da criança não deve ser muito estimulado, a esta deve ser permitido viver num mundo de sonhos pois está espiritualmente conectada com o universo;
·         Prático, cíclico, espiritual;
·         Crianças aprendem a ser auto-responsáveis;
·         Contacto com a natureza; Actividades ao ar livre;
·         Celebrar as estações do ano, as festividades do ponto de vista espiritual;
·         Fadas, elfos e anjos existem, as crianças podem comunicar com eles e assim estabelecer uma ligação com o mundo natural;
·         As crianças estão ligadas ao mundo espiritual;

·         Respeitar os ritmos das crianças e estes podem não ser os de uma abordagem pedagógica (mesmo que seja a Waldorf). Cada criança sabe quais são as suas necessidades e estas devem ser respeitadas não se impondo actividades para as quais não estão despertas;
·         Uma criança pode mostrar interesse pelas letras (leitura, escrita) num dado momento e desinteressar-se novamente devendo esse ritmo ser respeitado. A seu tempo e com o devido apoio, todas as crianças acabam por aprender;
·         Uma criança deve poder explorar um assunto/tema até que este já não tenha interesse para ela e não nos tempos delimitados por um programa escola;
·         Há muitos assuntos/temas, passíveis e serem estudados, que poderiam interessar uma criança e que não fazem parte dos programas escolares;
·         As crianças trabalham lado a lado com os adultos nas suas actividades diárias;
·         Carga horária reduzida;
·         Dançar, cantar, contar histórias;
·         Acreditar que as crianças podem explorar o meio sem se magoarem e sem ser necessário alerta-las constantemente para possíveis perigos;
·         Utilizar ferramentas iguais às dos adultos, sempre que necessário “reshaped” para crianças;
·         Os ritmos da escola devem respeitar os ritmos inerentes à diversidade e riqueza cultural das crianças que a frequentam (ex. o nível da culinária, da música).
·         Quanto a festividades, deve ser realçado o espírito subjacente às mesmas em detrimento dos seus icons e/ou dogmas;
·         Ligação com a mãe terra e á energia universal;
      ·         Espiritualidade sem religião;
·         Comida bio e vegetariana;
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