"To me, being a Radical Doula is committing to the hard work of facing issues of racism, classism, ableism, homophobia, transphobia head-on in our work with pregnant and parenting people. It means understanding birth as just one instance in a wide spectrum of pregnancy-related experiences that include abortion, miscarriage and adoption, and understanding why doula support across that spectrum makes sense. It’s about providing non-judgmental and unconditional support to pregnant and parenting people, ultimately in service of social justice."
in Radical Doula - http://radicaldoula.com/radical-doula/
Outros:
Full Spectrum Doula - http://blog.cuntastic.org/full-spectrum-doula/
Still Birth Day - http://www.stillbirthday.com/
Pregnancy loss doula - http://hopeforhealing.weebly.com/what-is-a-pregnancy-loss-doula.html
Gratidão ♥ *•.¸Paz¸.•♥•.¸Amor¸.•♥•.¸Sabedoria¸♥ •.¸Prazer¸.•♥•.¸Alegria¸.•♥•.¸¸ Vida
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Quem mandou nascer mulher?
"A saúde da mulher sempre foi tida como situação secundária, bem como sua figura nas ciências biológicas, como todas nós sabemos. O curso de Medicina da USP, por exemplo, trata pouquíssimo ou nada das questões que concernem a saúde da mulher: dentro de toda a grade curricular, somente quatro disciplinas tocam especificamente em pautas femininas. Enquanto doenças como o câncer de próstata recebem mais verbas públicas para pesquisa e tiveram seu diagnóstico e tratamento bastante desenvolvidos nos últimos 5 anos, o câncer de mama, por exemplo, tem suas pesquisas mantidas graças a investimentos majoritários do setor privado, e muito pouco ou quase nada se avançou.
A saúde da mulher e suas patologias e carências específicas pouco recebem atenção. Nas últimas décadas vemos o fenômeno das cesáreas crescer vertiginosamente (48%, sendo que na rede particular vão de absurdos 70% a inimagináveis 90%, quando a Organização Mundial de Saúde preconiza que o número de cesáreas não ultrapasse os 15%) desacompanhado de qualquer auxílio ou possibilidade de escolha por parte das mães, somado ao alarmante dado de 25% das mulheres que alegam terem sofrido algum tipo de maltrato enquanto estiveram hospitalizadas para darem a luz."
http://nascermulher.blogspot.com/2011/03/todo-apoio-continuidade-da-graduacao-em.html
A saúde da mulher e suas patologias e carências específicas pouco recebem atenção. Nas últimas décadas vemos o fenômeno das cesáreas crescer vertiginosamente (48%, sendo que na rede particular vão de absurdos 70% a inimagináveis 90%, quando a Organização Mundial de Saúde preconiza que o número de cesáreas não ultrapasse os 15%) desacompanhado de qualquer auxílio ou possibilidade de escolha por parte das mães, somado ao alarmante dado de 25% das mulheres que alegam terem sofrido algum tipo de maltrato enquanto estiveram hospitalizadas para darem a luz."
http://nascermulher.blogspot.com/2011/03/todo-apoio-continuidade-da-graduacao-em.html
Muita novidade para digerir
A Sofia, do "Aqui há bebé", escreveu mais um texto sobre o co-sleeping que me levou a escrever um comentário. O comentário alargou-se tanto que ficou um texto e, entretanto, decidi copiar o mesmo para este blog.
Aqui ficam as interrogações com que tenho andado entretida:
Aqui ficam as interrogações com que tenho andado entretida:
olá,
devo dizer que a primeira vez que li sobre co-sleeping foi no "Aqui há bebé" e não consegui conter a indignação: "então agora estão aqui a dizer tudo ao contrário do que deve ser?".
Depois, pensando melhor, decidi pesquisar. São aos milhares as referências à partilha da cama com os filhos e até a OMS o recomenda.
Estou a tentar recolher informação útil sobre o assunto e vou começar agora a ler o Continuum Concept (Jean Liedlof) e espero que esta seja a pedra de toque que vai deitar por terra todos os pré-conceitos que eu tinha sobre educação.
Sinto-me como se tivesse caído de repente num mundo que desconheço e no qual não ainda não me oriento muito bem.
Eu pensava, entre muitas outras coisas, que os filhos só se podiam ter nos hospitais (ou espaços similares) porque nos nossos dias já não se justifica que seja de outra forma.
Pensava que os bebés deveriam dormir no seu berço desde o primeiro dia e no seu quarto, no máximo, até ao 6º mês de vida.
Estava segura de que ter um bebé a dormir com os pais era negligência e que até podíamos matar o bebé com o nosso peso.
Podia garantir que devíamos dar de mamar de 3 em 3 horas (ou algo do género) e alternar a maminha mesmo quando o bebé parece querer continuar a mamar da mesma maminha.
Pensava eu que bebés e fraldas estavam sempre associados. Estava mesmo convicta que era impossível criar um bebé sem fraldas. Pior ainda, nunca tinha pensado em tal possibilidade!!!!!!!!!
etc..., etc...
Assim, de repente e sem pré aviso, fico a saber que afinal:
- já faz sentido ter os bebés em casa. Isso mesmo, na nossa sociedade, com todos os cuidados pré-natais, ecografias, cudados e atenções, já faz sentido ter os bebés num ambiente acolhedor pois os riscos são menores do que os partos domiciliares do sec XIX (foi só um exemplo).
- Dormir com o bebé não só não é mau como é recomendado. Os laços entre pais e filo estreitam-se, as mamadas tornan-se mais fáceis para mãe e filho, os bebés tornam-se menos rígidos, irritadiços etc... ainda não sei muito sobre isto mas continuo a aprender.
E sabem que mais? As mamadas de 3 em 3 horas podem ser responsáveis por muitos dos problemas da amamentação. A criança deve poder mamar quando sentir necessidade. Assim sendo quando mais próximo o corpo da mãe esta estiver, melhor. É também por isso que se transportam os bebés em panos e slings. Não é só porque é giro!!!!
Quanto às fraldas, há muito quem opte pela chamada higiene natural e consiga mesmo que o bebé utilize o pote em vez das fraldas. Em contextos onde não abundam os tecidos e os plásticos imagino que esta nem sequer seja uma opção mas sim um hábito tão "natural" como nós utilizarmos as fraldas.
Agora, pergunto eu, mesmo sabendo que estou a optar pelo que faz mais sentido, mesmo sabendo que a minha intuição diz ser o correcto, como é que vou conseguir dar conta de tanta novidade? Como é que vou conseguir aplicar tudo isto? Terei disponibilidade para estar tão próxima do meu filho? E, especialmente, como vou conseguir explicar aos outros estas opções que parecem tão excêntricas, tão non-sense, tão negligentes?
O que diz a vossa esperiência sobre estas questões? Quem já experimentou/vivênciou estas práticas pode dar dicas úteis?
Obrigada a tod@s e obrigada Sofia por ter sido a primeira pessoa a chamar a nossa atenção para este novo mundo.
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