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2 meses sem TV - que bem se vive sem ela

http://www.turnoffyourtv.com/thingstodo/thingstodo.html
http://www.cafepress.co.uk/+kill-your-television+framed-prints
http://www.definitivejux.net/news/1365

http://www.cafepress.co.uk/+kill-your-television+framed-prints


http://jp.zooomr.com/z/photos/zoom/730478/size-32/
http://current.com/news-and-politics/88835079_tv-is-god-kill-your-television-or-not.htm


Motivos para boicotar a Nestlé?

Em Português:
  • http://senascessemosoutravez.blogspot.com/2010/02/boicote-nestle.html
  • http://www.rituaismaternos.com/boicote-a-nestle/
  • http://www.boicotenestle.hpg.com.br/




Amamentação

Amedeo Modigliani
Vincent van Gogh

Nicolas-Bernard Lepicier
Mary Cassatt.

O lugar dos bebés é juntinho ao coração

http://www.jeanmillet.org/The-Return-of-the-Flock.html

http://www.jeanmillet.org/Mother-and-Two-Infants.html

Higiene Natural sem fraldas

http://www.jeanmillet.org/Maternal-Care,-1855-57.html
"Comece por fazer o que é necessário, depois faça o que é possível e em breve estará fazendo o que é impossível"
S. Francisco de Assis

Amamentar em campos de refugiados

Grupos de apoio "de mãe para mãe" nos campos de refugiados de Dadaab.

Mas, afinal, quem é amoral?

Serão as crianças amorais? Ou serão as equipas técnicas que trabalham nos jardins de infância, amorais? Não, esperem lá, devem ser os próprios jardins de infância - instituições - que são amorais. Ter, ou não ter, consciência do certo e do errado é uma característica que apenas se atribui aos seres humanos logo, os jardins de infância, estão descartados deste atributo e seria, de forma um tanto ao quanto rebuscada, correcto dizer que não tem moral.

Mas, então, porque é que o título não é “A moral de alguns cientistas é do nível de um hospital?" ou “A moral de alguns cientistas é do nível de um cemitério” ou do nível das universidades que foram esses mesmos cientistas? Haverá menos moral (e agora trata-se de uma atribuição subjectiva) nos jardins de infância do que nas restantes instituições? Ou será que, afinal, e voltando ao início, é mesmo às crianças que se estão a referir?

“A moral de alguns cientistas é do nível de jardim da infância”


Pelo fim da atribuição subjectiva, culturalmente difundida e pacificamente aceite, de características negativas à infância.

Causas e efeitos de um parto traumático

É tempo de admitir que um parto pode ser traumático para a mulher e /ou para o casal. É tempo de agir no sentido de libertar as mulheres das memórias de um parto traumático.

Artigo em francês:
http://www.hebamme.ch/x_data/heft_pdf/2005-6-26.pdf

16 e 23 de Outubro “Hortas e compotas” rda-69 e rebentos sem lei convidam


Olá,
Queremos que venham ao RDA-69 e tragam os miúdos. É para mexer. Fazer compotas, tocar as sementes e construir jardins. Vamos abrir as oficinas para as crianças.
No primeiro dia (16/10) o espaço será transformado em cozinha para percorrer todos os passos até à prova do doce de marmelo: lavar as frutas, descascá-las, depois acender o lume e…revolver, devagar, ao longo da tarde, enquanto outras coisas acontecem. Porque o doce se faz com tempo, Conan o rapaz do futuro passará também ao longo da tarde. Se os pais não quiserem resistir, há cadeiras para todos. O Marco será o cozinheiro.
No segundo dia a Mara conduz os miúdos para lhes ensinar a arte de fazer e lançar bolas de sementes. A ideia é explorar a liberdade de lançar coisas que cresçam e floresçam onde às vezes ninguém se lembra ou já se esqueceu. E os miúdos poderão também imaginar um jardim e começar a construir pequenos canteiros, colori-los a gosto, equilibrá-los na forma.
Venham. Estamos aceitar inscrições para este contacto, mas elas não são indispensáveis.
Até já,



O contacto pele com pele entre mãe e bebé é algo de magnífico não é?

Quantas mamãs dos nossos dias nunca sentiram este prazer?

Na maioria dos partos, os bebés são entregues às mães já vestidos.

Em casa, no pós parto, o lufa-lufa do dia a dia não permite ás mães ter tempo para descontrair e simplesmente pousar o seu bebé, nu, no seu ventre também despido.

O que estará a perder a humanidade por por vedarmos aos nossos bebé esta experiência?

Queremos mais mães (e empregadores) assim




A deputada europeia italiana Licia Ronzulli causou sensação hoje, quarta-feira, no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, ao participar no plenário com a filha de mês e meio nos braços.


Licia Ronzulli foi aplaudida pelos colegas, depois de reivindicar melhores direitos para as mulheres.


"Estou aqui simbolicamente com a minha filha Vitória por todas as mulheres que não podem conciliar serenamente gravidez e emprego, vida profissional e vida familiar", disse a eurodeputada, de 35 anos, que apelou, ao empenho das instituições europeias na melhoria das condições das mulheres.


A filha Vitória nasceu a 10 de Agosto.

in: http://jn.sapo.pt/blogs/emletramiuda/default.aspx?PageIndex=4

Será que comemos trangénicos sem saber?

"Nada do que produzimos actualmente é completamente natural" e a mesma pessoa que diz isto, firma també que "não há razões nenumas para ter medo". Ai pois não, claro que não!



Como reconhecer alimentos que são ou contém transgénicos, aqui

Falando em partos com privacidade e tranquilidade....



Nunca tinha ouvido que não lavar as mãos do bebé no pós parto facilita a amamentação. Muito interessante.


Encontrei este vídeo no blog da Sofia Costa. Não consegui ver até ao fim por me lembrar o meu bebé após o parto. Tão triste me sinto por não lhe ter proporcionado uma chegada ao mundo mais harmoniosa....

A casa como extensão do eu


A nossa casa deve ser um refugio para a alma.
Mas nem sempre é sinónimo de bem estar, harmonia e segurança.

Temos fases da nossa vida em que não conseguimos estar em casa. Parece que a casa nos oprime e contrai.
São geralmente alturas de vazio. Altura em que o nosso próprio ki está num turbilhão.

Por vezes tentamos mudar de local de forma a nos livrarmos dessa sensação, tentando encontrar uma habitação ideal onde nos sintamos em casa. Mas a sensação não desaparece.

(...)

Como tal, quando não nos sentimos bem em casa, estamos a fugir de nós próprios ou não nos sentimos bem na nossa pele.


(...)

As nossas casas fazem parte do nosso corpo físico, são as nossas fronteiras mais externas, como tal estão intrinsecamente ligadas aos nossos pensamentos e emoções.
A nossa casa reflecte sempre quem nós somos, e não só o nosso lado racional de quem “pensamos que somos”, mas todo o outro lado escondido e indomável das emoções e sentimentos, a forma como sentimos o nosso espaço, como escolhemos utilizar ou não as várias divisões da casa, como optamos por resolver ou não os problemas que esta nos vai apresentando.

Escolhemos as casas conforme os desafios que temos de passar na vida, se não evoluímos numa determinada habitação a seguinte terá as mesmas questões por resolver.

(...)


in http://serpentedalua.com/note/a-casa-como-inimigo/ via Catarina Pardal

1 ano de conversas sobre amamentação. Parte II

Estou rodeada de mulheres que tiveram ou tem problemas com a amamentação e, em 99,9% dos casos, trata-se de falta de informação (só uma das mães tem um problema fisiológico disgnosticado e, curiosamente e apesar das dores que sente, amamenta o seu filho com mais de 1 ano).

Muitos são os mitos que atrapalham a amamentação dos nossos bebés e muitos são os familiares, amigos e profissionais que os propagam:

Coisas que mulheres que conheço fizeram recentemente:

(queridas mães, eu sei que amam os vossos filhos e que dão o vosso melhor mas os mitos e mentiras sobre a amamentação tem que ser sistematicamente expostos para ver se deixam de ser os guias das mamas do futuro!)

- tirar quase meio litro/dia de leite com a bomba eléctrica para fazer stock e utilizar durante um pico de crescimento. É que lhe disseram que muitas mães deixam de dar de mamar porque durante os picos de crescimento, o leite não chega e assim pode completar as mamadas com o leite congelado (o bebé tinha menos de 1 mês). Curiosamente, quando este mesmo bebé teve um pico de crescimento (aos 3 meses) esta mesma mãe levou-o ao pediatra para fazer uma ecografia pois queria-se certificar de que ele não tinha nenhum problema no estômago. É que tinha muitas cólicas e estava sempre a chorar. Eu estava por perto e tentava dizer que desse mais mama mas não adiantava, as mamadas regiam-se pelo relógio e o bebé não podia mamar mais do que X sob risco de ficar gordo;

- se o bebé" bouçar" é porque mamou demais e então tem que se fazer intervalos maiores entre as mamadas;

- se continuar a dar de mamar em "livre demanda" o bebé vai ficar obeso e por isso tem que restringir as mamadas;

- mamar muito faz ar na barriga e por isso há que restringir as mamadas; Quanto mais mama, mais ar engole;

- o bebé dá sinal de que quer mamar quando chora logo, nenhum dos sinais dados antes (procurar a mama, fazer ruídos..) é interpretado como sinal de que quer mamar;

- o bebé adormece a mamar logo é preguiçoso, não está com fome senão não adormecia, é porque está a fazer chucha com a mama etc...;

- não há benefício nenhum em mamar após os 6 meses;

- mamar após os 6 meses é vício;

- é muito importante diversificar a comida após os 4 meses para eles aprenderem o sabor dos alimentos e para depois virem a gostar de comer de tudo;

- o bebé é esperto e prefere a o biberão à mama; já percebeu que do biberão sai mais, que do biberão enche mais etc....

- o bebé desmamou sozinho antes dos 6 meses, começou a recusar a mama e o leite acabou por secar (e recentemente conheci uma mãe que diz isto do bebé de 2 meses; A ideia de que o bebé pode ter feto confusão entre a tetina e a mama é completamente recusada pela generalidade das pessoas incluindo pessoal de saúde;

- o bebé tem sede e por isso tem que beber água; a mama é para comer e não para beber; não pode estar a mamar cada vez que tem sede; se não bebe água pode morrer desidratado etc..

- mamar é uma refeição logo o bebé tem que mamar ao pequeno almoço, lanche etc...

Disseram-me na maternidade (Magalhães Coutinho, Setembro de 2010):

- o bebé chora porque o leite é fraco;

- está a fazer da mama uma chucha (ouvi isto muitas, muitas vezes na maternidade);

- (sobre a minha doula) "cuidado porque elas são fundamentalistas, não se deixe enganar porque algumas nem os mamilos de silicone aconselham" (LOL); Ainda bem que me deixei enganar pela querida Sofia Carvalho;


O que ouvi num suposto workshop sobre amamentação feito pela GEOFAR:

- em caso de ter que tomar alguma medicação não pode amamentar e tem que tirar leite com a bomba;

- é muito importante deixar as outras pessoas da família ajudar, por exemplo as avós, e por isso deve-se tirar leite para que essas pessoas possam dar o biberão e deixar a mãe descansar;

- é mesmo muito importante incluir o pai na amamentação e por isso deve-se deixa-lo dar o biberão ao bebé. se a mãe fica muito centrada no bebé o casamento pode estar em risco porque o marido sente-se posto de lado. Para evitar que tal aconteça, a senhora recomendou que as mulheres dessem ao marido a possibilidade de também "alimentar" o bebé. Eu achei a coisa muito estranha e saiu-me algo como " se o pai do meu filho me pede uma coisa dessas eu fico muito chateada" ao que a senhora responde: "estão a ver, por isso mesmo é que não devem esperar que sejam eles a pedir. Antecipem-se, tirem o leite com a bomba e ofereçam vocês o biberão para eles darem ao bebé. vão ver como eles ficam agradecidos por essa oportunidade" LOL

- se tiver uma mastite dar ao bebé o leite que se tem congelado e tirar o leite do peito com a bomba eléctrica;

- se o bebé mamar muito dilata o estômago e depois vai ser obeso. Ela disse mesmo que há crianças que são gordas por terem mamado muito em bebés!;

- depois ia recheando a "palestra" com preciosidades como, "tirem o bebé do berço e coloquem assim e assado para mamar ... depois voltem a por o bebé no berço e deitem-se a descansar, é muito importante descansar nem que sejam uns minutos". Claro que eu queria perguntar se a senhora nunca tinha ouvido falar em dar de mamar deitada mas... eram tantas as coisas estranhas que decidi ficar calada.

Um ano de conversas sobre amamentação.

Agora que se comemora a semana do aleitamento materno, vou partilhar alguns comentários e conselhos que tenho ouvido desde a gravidez e que de tanto se repetirem, penso que podem ser referidos como "conversa padrão" para este
tema:


Durante a gravidez:


- vais amamentar ou dar biberão?
- amamentar, claro!
- vais se tiveres leite


depois do parto:
- qual é o leite que dás?
- nenhum, só mama!
- e ele não fica com fome? e dorme a noite toda? ai pois, se desse um
biberão já dormia a noite toda! e o pediatra aceita isso? (!*!?*!?%) e
ele está a crescer bem? Atenção, o puto é grande e gordo!)


- de quanto em quanto tempo é que ele mama?
- não sei
- não sabes?
- não, não conto
- mas como é que não contas? deves saber mais ou menos.
- não, não sei. mama sempre que lhe apetece
- e como é que sabes que lhe apetece? sabes porque já passaram 3 2
horas ou 3 horas!
- não, eu não dou de mamar sempre que o relógio dá sinal. eu dou de
mamar sempre que o meu filho dá sinal
- e que sinal é que ele dá? tão pequenino, ele sabe lá o que quer!
- ele dá sinais, vira-se, faz ruídos, mete os dedos na boca, abre e
fecha a boca. procura a mama no braço, na camisola. são tudo sinais de
mama.
- e chora?
- não, nunca espero que ele chore para lhe dar de mamar.
- ai pois, mas tem que chorar. chorar faz bem, abre os pulmões! se
esperares que ele chore já consegues ter mais tempo entre mamadas.


depois dos 3 meses:
- já come?
- não só mama!
- e não fica com fome? e o ferro, fica sem ferro? ai que ele fica
doente! mas isso não pode ser, já tem que comer. ficas muito cansada!
e de noite? o quê, acorda para mamar? já devia dormir 8 horas
seguidas, no mínimo! claro, só mama, tá sempre com fome.


- se só bebe do teu leite, então tiras o leite para lho darem?
- não, só mama ao peito!
- o quê? ai está muito dependente! isso é uma escravatura! mas não
tens um momento de descanso! não vais ao cinema? e a um concerto! e
jantar fora! ai a tua vida sexual assim acaba, isso não pode ser. e o
teu marido? aceita? tens sorte, se fosse outro não aceitava! E ele não
tem ciúmes? há homens que tem ciúmes de um miúdo tão grande amamentar!


depois dos 6 meses:
- ainda mama, mas agora já come?
- não, só mama. Às vezes brinca com a comida!
-credo, mas já tem dentes, as crianças com dentes não deviam mamar.
não te morde? e não te dói? ai que mal habituado, é mimado e
dependente. mas vais fazer sempre tudo o que ele quer e como ele quer?
tens que parar com isso. ele devia era estar na creche para
socializar com outras crianças em vez de andar sempre agarrado à
mama.


e a chupeta, não tem chupeta?
- não. não quero que ele faça da chupeta uma mama!
- o quê??? é ao contrário mulher, ele faz é da tua mama uma chupeta!
- isso não pode ser porque antes de existirem chupetas já existiam
mamas!
- ai é, então se não tem chupeta chucha no dedo!
- não, chucha na mama!
- mas vai chuchar no dedo, mais cedo ou mais tarde vai chuchar no
dedo.
- não, vai chuchar na mama

- mas qual é o teu problema com as chupetas?! não me digas que também
fazem mal ao miúdo?!
- fazem, deformam o maxilar e são substitutos de mama. ele não
necessita de me substituir porque eu estou sempre por perto.
- mas de noite tem um "doudou"?
- não
- uma fralda?
- não
- faz "assim" com o dedinho no lençol?
- não
_ NÂO????? mas como é que ele faz para adormecer?
- mama na mama (LOL)


depois dos 12 meses:
- até quando é que ele vai mamar?
- até quando ele quizer
- e se ele quizer até aos 4 anos?
- mama até aos 4 anos
- (cara de repugnância) mas isso é muito. já vai ser um rapaz grande.
depois morde-te. depois ficas doente. tu não aguentas isso. mas qual é
a vantagem? para que é que serve dar de mamar tanto tempo? deixa que
ele te comece a dar dentadas e depois vem falar comigo. a ver se
continuas a dar de mamar quando ele te morder, ai continuas!!!!

(no dentista, dito pela dentista) isso é bom mas é para as pretas em África, coitadas, não tem leite em pó. Aqui não se justifica!

Ai que a rapariga é uma vaca leiteira! quem diria, tão pequenina e é uma vaca leiteira! (esta foi alto e bom som para toda a gente no escritório ouvir)

Simplesmente perfeito

Be Content with what you have; rejoice in the way things are. When you realize there is nothing lacking, the whole world belongs to you.’ ~Lao Tzu




Post written by Leo Babauta. Follow me on twitter .

A lot of people come to Zen Habits (and read other personal development blogs and books) because they want to improve something about themselves. They’re not satisfied with their lives, they’re unhappy with their bodies, they want to be better people.



I know, because I was one of those people.



This desire to improve myself and my life was one of the things that led to Zen Habits. I’ve been there, and I can say that it leads to a lot of striving, and a lot of dissatisfaction with who you are and what your life is.



A powerful realization that has helped me is simply this: You’re already good enough, you already have more than enough, and you’re already perfect.



Try saying that to yourself, as corny as that might sound, just to see if it sounds true. Does it resonate as something you already believe (in which case, you can probably stop reading now), or does it not feel right? Do you feel like there are things you still need to improve?



The thing I’ve learned, and it’s not some new truth but an old one that took me much too long to learn, is that if you learn to be content with who you are and where you are in life, it changes everything.



Consider what changes:



You no longer feel dissatisfied with yourself or your life.

You no longer spend so much time and energy wanting to change and trying to change.

You no longer compare yourself to other people, and wish you were better.

You can be happy, all the time, no matter what happens in the world around you.

Instead of trying to improve yourself, you can spend your time helping others.

You stop spending so much money on things that will supposedly improve your life.

You can be smug about it, like me.

OK, the last bit was a joke, but the rest is true, in my experience.



And here’s another realization that I’ve written about before: You already have everything you need to be happy, right here and right now.



Do you have eyes that see? You have the ability to appreciate the beauty of the sky, of greenery, of people’s faces, of water. Do you have ears that hear? You have the ability to appreciate music, the sound of rainfall, the laughter of friends. You have the ability to feel rough denim, cool breezes, grass on bare feet … to smell fresh-cut grass, flowers, coffee … to taste a plum, a chili pepper, chocolate.



This is a miracle, and we take it for granted. Instead, we strive for more, when we already have everything. We want nicer clothes, cooler gadgets, bigger muscles, bigger boobies, flatter stomachs, bigger houses, cars with leather seats that talk to you and massage your butt. We’ve kinda gone insane that way.



The sane thing is to realize we don’t need any of that. We don’t need to improve our lives. We don’t need to improve ourselves, because we’re already perfect.



Once you accept this, it frees you.



You’re now free to do things, not because you want to be better, but because you love it. Because you’re passionate about it, and it gives you joy. Because it’s a miracle that you even can do it.



You’re already perfect. Being content with yourself means realizing that striving for perfection is based on someone else’s idea of what “perfect” is … and that that’s all bullshit. Perfect is who you are, not who someone else says you should be.



Also, as corny as it may sound, I love you, completely and unconditionally, and if everyone else in your world betrays and abandons you, you always have me. :)



Now stop reading this blog, and go be happy.

in: http://zenhabits.net/zen-mind-how-to-declutter/

10:10:10

A 10 de Outubro de 2010 será celebrado por todo o mundo o evento 10:10:10, movimento que pretende promover a redução de emissões de gases com efeito de estufa.




Segundo os organizadores, nas últimas duas semanas foram registados mais de cem eventos em 165 países. Entre as acções incluem-se a plantação de árvores pelas escolas na Croácia e Rússia e os lutadores de sumo japoneses que irão de bicicleta para os treinos.



http://www.350.org/pt/ideias

http://www.onedayonearth.org/page/causes-1

Escola da Terra, Comunidade em Sintra - Portugal

A Escola da Terra é uma comunidade de famílias que partilham o desejo de viver a vida com plena consciência. É uma escola para adultos e crianças onde se põem em prática e ensinam formas de estar mais presentes uns para os outros e para os desafios que a vida traz.



Todos partilham a paixão em ser uma parte integral do crescimento dos seus filhos e cria-los de uma maneira que preserve a sua ligação com a Natureza e com os seus corações. A escola pretende ser autosustentável com base nos princípios da permacultura e na inspiração da filosofia educacional Waldorf.



As pessoas da comunidade têm uma ampla gama de talentos e partilham o seu conhecimento organizando workshops como este: http://treeyopermaculture.wordpress.com/europe-2009/.



A BioSamara Iberia colabora enviando mensalmente 50€ em superalimentos para as crianças (em especial os alimentos que reforçam o sistema imunitário como o camu-camu, a maca e o pólen) e adoçantes naturais (como yacon, lucuma e agave). Para além disso, temos todo o gosto em divulgar as actividades da Escola da Terra.
 
in: http://www.biosamara.pt/projectos_escolaterra.php

Inspiração Outubro 2010 | Lua de Sangue - Lua Azul

http://nutrir-me.blogspot.com/search/label/Erva%20de%20Trigo

http://www.centrovegetariano.org/Article-504-Cultivar%2BBagas%2BGoji%2Bem%2Bcasa.html

Agora também como erva seca e não é palha!


É pó de erva de trigo. Na falta de paciência para "fazer crescer" a erva em casa e transforma-la em sumo, rendi-me ao pó verde.

1 colher de chá (5 g) de pó de wheatgrass é equivalente a 100 g de vegetais como espinafres, couve verde, alfalfa, germinados ou brócolos. Verdura concentrada!
Depois de ter aderido à alimentação biológica a quase 100%, de ter eliminado o leite e iogurtes com leite de vaca, o trigo branco, o açúcar (quase, porque ainda o ponho no café diário!), toda a comida processada e de confeccionar todos os alimentos sem sal, decidi introduzir mais um "super alimento" na dieta.

Mais infos:

http://www.iswari-comidaviva.com/2010/07/dieta-acida-versus-alcalina.html

http://nutrir-me.blogspot.com/2008/05/erva-de-trigowheatgrass.html

http://www.juiceland.co.uk/item--Wheatgrass-Growing-Kit--WGKIT1.html

http://www.ukjuicers.com/wheatgrass-juicers

Porque é que eu não soube disto antes?




http://www.kiddicare.com/webapp/wcs/stores/servlet/productdisplayA_131_10751_-1_14637_107132_10001_14633

em Roma...




Eu sei que a ideia de ir ao centro comercial, num fim de tarde de feriado, foi minha. Logo, deveria jogar pelas regras da casa, que é o mesmo que dizer: 3 euros por cada voltinha de 10 minutos na carripana lá do sítio.

O miúdo sempre gostou de carrinhos, bicicletas, carros de bebé e outros que tais, com rodinhas que o fazem correr atrás e chorar por mais, por isso, fiquei um bocado atrapalhada por o ter metido naquela "Meca do carro eléctrico e do carrossel", sem querer pagar pela diversão.

Foi então que me lembrei do "carrinho cá de casa" e vai de "meter mãos à obra" ou à caixa de sapatos "roubada na loja" e passear pelo centro comercial, por entre as exclamações de pais, avós e lojistas: "aquele é grátis!".

- Ai pois é, e também é vermelho e descapotável como o de aluguer!"

- "Mas estes são sem fios e esse é puxado pela mãe" exclama a senhora dos carrinhos.

Depende do pediatra...

Há já algum tempo que deixei de ler mensagens em fóruns/facebook/ blogs com questões dedicadas aos cuidados à primeira infância. Depois de uma ronda pelas perguntas do dia, não conseguia deixar de me sentir indignada com o senso comum da maioria das respostas e só contorcendo os dedos não respondia um qualquer impropério que me assaltasse o espírito. Ainda me lembro de muitas dessas perguntas/respostas, tal como, da resposta que eu daria se me fosse possível.

A resposta que mais confusão me fazia - e que se aplicava a todo o tipo de perguntas - era "depende do pediatra". Aliás, uma pesquisa no google com essa mesma expressão "depende do pediatra" é elucidativa do quanto a vida dos bebés portugueses depende dos pediatras. Sem pediatras, parece-me, nem sequer haveria bebés!


- devo dar banho ao meu bebé todos os dias?
- depende do pediatra

- devo dar água ao bebé?
- varia de pediatra para pediatra

- com que frequência deve um bebé ir ao pediatra?
- isso, claro está, depende do pediatra

- o meu bebé já pode comer um ovo inteiro?
- depende do pediatra

- a introdução dos alimentos é aos 4 ou aos seis meses?
- a introdução dos alimentos depende dos pediatras

- devo vacinar o meu filho contra o virus da gripe'
- depende do pediatra

Para mim, o cúmulo foi atingido quando uma mãe perguntava se devia puxar e esticar a pilinha do seu bebé para evitar futuras cirurgias. Umas mães respondem que sim porque o pediatra disse para o fazer, outras mães dizem que só depois de o bebé fazer um ano pois foi assim que o pediatra disse e, outras ainda, esticavam a dita todos os dias no banho pois, (adivinhem?) o pediatra disse que assim é que é, mexer na pilinha do menino quando e pele está "molinha" na água do banho é que é!. Moral da história, concluíram as mamãs no dito fórum que mexer ou não na pilinha depende do pediatra! Oh minhas senhoras, a deixar tal decisão depender de alguma coisa, não seria de convir que essa coisa fosse a pilinha do bebé e não a pilinha do pediatra?

Bem, hoje, dei comigo a pensar "isto sim, depende do pediatra"